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No mercado de ações, a expectativa é de que hoje a atenção dos investidores se divida entre o fim da temporada de balanços corporativos e o início da campanha eleitoral
Agora é oficial. Foi dada a largada para a corrida presidencial de 2022.
Até parece estranho escrever isso. A sensação é de que a campanha eleitoral para este ano começou lá em 2018, antes mesmo da posse de Jair Bolsonaro.
Pela lei, porém, é a partir de hoje que os partidos e seus candidatos podem colocar o bloco na rua.
No mercado de ações, a expectativa é de que hoje a atenção dos investidores se divida entre o fim da temporada de balanços corporativos e o início da campanha eleitoral.
Diante da completa ausência de indicadores econômicos previstos para esta terça-feira, os participantes do mercado também ficarão de olho nas bolsas estrangeiras.
Para acompanhar o que move o mundo financeiro hoje, acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro.
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Mas os investidores estão de olho mesmo é na disputa eleitoral. Líder e vice-líder nas pesquisas lançarão suas campanhas em lugares emblemáticos.
O primeiro ato de campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ocorrer em uma fábrica de motores na zona sul de São Paulo. Entretanto, o evento foi cancelado por recomendação da Polícia Federal por motivo de segurança.
Com isso, Lula lançará sua campanha com uma visita prevista para as 14h à fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, cidade onde iniciou sua trajetória como líder sindical.
Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) lança sua campanha em Juiz de Fora, cidade onde foi vítima de um atentado a faca semanas antes das eleições de 2018.
As principais pesquisas de intenção de voto mostram o ex-presidente com chance de vencer ainda em primeiro turno. No entanto, um tira-teima entre Lula e Bolsonaro ainda é apontado pelas sondagens como o cenário mais provável.
Para os agentes do mercado financeiro, porém, meio que tanto faz. Lula e Bolsonaro são velhos conhecidos e as eleições não representam uma ameaça concreta à bolsa, embora a expectativa seja de volatilidade nas próximas semanas.
Vale a pena conferir!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
NAS PIORES EXPECTATIVAS
IRB (IRBR3) confirma as piores projeções e reporta prejuízo de R$ 373 milhões no segundo trimestre. Com o novo prejuízo, a empresa de resseguros fica abaixo do limite regulatório para operar e tem até o fim de outubro para regularizar a situação; emissão de ações está entre os planos.
ACIONISTAS FELIZES OU TRISTES?
Lucro líquido da Itaúsa (ITSA4) recua 12,5% no segundo trimestre, mas holding anuncia JCP adicional. Data de corte para ter direito aos proventos é nesta semana. Saiba como receber a remuneração.
ROXO OU VERMELHO?
Nubank (NUBR33) tem prejuízo acima do esperado no 2º trimestre. Enquanto o prejuízo líquido chegou a quase US$ 30 milhões, ante uma expectativa de US$ 10 milhões, a inadimplência continuou a se deteriorar. Veja os destaques do balanço.
RESULTADO TRIMESTRAL
Inter (INBR31) reverte prejuízo em lucro de R$ 15,5 milhões no segundo trimestre. No semestre encerrado em 30 de junho de 2022, o banco digital superou a marca de 20 milhões de clientes, o que equivale a 22% de crescimento no período.
BALANÇO
Resultado da Méliuz piora e empresa de cashback registra prejuízo líquido de R$ 28,2 milhões no segundo trimestre. Apesar de os papéis CASH3 amargarem perdas de 87% no ano, as ações entraram no mês de agosto em tom mais positivo, com ganho mensal de 7%.
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