O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bolsas sobem lá fora com expectativa de bons resultados trimestrais; no Brasil, partidos se preparam para convenções
A semana começa com bons ventos emanados pelas bolsas de valores estrangeiras e com o início do período de recesso do Congresso Nacional.
Parecem boas notícias em um momento no qual os participantes do mercado se preparam para o início da temporada de balanços depois de o Ibovespa ter encerrado a semana passada em queda acumulada de 3,73%.
Entretanto, nada disso significa que o investidor brasileiro vai ter folga, principalmente dos ruídos políticos.
Às vésperas de entrar em recesso, enquanto todos os olhos estavam voltados para chamada a PEC Kamikaze, o Congresso aprovou discretamente projetos com potencial de interferir no financiamento de campanhas e nas negociações das eleições deste ano.
Entre os pontos mais relevantes, os congressistas alteraram regras para doações durante a campanha eleitoral, ampliaram o sigilo sobre o 'orçamento secreto' e autorizaram o governo a alterar o destino de recursos já contratados. A cereja do bolo é que nada disso será considerado crime eleitoral.
Em tempo, a legislação eleitoral proíbe expressamente “a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública” em anos eleitorais.
Leia Também
Enquanto o Congresso entra em recesso, os partidos engajados na disputa das eleições realizam a partir desta semana as convenções destinadas a homologar seus candidatos ao Palácio do Planalto.
O PDT abre a fila na quarta-feira.
A convenção do MDB, na qual deve ser formalizada a candidatura de Simone Tebet, ainda não tem data definida.
Outros partidos pretendem oficializar seus candidatos mais perto do fim do prazo de homologação, estabelecido para 5 de agosto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
E enquanto os partidos se preparam para homologar seus candidatos, o presidente Jair Bolsonaro segue em sua cruzada contra as urnas eletrônicas.
Dezenas de embaixadores foram convidados para uma reunião na qual Bolsonaro pretende alegar, agora para um público estrangeiro, que o mesmo sistema de votação que garantiu sua presença no Palácio do Planalto em 2018 não seria confiável.
Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Rússia não confirmaram presença até o momento. França e União Europeia (UE) informaram que enviarão representantes, mas não entraram em detalhes sobre o escalão deles. Bolsonaro promete a presença de “50 embaixadores” no evento.
O presidente do TSE, Edson Fachin, também foi convidado, mas declinou.
Desde antes das eleições de 2018, Bolsonaro insiste na alegação de que as urnas eletrônicas não seriam confiáveis. Até hoje, porém, o presidente nunca apresentou nenhuma prova que sustentasse suas alegações.
Implementadas ainda nos anos 1990, as urnas eletrônicas consolidaram-se como principal meio de votação no Brasil com o passar dos anos.
O voto em papel é utilizado apenas quando ocorre algum defeito na urna eletrônica ou quando cai o fornecimento de energia elétrica.
Desde sua implementação, não há registro de fraude no sistema eletrônico de votação.
Agora que já falamos bastante de política e eleições, vamos tratar dos resultados das companhias listadas em bolsa referentes ao segundo trimestre.
A temporada de balanços tem início amanhã, mas só deve engrenar na semana que vem.
Na terça-feira, depois do fechamento, será divulgado o resultado trimestral da Indústrias Romi (ROMI3).
Na quarta-feira, antes da abertura, a Weg (WEGE3) publicará seu balanço.
Confira aqui o calendário de resultados trimestrais elaborado especialmente pelo Seu Dinheiro.
Só para avisar, a agenda de indicadores estará bem tranquila esta semana.
Depois do relatório semanal Focus, previsto para a manhã de hoje, o número mais relevante esperado para os próximos dias é da arrecadação de impostos em junho, cuja divulgação está prevista para a quinta-feira.
No que depender do clima nas bolsas estrangeiras, o investidor não tem muito do que reclamar. Os mercados financeiros internacionais protagonizam hoje mais uma sessão de recuperação.
Não é que a preocupação com a inflação e os temores de uma recessão em escala global tenham repentinamente sumido do radar dos investidores.
Os índices de Wall Street e da Europa mantêm hoje a recuperação iniciada na sexta-feira diante da expectativa de resultados positivos na temporada de balanços lá fora.
Hoje serão divulgados os balanços do Goldman Sachs, do Bank of America e da IBM.
Enquanto esses números não saem, as bolsas de valores da Europa operam em forte alta e os índices futuros de Nova York sinalizam abertura no azul em Wall Street. Na Ásia, os mercados de ações fecharam em alta.
Até o euro, que nas últimas semanas sofreu uma forte desvalorização diante dos temores de recessão, distanciava-se um pouco da paridade com o dólar na sessão de hoje.
A questão: até quando essa bonança nos mercados internacionais se manterá?
De olho na alta dos preços e no risco de recessão, o Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar na quinta-feira seu primeiro aumento de juro em mais de uma década.
Entretanto, analistas esperam que o aperto monetário na zona do euro comece de um modo menos agressivo do que o que vem sendo promovido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente