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Como já era esperado, a quarta-feira foi dominada pelos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos

O dia parecia favorável para o dólar, que chegou a ser negociado abaixo dos R$ 5,10 após a divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos.
Contudo, logo a coisa empacou e a moeda norte-americana acabou encerrando o dia em alta de 0,21%, negociada a R$ 5,1446. O euro avançou sutilmente e vale R$ 5,4110, valorização de 0,06%.
Os dados do IPCA de abril, divulgados na manhã desta quarta-feira (11), revelaram que a inflação ainda é um problema de difícil solução por aqui. Mesmo depois de dez altas consecutivas na Selic, que saiu de 2% no começo do ano passado para os 12,75% de agora, os preços continuam a avançar.
Com isso, a percepção de que o Copom pudesse interromper o ciclo de alta já na próxima reunião, em 14 e 15 de junho, perde espaço para a expectativa de que a autoridade monetária possa ir ainda mais longe.
Colabora com essa ideia o fato de que a alta dos preços de commodities como o minério de ferro e o petróleo também devem seguir pressionando a inflação por aqui.
Durante o dia, o dólar fixou sua máxima em R$ 5,1714, ao passo que a mínima foi de R$ 5,0935. Já o euro operou no intervalo entre R$ 5,4380 e R$ 5,3735.
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Fora do Brasil, o dia também foi de novidades importantes sobre o movimento dos preços. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor de abril, medida pelo CPI, ficou em 0,3%.
O resultado representa a primeira desaceleração do indicador em 8 meses, mas mesmo assim Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, reagiu ao resultado e disse, por meio de nota, que a inflação está “inaceitavelmente alta” .
Com tudo isso, renovam-se as preocupações de que a autoridade monetária norte-americana se veja obrigada a aumentar o ritmo das altas de juros para conter a inflação.
No Velho Continente o dia também foi agitado. Isso porque a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que a instituição deve encerrar seu programa de recompra de ativos no início do terceiro trimestre deste ano.
Além disso, Lagarde sinalizou para a possibilidade de que o ciclo de altas no juro se inicie a partir de então.
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a seus pares, teve um dia de idas e vindas, apagando as perdas já próximo do fechamento das bolsas nos Estados Unidos.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,33% | 13,26% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,45% | 12,29% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,29% | 12,15% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,31% | 12,18% |
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS