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Richard Camargo
Estrada do Futuro
Richard Camargo
Formado em Economia pela Universidade de São Paulo, Richard trabalhou por 5 anos na área tecnológica até chegar na Empiricus.
2022-09-06T10:24:27-03:00
ESTRADA DO FUTURO

As ações de tecnologia que os grandes investidores de longo prazo estão comprando agora

Das big techs aos fundos de private equity, nenhum investidor com horizonte de longo prazo consegue ignorar o quão atrativas estão as ações

8 de setembro de 2022
6:01 - atualizado às 10:24
homem de terno operando day trade
No geral, as ações seguem bastante descontadas. E eu não sou o único que pensa issoImagem: Shutterstock, Andrei Morais

Olá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, onde conversamos semanalmente sobre a intersecção entre investimentos e tecnologia.

Quando falei com o Vinicius Pinheiro, editor-chefe do Seu Dinheiro, sobre voltar a escrever semanalmente esta coluna, nossa conversa pairou em torno das enormes oportunidades no setor de tecnologia, cujas ações das empresas menores caiam entre 70% e 80% das suas máximas. 

Apesar de algum sinal de melhora desde então, no geral, as ações seguem bastante descontadas. E eu não sou o único que pensa isso. 

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Mais do que comentários otimistas feitos em jornais ou redes sociais, investidores de peso voltaram a comprar.

Especialmente, há algumas semanas, as notícias de fusões e aquisições começaram a se empilhar entre as empresas de tecnologia. Das big techs aos fundos de private equity, qualquer investidor com horizonte de longo prazo não consegue ignorar o quão atrativas estão as ações.

Alguns exemplos

No mês passado, a gestora Vista Equity lançou uma oferta pelas ações da Avalara Software, uma empresa global de softwares tributários. A transação avaliou a Avalara em cerca de 9 vezes as vendas estimadas para os próximos 12 meses.

Fonte: Google Search

A Avalara foi uma empresa extremamente beneficiada pela pandemia, por oferecer um dos softwares mais populares para gestão tributária de negócios digitais nos EUA, na Europa e na América Latina.

No setor de games e advertisement, a Unity (Nasdaq: U) realizou uma oferta de aquisição pela IronSource (Nasdaq: IS), um dos principais players de mediação do ecossistema mobile, com um upside de 94% para os acionistas desta, considerando-se os preços anteriores ao anúncio da transação.

A Unity, há alguns meses, vinha desenvolvendo um produto para competir com a IronSource. Com a queda das ações do concorrente, a empresa viu na própria Bolsa uma oportunidade de completar seu portfólio de produtos via aquisição.

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Outra recém adquirida foi a Ping Identity (Nasdaq: PING), startup de cibersegurança comprada pela gestora Thoma Bravo. Assim como a Avalara, as ações da Ping foram avaliadas em cerca de 7,5 vezes as vendas estimadas para os próximos 12 meses.

Fonte: Google Search

Sem sombra de dúvidas, há uma série de outras empresas a valuations atrativos e que podem ser adquiridas a qualquer momento. 

Mas como identificá-las? 

Esses alvos de aquisição possuem algumas características em comum

Eu acredito que estamos entrando na segunda geração de grandes empresas de software.

Na primeira, venceram e prosperam as empresas com softwares horizontais (ou seja, com espaço em qualquer tipo de enterprise), típicos da "transformação digital".

Foi nessa geração, que nasceu nos anos 90 e viveu seu período de exponencialidade até meados de 2007-2008, que nomes como Salesforce, SAP, Oracle, ServiceNow, Atlassian e tantas outras tornaram-se empresas de muitas dezenas de bilhões de dólares.

A Salesforce, por exemplo, vende sistemas chamados "CRM", que são tipicamente a fonte de registros de dados para equipes comerciais como departamentos de vendas, atendimento, marketing e tantos outros. Qualquer empresa com alguma complexidade precisa de um CRM.

A Atlassian, menos conhecida do público, é a dona do Jira, a plataforma mais usada por departamentos de TI ao redor do mundo, para gestão de projetos e chamados. "Abre um chamado no Jira", disse pela oitava vez o estagiário do TI.

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A SAP lidera com folga o mercado de ERPs, que são softwares que realizam a gestão financeira e contábil das empresas. Houve uma época em que, a fim de transmitir credibilidade, empresas informavam em seu prospecto de IPO que possuíam implementado o ERP da SAP, como uma forma de dizer "olha, futuros acionistas, nós temos processos organizados…".

Na medida em que saturaram seus mercados primários, essas empresas foram às compras. A Salesforce, por exemplo, fez mais de 20 M&As nos últimos 20 anos. Alguns deles enormes, como a aquisição do Tableau por US$ 15,7 bilhões.

A SAP não ficou para trás e fez aquisições nos mais diversos segmentos, como a Concur e a Ariba, entre 2012 e 2014, que são empresas com softwares para departamentos de compras (algo presente em todo tipo de empresa) e reembolso de despesas (outra atividade super comum).

Percebeu? Essas empresas maiores adquiriram outras empresas de software menores, mas que guardavam em seus produtos a horizontalidade, ou seja, que pudessem ser vendidas para qualquer cliente da enorme carteira dessas gigantes.

Dos três exemplos que eu mencionei há pouco (Avalara, IronSource e Ping Identity), duas se encaixam perfeitamente nessa descrição. Depois de muitas semanas em busca de oportunidades, separei três ações num relatório recente aos clientes da Empiricus. Uma delas é uma empresa de cibersegurança atrativa. Convido você a acessá-lo neste link.

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