🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Mercados Hoje

Mercados operam mistos e próximos à estabilidade em dia de realização de lucros; dólar recua

As falas de dirigentes do Fed são o grande destaque do dia, e os investidores devem acompanhar qualquer nova informação sobre a alta nos juros e tapering

Renan Sousa
Renan Sousa
13 de janeiro de 2022
10:22 - atualizado às 17:36
Ibovespa
Confira o que movimenta o Ibovespa e o dólar hoje (13).

Após as fortes emoções da primeira semana e meia do ano, os mercados globais ajustam posições nesta quinta-feira (13), realizando os ganhos de ontem e de olho nas novas sinalizações quanto à política monetária do Federal Reserve, o banco central americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, tanto no Brasil como no exterior, os mercados operam mistos e oscilam entre altas e baixas, com os principais índices rondando a estabilidade.

Na Europa, as bolsas fecharam sem sinal único, e o índice pan-europeu Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente, fechou em leve alta de 0,03%.

A abertura positiva das bolsas em Nova York levou o Ibovespa a ultrapassar os 106 mil pontos pela manhã, mas Wall Street logo perdeu força, conduzindo o principal índice da B3 de volta ao campo negativo, onde havia começado o dia.

Há pouco, as bolsas americanas, que operavam mistas, acentuaram as perdas, com o Dow Jones caindo 0,27%, o S&P 500 recuando 1,02%, e o Nasdaq em baixa de 1,96%. O Ibovespa vinha tentando sustentar a alta que o levou de volta aos 106 mil pontos, mas voltou a cair com a piora lá fora. Às 17h15, tinha leve queda de 0,05%, aos 105.632 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após abrir em alta e depois operar perto da estabilidade, o dólar à vista virou para queda, e fechou em leve baixa de 0,10%, aos R$ 5,5295, em continuidade ao movimento de ontem.

Leia Também

Os juros futuros também começaram o dia em alta, mas viraram o sinal, e passaram a operar mistos. Os juros mais curtos subiram, puxados pelo resultado forte e acima do esperado dos serviços em novembro. Os demais vencimentos recuaram junto com a moeda americana. Veja o desempenho dos principais contratos de DI:

  • Janeiro/23: alta de 11,871% para 11,915%;
  • Janeiro/25: queda de 11,213% para 11,18%;
  • Janeiro/27: queda de 11,192% para 11,135%.

Volume de serviços traz surpresa positiva

O volume de serviços cresceu em novembro de 2021, de acordo com dados do IBGE divulgados na manhã desta quinta-feira. No mês, houve um crescimento de 2,4%, acima do teto das projeções de especialistas ouvidos pelo Broadcast, que era de 1,5%. 

Os serviços prestados cresceram 9,5% em 12 meses e acumularam alta de 10% em relação ao mesmo mês de 2020. Com isso, os serviços ficaram 4,5% acima dos níveis pré-pandemia, antes de fevereiro de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho lá fora

Hoje, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse que a atividade econômica na zona do euro perdeu impulso com a nova onda de covid-19, mas continua em alta.

Além disso, afirmou que o ritmo de queda na inflação na reunião não será tão rápido quanto previsto, mas que os preços ao consumidor cairão abaixo da meta de 2% em 2023 e 2024.

Já o presidente da distrital do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, se pronunciou pela manhã, dizendo que podemos esperar um aperto monetário razoável em 2022, com três ou quatro altas de juros neste ano.

Ele disse, ainda, que podemos esperar uma alta de 25 pontos-base após o fim do tapering (retirada de estímulos), e que a redução de compra de ativos deve ser completada até março. Harker disse ainda que espera crescimento econômico mais lento neste ano, nos EUA, entre 3% e 4%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em audiência no Congresso para a confirmação do seu cargo como vice-presidente do Fed, Lael Brainard disse que a inflação deve seguir alta nos primeiros dois trimestres deste ano, conforme projeção, e que o Fed irá trazer os índices de preços para baixo o mais rápido possível, mas levando em conta o crescimento da economia.

Ela disse ainda que o Fed já decidiu encerrar o programa de compra de ativos em março, que haverá "diversas altas" de juros neste ano e que já foi iniciado o debate sobre a redução do balanço patrimonial da instituição, isto é, a venda de volta ao mercado dos ativos adquiridos.

Thomas Barkin, presidente da distrital do Fed em Richmond, disse esperar progressos nas cadeias produtivas no primeiro trimestre de 2022 e que, com melhora na cadeia de oferta, a inflação dos produtos deve arrefecer nos EUA.

Ele disse ainda que a covid impacta o crescimento, mas se tornou choque de oferta e inflacionário, que o problema de oferta de trabalhadores nos EUA deve impulsionar a inflação de serviços e que, se a inflação seguir elevada, "teremos que apertar a política mais agressivamente".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, Charles Evans, presidente da distrital do Fed em Chicago, disse que é apropriado apertar a política monetária e que levará tempo para a inflação voltar à meta. Segundo ele, ela deve ficar em 2,5% ao final deste ano.

Evans espera de duas a quatro altas de juros em 2022 e acredita que uma primeira alta já em março "é uma possibilidade". Ele também disse que o Fed deve começar a reduzir o balanço mais cedo desta vez, sem, no entanto, precisar uma data.

Inflação ao produtor e pedidos de auxílio-desemprego

Ainda nesta quinta, a inflação ao produtor, medida pelo PPI, e os números de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos devem compor o cenário externo.

O PPI americano subiu 0,2% em dezembro em relação a novembro, ante uma previsão de alta 0,4% dos analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal. O núcleo de inflação avançou 0,5% na mesma base de comparação, em linha com as projeções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 12 meses, a inflação ao produtor foi de 9,7%, com núcleo em alta de 6,9%. O PPI de novembro foi revisado de 0,8% para 1,0%.

Já o número de pedidos de auxílio-desemprego na semana terminada em 8 de janeiro veio acima do esperado: 230 mil pedidos, uma alta de 23 mil, contra uma estimativa de 200 mil dos analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar