O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mercado inteiro fala de inflação, e com motivos; afinal, precisamos sobreviver aos problemas de curto prazo. Confira as lições e debates trazidos por John Keynes
Por enquanto, estamos todos falando de inflação, preocupados com o almoço de amanhã, e tem que ser assim mesmo.
Os problemas de curto prazo importam muito, pois precisamos sobreviver antes de qualquer outro planejamento racional.
Essa é a principal lição do macroeconomista John Maynard Keynes: a morte garantida em longo prazo, caso o curto prazo não seja levado a sério.
Já o Keynes investidor – extremamente bem-sucedido, aliás – gostava de mirar alguns passos à frente.
Em sua tomada de decisão financeira, ele pensava: quando os assuntos do jornal de hoje se tornarem velhos, quais manchetes os substituirão?
Não é uma pergunta meramente curiosa, porque dá para ganhar dinheiro grande se ela vier acompanhada de respostas inteligentes.
Leia Também
Para combinar o Keynes macroeconomista com o Keynes investidor, dois debates de enormes proporções macro-financeiras hoje permeiam tacitamente as discussões cotidianas sobre juros, inflação e PIB.
O primeiro deles diz respeito à trajetória de convergência dos juros de equilíbrio global: quando toda essa bagunça passar, eles serão mais parecidos com 0% (japanização do mundo) ou serão mantidos em níveis nominais e reais positivos, de modo a evitar novas desordens?
Quanto ao segundo debate, endereça uma eventual mudança na forma geométrica dos drawdowns.
Graças à capacidade de reação (rápida e intensa) das versões modernas de políticas monetária e fiscal, sobretudo após os aprendizados de 2008-09, não teríamos mais drawdowns tão profundos quanto os de antigamente.
Ambos os debates são legítimos, correlacionados, e devemos saber respeitar posições a favor e contra as hipóteses apresentadas.
Um mesmo conjunto de evidências vindas do próprio mercado é usado em prol de uma ou outra argumentação, conforme a elasticidade interpretativa.
A tabela abaixo resume métricas tradicionais de valuation de Bolsa americana para duas épocas bem distintas, na sequência de bear markets importantes.
Uns dirão que o exagero dos múltiplos de 2022 segue corroborando um duro ajuste adicional: estamos voltando a acelerar o carro pouco antes do desfiladeiro.
Outros dirão que se trata de uma revisão estrutural, adequada a um novo mundo de aderência assintótica a juros mínimos, escalabilidade e grandes disrupções tecnológicas.
Keynes diria: "The difficulty lies not so much in developing new ideas as in escaping from old ones.”
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país
Existem muitos “segredos” que eu gostaria de sair contando por aí, especialmente para quem está começando uma nova fase da vida, como a chegada de um filho
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente