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A fabricante de autopeças avalia a possibilidade de fazer oferta subsequente com distribuição primária e secundária.
A Fras-le (FRAS3), companhia do grupo Randon especializada em autopeças, confirmou nesta quarta-feira (9) que avalia a possibilidade de realizar uma oferta subsequente de ações (follow-on) com distribuição primária e secundária.
Na distribuição primária, a empresa vende novos títulos e os recursos captados vão para o caixa. Já a distribuição secundária é apenas a venda de ações já existentes. Nesse caso, os recursos vão para os vendedores em vez de ir para o caixa da empresa.
Em fato relevante publicado nesta manhã, a companhia ponderou, no entanto, que o follow-on está sujeito às condições dos mercados de capitais. E sabemos que elas andam instáveis.
A Fras-le confirmou, ainda, que contratou os bancos Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI e Safra para prestar assessoria financeira e preparar a oferta.
O comunicado foi uma resposta a uma notícia veiculada no Valor Econômico dizendo que a Fras-le pretende captar R$ 750 milhões numa tranche primária. A empresa, entretanto, não comunicou quanto pretende levantar com a oferta, nem deu qualquer informação sobre a finalidade da captação.
A fabricante de autopeças também comunicou que, devido aos preparativos para o follow-on, não irá mais divulgar suas projeções financeiras, o famoso guidance. Segundo a Fras-le, essa decisão considera a necessidade de alinhamento de sua política de divulgação de projeções com os procedimentos adotados por auditores independentes.
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Dessa maneira, a empresa ressalta que quaisquer projeções divulgadas no passado não devem ser consideradas para fundamentar decisões de investimento caso o follow-on se concretize.
Na última divulgação do guidance para 2022, feita em fevereiro, a Fras-le projetava uma receita líquida consolidada entre R$ 2,7 e R$ 3 bilhões no ano, bem como uma margem EBITDA entre 14% e 16%. Os investimentos, por sua vez, deveriam navegar entre R$ 90 e R$ 120 milhões.
No ano passado, a empresa atingiu R$ 2,6 bilhões em receita líquida, resultado 54,5% maior que o apresentado em 2020. O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 388,1milhões, ou seja, 17,3% a mais que o ano anterior. O lucro líquido cresceu 15,7%, para R$ 210,6 milhões.
No quarto trimestre de 2021, a companhia obteve a maior receita da sua história. No entanto, a Fras-le apontou que as provisões afetaram os resultados, por serem itens não recorrentes.
O ano passado marcou o primeiro aniversário da aquisição da Nakata Automotiva, um player relevante no segmento. Segundo a Fras-le, posteriormente ao anúncio da aquisição foi montada uma equipe para identificar sinergias entre as duas empresas.
Uma das principais sinergias identificadas foi a possibilidade de expansão das vendas dos produtos Nakata para América Latina utilizando as estruturas do grupo Fras-le. Dessa forma, a empresa aponta que iniciativas nessa frente já resultam em R$1,5 milhão em receitas no primeiro ano da aquisição. A expectativa é que elas dobrem no segundo ano.
A Fras-le possui um amplo histórico de crescimento via aquisições, e tem tido como resultado a ampliação de seu portfólio. Desde 2017, a companhia comprou a Armetal e a Farloc, na Argentina; a ASK, na Índia; a Fanacif, no Uruguai; e a Fremax e a Nakata, no Brasil.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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