🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

SEGREDOS DA BOLSA

Esquenta dos mercados: Ibovespa digere eleição e nova configuração do Congresso; bolsas no exterior recuam à espera dos dados da semana

Os dados de emprego dos Estados Unidos dominam a semana enquanto os investidores acompanham reunião da Opep+

Renan Sousa
Renan Sousa
3 de outubro de 2022
7:26 - atualizado às 8:20
Homem prestes a tomar sal de frutas, bolsas reagem com indigestão às eleições; Iboespa reage às eleições e exterior cai hoje
Confira o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa esta semana. - Imagem: LightField Studios/Shutterstock

O cenário mais provável para os desdobramentos das eleições presidenciais aconteceu. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) se enfrentarão em um segundo turno — mas o acontecido surpreendeu alguns eleitores e o sentimento de espanto deve se refletir na bolsa local hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sendo bem sincero, parte da esquerda estava em um clima de “já ganhou” — afinal, as últimas pesquisas de intenção de voto apontavam chances de vitória de Lula já no primeiro turno.

Mas nem mesmo as pesquisas foram capazes de captar a migração de eleitores para o campo de Bolsonaro. O resultado da apuração do último domingo (02) surpreendeu até mesmo quem acompanhava os levantamentos: de projeções que variavam entre 33% e 35%, o atual presidente abocanhou 43,20% dos votos.

Agora, os candidatos se enfrentam em um duelo final no dia 30 de outubro, data do segundo turno. Até lá, ambos candidatos devem intensificar suas campanhas — e mais uma vez o futuro é incerto.

E onde se encaixa o investidor brasileiro nesse cenário?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem, incerteza e bolsas são como água e óleo e preferem não se misturar. O investidor acompanhará o dia a dia dos candidatos, as propostas e corpo de ministros enquanto lida com um cenário externo de grande cautela. 

Leia Também

Em outras palavras, a volatilidade deve dominar o Ibovespa pelo menos pelo próximo mês, até a definição do cargo de presidente da República. 

Se o Ibovespa se descolou do exterior com um relativo otimismo em relação às eleições nas últimas semanas, a pressão sobre os negócios deve dominar e, sem ajuda lá de fora, a bolsa local não deve enfrentar bons dias. 

Os reflexos do alívio — ainda que temporário — das campanhas para o segundo turno foi refletido no EWZ, o fundo de índice (ETF, em inglês) que replica o desempenho do Ibovespa no exterior. O ativo deu um salto de 3% no pré-mercado em Nova York, mostrando que o invertidor gostou do resultado do primeiro turno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Três pontos devem reforçar a volatilidade das bolsas globais nesta segunda-feira (03): a alta do petróleo, a virada de mês com ajuste de carteiras e a baixa liquidez com a ausência dos mercados chineses. 

Veja o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa esta semana:

Um congresso mais conservador

Os cenários projetados para o segundo turno dão conta de uma vitória do ex-presidente Lula frente ao seu oponente, Bolsonaro — ainda que o público em geral tenha desconfiado dos institutos de pesquisas após os resultados de ontem, os levantamentos não só podem como devem ser levados em conta.

Entretanto, não é só o Palácio do Planalto que está em jogo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acontece que a direita conseguiu fincar raízes no eleitorado brasileiro e praticamente dominou o Congresso e os estados. O partido de Bolsonaro, por exemplo, abocanhou 16% da Câmara e quase 25% do Senado. Se as projeções de segundo turno se confirmarem, o diálogo com políticos do campo político inverso do futuro presidente não será nada fácil.

Cenário número 1

O clima lembra um pouco o ano de 2016, quando a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) também enfrentava pontos de intransigência com o Congresso.

Diferentemente daquela época, o trunfo pode ser o capital político e a estima de Lula com seus pares na Câmara e no Senado — mas o apreço tem um preço no jogo político.

Cenário número 2

Outra possibilidade seria a manutenção de Jair Bolsonaro na cadeira do Planalto. Não é de hoje que o presidente mais sede do que ganha no Congresso e é visto como uma figura enfraquecida na política nacional frente aos seus pares — estamos falando do presidente da Câmara e seu respectivo no Senado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também pesa do lado negativo do presidente a falta de estima internacional, com pouco apoio de líderes de importantes economias e parceiros comerciais do Brasil. 

E por que isso importa?

Em resumo, um Congresso voltado para a direita e centro-direita não necessariamente carrega consigo a ideologia liberal esperada pelos eleitores mais engajados com a economia. 

A pauta de reformas e austeridade nas contas públicas deve ser levada pelos representantes do Executivo — entre eles, o próprio presidente — e debatida tentando equilibrar as forças entre os Poderes.

São muitos “se” para o investidor ter um panorama mais bem definido do que fazer até o momento. Resta esperar pela campanha, segundo turno e uma definição melhor da classe política para decidir o que fazer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas no exterior hoje

Fora das confusões locais, os índices lá fora vivem seus próprios momentos de volatilidade. 

Começando pelas bolsas já fechadas na Ásia e no Pacífico, os índices registraram perdas no pregão desta segunda-feira, refletindo o fraco desempenho de Nova York da semana passada.

Vale ressaltar que a ausência de negócios na China nesta semana deixará a liquidez reduzida ao longo dos próximos dias, o que também tende a aumentar a volatilidade.

Já os investidores da Europa mantêm uma posição defensiva e as bolsas caem, na média, 1%. Os futuros de Nova York operam sem direção definida nas primeiras horas do dia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petróleo influencia os negócios

Chama a atenção a alta de mais de 3% no petróleo hoje. O barril do Brent, utilizado como referência internacional, é negociado a US$ 88,43.

Isso porque a Opep+ deve considerar na próxima quarta-feira (05) o maior corte de produção desde o início da pandemia, visando sustentar os preços da commodity. A medida, entretanto, pode pressionar o crescimento econômico global.

Segundo fontes ouvidas pelo Estadão Conteúdo, está sendo considerada a possibilidade de redução de mais de 1 milhão de barris por dia.

A tal recessão que tanto assusta

Preocupações com a desaceleração da economia global arrastaram os preços do petróleo para baixo em seu ritmo mais rápido desde que a pandemia de covid-19 começou no início de 2020, levando a Opep+ a considerar maneiras de sustentar o preço do petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir daí, qualquer movimento da Opep + para aumentar os preços do petróleo pode pressionar ainda mais os consumidores ocidentais já prejudicados pelos altos custos de energia, além de ajudar a Rússia — um dos maiores produtores de energia do mundo — a encher seus cofres estatais enquanto trava uma guerra contra a Ucrânia.

Tudo isso em um contexto de recessão técnica na maior economia do planeta. O PIB dos Estados Unidos recuou por dois trimestres seguidos, confirmando as preocupações de que o país deve reduzir seu crescimento e levar consigo parte do desempenho econômico global. 

Emprego nos EUA movimenta bolsas

Por fim, na sexta-feira (07) serão publicados os dados de emprego nos Estados Unidos. O chamado payroll deve ser divulgado só no último dia da semana, mas ao longo dos próximos dias, algumas “parciais” devem dar pistas do resultado.

Isso porque a chamada “semana de emprego” conta com a publicação dos números dos relatórios Jolts de emprego (na terça-feira) e do ADP (na quarta-feira).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas na semana: agenda dos próximos dias

Segunda-feira (03)

  • Alemanha: PMI industrial (4h55)
  • Zona do Euro: PMI industrial (5h)
  • Reino Unido: PMI industrial (5h30)
  • Banco Central: Boletim Focus semanal (8h25)
  • Brasil: PMI industrial (10h05)
  • Estados Unidos: Presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, participa de evento do Fed (10h05)
  • Estados Unidos: PMI industrial (11h)
  • Reino Unido: Diretora do BoE, Catherine Mann participa de evento sobre política monetária (15h)
  • Estados Unidos: Presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, participa de evento do Fed (12h45)
  • Feriado na China mantém mercado financeiro fechado por lá

Terça-feira (04)

  • França: OCDE divulga CPI de agosto (7h)
  • Brasil: CNI divulga indicadores industriais de agosto (10h)
  • Estados Unidos: Secretária do Tesouro, Janet Yellen, participa de evento do próprio departamento (11h)
  • Estados Unidos: Relatório Jolts de empregos (11h)
  • Chipre: Presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de evento com estudantes (12h)
  • Feriado na China mantém mercado financeiro fechado por lá

Quarta-feira (05)

  • Alemanha: PMI composto (4h55)
  • Zona do Euro: PMI composto (5h)
  • Reino Unido: PMI composto (5h30)
  • IBGE: Pesquisa industrial mensal (9h)
  • Estados Unidos: Relatório ADP de empregos privados (9h15)
  • Brasil: PMI composto (10h)
  • Estados Unidos: PMI composto (10h45)
  • Banco Central: Fluxo cambial de setembro (14h30)
  • Áustria: Reunião ministerial da Opep+ (sem horário definido)
  • Feriado na China mantém mercado financeiro fechado por lá

Quinta-feira (06)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Zona do Euro: BCE publica ata da mais recente reunião de política monetária (8h30)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Feriado na China mantém mercado financeiro fechado por lá

Sexta-feira (07)

  • IBGE: Varejo restrito e ampliado em agosto (9h)
  • Estados Unidos: payroll de setembro (9h30)
  • Estados Unidos: Crédito ao consumidor do Fed (16h)
  • Feriado na China mantém mercado financeiro fechado por lá

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar