Insights de investimento, análises de mercado e muito mais! Siga o Seu Dinheiro no Instagram

2022-01-17T17:14:23-03:00
Carolina Gama
GESTORA

Adeus ou até logo? ‘Monstro do Leblon’ vende mais ações, e Banco Inter (BIDI11) dispara após novo leilão na B3

O Ponta Sul já havia se desfeito de units do banco digital na semana passada, quando reduziu a participação de 12% para 7%

14 de janeiro de 2022
17:34 - atualizado às 17:14
Sede do Banco Inter stone
Sede do Inter - Imagem: Divulgação

Ao que tudo indica o "Monstro do Leblon" atacou novamente em uma possível tentativa de estancar perdas e fazer caixa. A gestora carioca Ponta Sul, de Flávio Gondim, teria voltado a se desfazer de units do Banco Inter (BIDI11). 

Um novo  leilão nesta sexta-feira (14) movimentou 300 milhões de ações do banco digital, com um giro de R$ 700 milhões, e o mercado especula que o Ponta Sul esteve mais uma vez na ponta vendedora.

Após o leilão e sem pressão sobre os papéis, BIDI11 voltou a subir e encerrou o dia com avanço de 7,92%, a R$ 23,85 - a maior alta do dia na bolsa. Antes do leilão, os papéis recuavam mais de 3%.

Dessa vez, a operação começou com 20 milhões de units a R$ 19 e chegou ao final com 30 milhões de units a R$ 23,50 cada, segundo informou o site Brazil Journal.

Monstro de garras afiadas

Toda vez que as ações do Inter apresentam uma trajetória incomum, as atenções do mercado se voltam para o Ponta Sul e Gondim, também conhecido como “Monstro do Leblon”.

Na semana passada, a gestora carioca vendeu R$ 740 milhões em ações do banco digital, fazendo com que sua participação caísse de 12% para 7%

No auge, a fatia no Inter chegou a 20%. Com o leilão de hoje, a tendência é que esse percentual volte a cair. 

Banco Inter e o 'Monstro do Leblon'

Gondim ganhou o apelido de “Monstro do Leblon” pela forma agressiva como opera no mercado, com posições bastante alavancadas — maiores que o patrimônio do fundo.

O Ponta Sul entrou em 2021 com R$ 3,3 bilhões, mas, no dia 6, o patrimônio da carteira chegou a cair para R$ 788 milhões, uma desvalorização de 76% em 12 meses, de acordo com dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No último dia 12 estava em R$ 1 bilhão

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Que pi… é essa?

Eu decidi sair do banco, mas não queria entrar em uma enrascada. Bem, acredito que eu tenha encontrado um portal para fugir dessa Caverna do Dragão das finanças. E cá estou para explicar essa descoberta.

A PARTIR DE JUNHO

Quer um pedacinho da Eletrobras (ELET3)? O trabalhador poderá usar recursos do FGTS para comprar ações

O trabalhador deverá fazer reserva de aquisições entre 3 e 9 de junho. O governo liberou o uso de até 50% do FGTS para compra de ações da Eletrobras

DESINVESTIMENTO

Em meio à turbulências, Petrobras (PETR4) assina mais um contrato de venda de refinaria

A operação ainda deve passar pelo crivo do Cade. A venda da refinaria Lubnor por US$ 34 milhões faz parte do plano de desinvestimento

DIPLOMACIA RUSSA

Bandeira branca? Putin diz que vai viabilizar comércio de grãos ucranianos e fertilizantes

Em conversa com o presidente da França e o chanceler da Alemanha, Putin afirmou que vai aumentar a oferta de grãos e fertilizantes

NÃO VINGOU

Terra 2.0 derrete mais de 60% no dia do lançamento; saiba por quê

A Terra 2.0 já acumula perdas; o renascimento da criptomoeda sofre com a perda de credibilidade, após falhas no protocolo da antiga moeda

NOVA CRIPTO NA ÁREA

Lançamento da Terra 2.0: vale a pena investir em um projeto criado pelos mesmos desenvolvedores da extinta Terra (LUNA)? Especialistas falam sobre nova criptomoeda

A resposta foi quase unânime: os analistas deixaram de acompanhar a Terra (LUNA) e não acreditam mais no projeto

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies