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Após a queda dos ativos de risco, os investidores parecem se preparar para um coice, mas a espera pode não passar de puro pessimismo
Dizem os pessimistas que nada é tão ruim que não possa piorar. E os números da inflação de agosto nos Estados Unidos continuam alimentando essa visão entre os participantes do mercado financeiro na manhã de hoje.
Depois da queda - não de preços, mas das cotações dos ativos de risco -, os investidores parecem se preparar para um coice.
As bolsas de valores da Ásia repercutiram na madrugada a forte queda registrada na véspera em Wall Street, a pior desde junho de 2020.
Na Europa, os principais mercados de ações abriram no vermelho e ali continuaram mesmo depois de a inflação no Reino Unido ter contrariado as expectativas e desacelerado.
No mercado de câmbio, depois de algum alívio nos últimos dias, o euro hoje encontra dificuldade para manter a paridade com o dólar. Entre as criptomoedas, os participantes do mercado se esforçam para manter o bitcoin acima dos US$ 20 mil.
Esses movimentos são atribuídos à ressaca da inflação nos EUA diante dos temores de que o aperto monetário promovido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) conduza a maior economia do mundo a uma recessão.
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De qualquer modo, a espera pelo coice pode não passar de pessimismo puro e simples.
Em Wall Street, a queda de ontem foi tão acentuada que hoje os índices futuros de Nova York esboçam alguma reação com os investidores à espera dos números da inflação ao produtor norte-americano.
Por aqui, a expectativa é de que os investidores mantenham o Ibovespa a reboque de Wall Street. Mas vai saber…
E, já que estamos no assunto, a Méliuz (CASH3) foi do céu ao inferno depois de uma concorrida oferta subsequente de ações realizada há pouco mais de um ano.
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