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As tensões crescentes entre Rússia e OTAN pressionaram as bolsas globais e deram força ao dólar; confira os destaques dos mercados hoje
Os mercados brasileiros estarão fechados neste início de semana; a B3, por exemplo, retorna apenas na quarta-feira (2), a partir das 13h. Mas, lá fora, temos um dia normal para os ativos globais — e a cautela toma conta das negociações, pressionando as bolsas e fortalecendo o dólar em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia.
Embora o dia tenha começado com perdas superiores a 1%, os principais índices desaceleraram o movimento após o início da nova reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) para debater o conflito. Ainda assim, o dia foi de perdas.
Acumulando recuo de cerca de 4% no mês, os principais índices americanos fecharam o dia em queda, assim como as principais bolsas europeias. A única exceção foi o Nasdaq, que virou para o positivo nos últimos minutos do pregão.
Os ativos brasileiros negociados no mercado americano também sofreram pressão intensa nesta segunda-feira, acompanhando a tensão global envolvendo a situação no leste europeu, mas desaceleraram o ritmo. O EWZ, principal ETF de ações do Brasil em Wall Street, fechou o dia com um recuo de 0,48%.
A perda mais significativa foi do setor de bancos, já que as commodities voltaram a brilhar com o conflito geopolítico. O barril do WTI e o do Brent avançavam cerca de 4%. O ouro, tradicional reserva de valor para tempos de crise, teve alta de 1,5%.
Depois de acumular uma queda de mais de 50% na última semana, a bolsa de valores russa está fechada nesta segunda-feira, por decisão do banco central do país, em uma tentativa de evitar um novo colapso dos ativos.
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Esse comportamento se deve, em grande parte, aos novos desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia. Por mais que os países tenham concordado em dar início às negociações para um cessar-fogo, ainda há muita dúvida na comunidade internacional quanto à possibilidade de sucesso desse diálogo.
Representantes ucranianos e russos se reuniram nesta segunda-feira, mas o dia terminou sem que um acordo de paz fosse firmado pelos países. Buscando maior apoio para lidar com a crise, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assinou um termo de pedido de adesão à União Europeia.
Em paralelo, os conflitos armados em território ucraniano seguem acontecendo. E se, no começo da guerra, muitos apostavam numa resolução rápida, dada a superioridade das forças armadas russas, o que se vê na prática é uma resistência intensa por parte da Ucrânia — o prolongamento do confronto, assim, parece inevitável. A informação é de que a resposta ucraniana tem atrasado o cronograma russo de invasão.
Além disso, também cresceram as tensões entre o governo Putin e os países ocidentais, principalmente os que fazem parte da OTAN. No domingo (27), o presidente russo colocou o armamento nuclear do país em "alerta máximo" — uma medida que, na prática, não quer dizer nada, mas que serve para enviar um recado aos rivais.
E o recado foi recebido: a OTAN disponibilizou aviões-caça para as forças armadas ucranianas, países europeus estão enviando armamento para a Ucrânia, e a Alemanha já anunciou que vai aumentar os gastos do governo no front militar. Uma corrida que evoca os tempos de Guerra Fria e lança ainda mais dúvidas quanto ao futuro da guerra.
Os Estados Unidos voltaram a declarar que uma guerra nuclear está fora de questão e que a própria Rússia assinou tratados que proíbem a abordagem. Além disso, o uso de bombas ilegais está sendo investigado.
No mercado de câmbio, o dólar se fortaleceu em escala global nesta segunda-feira: o DXY, índice que mede o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta com divisas fortes — como o euro, o iene, a libra e o franco suíço — avançou 0,09%.
Quadro parecido é visto na comparação entre o dólar e as moedas de países emergentes, com saltos de 1% a 2% frente ao peso mexicano, o rand sul-africano, por exemplo. O destaque, no entanto, fica com o mercado de câmbio da Rússia, que sofre intensa pressão neste início de semana.
O dólar disparou 15% em relação à divisa russa, superando pela primeira vez na história o patamar de 100 rublos no início do dia. Esse movimento, naturalmente, se deve ao contexto de guerra, mas tem grande relação com as sanções econômicas aplicadas pelos países ocidentais ao governo Putin.
Ao longo do fim de semana, começou a ser colocada em prática a exclusão das instituições financeiras russas do SWIFT, o sistema interbancário internacional, medida apoiada também pelo Japão. No entanto, a medida mais impactante foi o congelamento de mais da metade das reservas internacionais do Banco Central da Rússia por parte da União Europeia e dos EUA.
Incapaz de movimentar boa parte das reservas, o BC russo perde o poder de dar suporte ao rublo, deixando-o exposto à intensa desvalorização — mais cedo, a perda de valor da divisa chegou à casa dos 30%. Em resposta, a autoridade monetária da Rússia elevou a taxa de juros do país a 20%, o que limitou parte das perdas.
Nesta segunda-feira, novas sanções foram anunciadas pelo governo americano e também repercutiram na bolsa. Agora, os cidadãos estão proibidos de realizar transações com o BC russo, o Fundo Nacional de Riqueza e o Ministério das Finanças do país. O fundo soberano também está bloqueado.
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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