🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

De volta ao lar

Embraer (EMBR3) reintegra o setor de aviação comercial após o fiasco com a Boeing. E agora, como ficam as ações?

Para a Embraer (EMBR3), a parceria com a Boeing em aviação comercial é passado; mas será que o mercado precifica corretamente suas ações?

Victor Aguiar
Victor Aguiar
26 de janeiro de 2022
14:50 - atualizado às 11:49
Avião Embraer E190-E2, aeronave de segunda geração da família de aviões comerciais da Embraer (EMBR3)
Imagem: Shutterstock

Era dezembro de 2017 quando uma notícia caiu como uma bomba nos mercados brasileiros: a Boeing (BOEI34) estava em conversas com a Embraer (EMBR3) para comprar a divisão de aviação comercial da empresa brasileira. Uma saga que se estendeu por cinco anos, com aproximações, debates governamentais e rompimentos de contrato — e que, na superfície, chegou ao fim hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, nesta quarta-feira (26), a Embraer anunciou a reintegração completa do negócio de aviação comercial, após o fracasso da joint-venture com a Boeing. Ou seja: tudo volta a ser como antes — mas a água que passou por baixo da ponte trouxe desdobramentos importantes a serem considerados pelos investidores.

A começar pelas ações EMBR3: em junho de 2018, os papéis se aproximaram dos R$ 25,00, dando a entender que poderiam buscar novas máximas históricas; em outubro de 2020, chegaram perto dos R$ 6,00, atingindo novas mínimas; e, ao fim de 2021, já estavam novamente nos R$ 25,00 — a Embraer, inclusive, foi a empresa de melhor desempenho de todo o Ibovespa no ano passado.

Para entender melhor o movimento das ações EMBR3, é preciso relembrar exatamente o que aconteceu entre a Embraer e a Boeing — e como fatores externos, como a pandemia ou a criação de uma nova frente de negócios pela empresa brasileira para o desenvolvimento de eVTOLs, afetaram os rumos do grupo.

Comportamento das ações ON da Embraer (EMBR3) desde 2017 — o período engloba todas as fases de negociação com a Boeing

O mercado global de aviação civil

Em primeiro lugar, convém fazer uma breve explicação sobre o mercado de aviação civil no mundo e o equilíbrio de forças entre os inúmeros players globais. O interesse da Boeing na divisão comercial da Embraer ia muito além de uma mera fusão entre duas empresas do setor; era um movimento estratégico para ampliar a competitividade do conglomerado americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há inúmeras fabricantes de aeronaves no mundo, mas há uma certa diferenciação entre elas. Companhias como Boeing e a francesa Airbus são particularmente fortes no setor de cabine longa — os aviões de grande porte, capazes de transportar centenas de passageiros e com autonomia para mais de dez horas de voo.

Leia Também

Já a Embraer e a canadense Bombardier têm foco no segmento de cabine curta e média; seus jatos são menores e têm autonomia menor. Para a aviação civil, é importante que haja essa segmentação: uma companhia que opera apenas trechos regionais, por exemplo, não precisa de aeronaves grandes, que consomem mais combustível e têm custos operacionais mais elevados.

Dito isso, a Airbus e a Bombardier já estavam desenvolvendo parcerias estratégicas de negócio, unindo o melhor dos dois mundos — na prática, formava-se um conglomerado que fabricava aeronaves de todos os portes, o que conferia aos franco-canadenses uma vantagem competitiva em termos de negociação com as empresas aéreas.

Sendo assim, o passo natural para a Boeing era buscar uma saída semelhante à da Airbus, e a Embraer apareceu como a alternativa ideal: a empresa brasileira é reconhecida globalmente pela qualidade de suas aeronaves de pequeno e médio porte. O passo era fundamental para que os americanos não ficassem para trás em relação aos franceses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a Embraer, a união de forças com a Boeing também era interessante. Em 2017, a companhia estava numa fase complexa de sua estratégia operacional: a nova geração dos jatos comerciais começava a ser entregue e recebia pedidos cada vez mais volumosos; em paralelo, a geração antiga continuava sendo encomendada.

Portanto, havia dois ciclos de aeronaves em andamento ao mesmo tempo. Uma situação que demandava investimentos elevados por parte da empresa brasileira e que implicava em riscos consideráveis de execução — a Bombardier, por exemplo, enfrentou turbulências significativas nos anos seguintes ao lançamento de sua nova geração de aviões de cabine curta e média.

Tendo esse contexto em mente, era importante para a Embraer ter a segurança financeira de um novo sócio, como a Boeing; a união com os americanos também abria mais portas no mercado global de aviação e reduzia os custos operacionais, aos moldes do que foi feito pela Airbus-Bombardier.

Era um casamento perfeito — até o momento em que não foi mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embraer + Boeing: pandemia, crise e ruptura

Em dezembro de 2018, Embraer e Boeing chegaram a um acordo: a divisão de aviação comercial da empresa brasileira foi avaliada em US$ 5,25 bilhões e seria operada pelas duas companhias, num esquema de joint-venture — os americanos seriam donos de 80% da empreitada, pagando US$ 4,2 bilhões pela participação.

A priori, esse desenho traria dois desdobramentos óbvios para a Embraer: a entrada de um volume imenso de recursos no caixa da empresa e o redesenho operacional. A venda de 80% da aviação comercial implicava que as ações EMBR3 passariam a precificar uma empresa mais simples.

Os setores de aviação executiva e de defesa e segurança continuavam intocados, mas a aviação comercial seria reduzida a 20% da participação original — o que exigia ajustes e correções no preço dos papéis, considerando que esse era o segmento mais representativo em termos de receita da Embraer.

Esse cálculo, longe de ser trivial, fez com que as ações EMBR3 nunca tivessem uma reação explosiva às negociações com a Boeing; repare, no gráfico do começo desse texto, que os papéis tiveram um comportamento relativamente contido de 2017 a 2020, sem grandes oscilações para cima ou para baixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seja como for, a negociação parecia caminhar sem maiores entraves e a concretização da joint-venture parecia caminhar sem problemas. Mas, a partir de 2019, uma série de problemas de diversas naturezas começou a atingir a Boeing e o setor aéreo como um todo.

O primeiro deles foi a crise envolvendo as aeronaves Boeing 737 MAX: dois acidentes fatais e em circunstâncias muito semelhantes — um da Lion Air, em outubro de 2018, e outro da Ethiopian Airlines, em março de 2019 — levantaram suspeitas quanto à segurança desses aviões.

Companhias aéreas e autoridades regulatórias no mundo todo proibiram o uso desses modelos, e toda a carteira de entregas da Boeing foi afetada, com empresas cancelando ou postergando as compras que já haviam sido fechadas. Uma crise institucional que, até hoje, não foi totalmente superada.

Meses depois, a pandemia de Covid-19 traria um baque imenso ao setor: com o fechamento de fronteiras e restrições à circulação de pessoas, as companhias aéreas viram-se numa situação delicada — o que trouxe um efeito dominó para as fabricantes de aeronaves. Afinal, se não há voos, não há porque renovar as frotas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse contexto, a parceria logo azedou e, em março de 2020, a Boeing rescindiu o contrato firmado com a Embraer; os americanos alegavam que determinadas cláusulas não foram cumpridas; os brasileiros afirmavam que a crise do 737 MAX e as perdas operacionais em meio à pandemia levaram a Boeing a uma 'quebra unilateral' dos termos.

O tema ainda está sendo discutido na Justiça, com a Embraer buscando uma indenização e tentando provar que cumpriu as etapas previamente estabelecidas. Mas, no começo de 2020, a situação parecia trágica para a empresa brasileira: a negociação com a Boeing foi um fiasco, sua divisão comercial estava separada e as perspectivas para o setor de aviação eram as piores possíveis.

Embraer, Eve e retomada

Tendo esse contexto em mente, como a Embraer conseguiu se recuperar em tão pouco tempo, a ponto de liderar os ganhos do Ibovespa em 2021?

Boa parte dessa retomada se deve à Eve, a divisão de eVTOLs — aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical — da Embraer. Fundada em 2018, ela começou como uma espécie de incubadora tecnológica e, em pouco tempo, tornou-se uma espécie de joia da coroa da empresa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E isso porque os eVTOLs viraram a nova aposta global para a mobilidade urbana. Os 'carros voadores', como ficaram conhecidos, logo começaram a despertar o interesse de inúmeras empresas ao redor do mundo, e a Eve viu uma verdadeira explosão na demanda por seus protótipos.

Sim, protótipos: ainda não há carros elétricos decolando em lugar nenhum. Mas o conceito dos eVTOLs por si só já é suficiente para atrair inúmeros compradores e investidores — a Eve já tem quase 20 clientes em sua carteira e encomendas para quase 2 mil eVTOLs.

Arte conceitual do eVTOL da Eve, subsidiária da Embraer (EMBR3)
Arte conceitual do eVTOL da Eve, a subsidiária da Embraer que fabrica os 'carros voadores' elétricos

O potencial da Eve para voos maiores foi notado pela Zanite Acquisition Corp., uma empresa de aquisição de propósito específico (SPAC, na sigla em inglês). Em dezembro do ano passado, as partes chegaram a um acordo para levar a subsidiária da Embraer à bolsa americana.

A Eve, sozinha, foi avaliada em US$ 2,4 bilhões — uma cifra muito próxima do valor de mercado da Embraer inteira na época. A empresa brasileira, no entanto, não venderá a subsidiária à Zanite: as duas serão sócias no negócio, com a Embraer permanecendo com 82% da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

EMBR3: o que esperar daqui em diante?

Dito tudo isso, é preciso fazer algumas considerações a respeito do futuro da Embraer, agora que a divisão de aviação comercial foi 100% reintegrada a sua estrutura organizacional e que a Eve se mostrou um sucesso.

Atualmente, a Embraer tem valor de mercado de US$ 2,8 bilhões, o que equivale a cerca de R$ 15,4 bilhões. No cenário em que a negociação com a Zanite seja concluída nos termos atuais, a participação de 82% da companhia na Eve seria avaliada em US$ 2 bilhões.

Portanto, todo o restante da Embraer — o que inclui as divisões de aviação comercial, executiva e de defesa e segurança —, está sendo precificado pelo mercado em US$ 800 milhões, ou R$ 4,3 bilhões. É um valor justo, ou os investidores estão subdimensionando os demais negócios da empresa brasileira?

Apenas a título de comparação: em setembro de 2018, antes de a parceria com a Boeing ganhar contornos mais firmes e quando a Eve era apenas um embrião, o valor de mercado da Embraer era de R$ 14,3 bilhões. Essa cifra, portanto, refletia apenas as divisões de aviação comercial, executiva e de defesa e segurança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Obviamente, há uma diferença considerável entre R$ 4,3 bilhões e R$ 14,3 bilhões e, instintivamente, a tendência é a de acreditarmos que estamos diante de uma grave distorção: ou o mercado supervalorizou a Embraer lá atrás, ou está cometendo um erro crasso agora. Mas, antes de qualquer conclusão, é preciso levar em conta que, entre 2018 e 2022, muita coisa mudou.

Vejamos, rapidamente, como evoluiu a carteira de entregas de aeronaves da Embraer de lá para cá:

20172018201920201T212T213T212021*
Aviação comercial101908944914932
E170--1------------
E1757967673227615
E190121351--------
E1951053----------
E190-E2--4742----2
E195-E2----7757315
Aviação executiva - jatos leves7264625610121436
Phenom 100181111611--2
Phenom 300545351509111434
Aviação executiva - jatos grandes3727473038718
Legacy 450141415----------
Legacy 500159111--------
Legacy 6507451--------
Lineage 10001--------------
Praetor 500----3101326
Praetor 600----131825512
Total21018119813022343086

Repare que mesmo antes do começo da pandemia, as entregas da Embraer estavam desacelerando — e que, a partir de 2019, essa tendência ganhou força, especialmente no setor de aviação comercial. O segmento de aviação executiva foi impactado, embora com menor intensidade; o mix de jatos leves e grandes manteve-se relativamente favorável, com as aeronaves mais rentáveis continuando a ter um desempenho sólido.

Essa tendência mostrada pelo backlog de vendas é comprovada quando olhamos para o desempenho financeiro de cada divisão: ao fim de 2018, o setor de aviação comercial representava quase 50% da receita líquida da Embraer; no terceiro trimestre de 2021, essa fatia era de 'apenas' 31,3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: em 2018, quando o mercado atribuía valor de mercado de R$ 14,3 bilhões, a aviação comercial era muito mais relevante para a Embraer. Além disso, a reintegração completa dessa divisão à estrutura organizacional da companhia traz economias operacionais e administrativas importantes, mas nada muito além — em termos financeiros, a Embraer nunca deixou de contabilizar 100% desse negócio em seu balanço.

Em termos de receita líquida, a situação da Embraer pouco mudou: em 2018, sua receita trimestral girava em torno de R$ 5 bilhões por trimestre, uma cifra parecida com a vista em 2021. No entanto, é preciso levar em consideração o efeito cambial: como as aeronaves são vendidas em dólar, o valor em reais de cada venda acaba sendo bem maior — a empresa não abre oficialmente os preços de seus aviões.

Assim, de concreto mesmo, resta apenas a constatação de que a aviação comercial da Embraer, hoje, é menos poderosa do que já foi um dia, fruto ainda do cenário de incertezas que a pandemia trouxe ao setor, e que a aviação executiva também vende menos do que no passado. Dito isso, o dólar mais alto ajuda a compensar as vendas mais fracas vistas nos últimos anos.

A carteira de pedidos de aeronaves comerciais, no entanto, traz alguma expectativa de melhora para a divisão. A Embraer conta atualmente com 313 contratos assinados a entregar, sendo 154 para aviões de primeira geração e 159 para jatos de segunda geração — mais modernos e mais caros. A transição entre as tecnologias vai ganhando força, o que tende a melhorar as margens operacionais do negócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resumo:

  • As divisões de aviação comercial, executiva e de defesa eram avaliadas em mais de R$ 14 bilhões em 2018, e hoje têm valor de mercado de menos de R$ 5 bilhões;
  • Em 2018, as vendas de aviões comerciais e de jatos executivos eram muito maiores, e a pandemia ainda afeta as perspectivas futuras para a retomada das vendas da Embraer;
  • No segmento comercial, os jatos de segunda geração começam a ganhar protagonismo na carteira, o que aumenta a rentabilidade e as margens da divisão;
  • Em defesa, as vendas do KC-390 têm garantido bons resultados à Embraer;
  • O dólar alto ajuda a compensar a queda nas vendas de aeronaves.

É um cenário cheio de prós e contras, mas que dá a entender que, apesar dos riscos, a Embraer conta com fatores que ajudam a mitigar as eventuais turbulências. Essa percepção é confirmada pelos analistas que acompanham os papéis EMBR3: segundo dados do TradeMap, as ações têm quatro recomendações de compra e uma neutra.

Em termos de preço-alvo, a média das recomendações é de R$ 28,29, o que implica num potencial de alta de 35% em relação às cotações atuais; a projeção mais otimista, de R$ 43,00, traz um retorno implícito de mais de 100%.

Quanto ao valuation, os papéis EMBR3 são negociados atualmente com um EV/Ebitda de 14,8 vezes, abaixo da média de três anos para as ações, de 21,3 vezes; essa diferença tende a aumentar, uma vez que a projeção para o múltiplo ao fim de 2022 é de 9,2 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar