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RESUMO DO DIA: Bolsas internacionais operam com cautela nesta terça-feira, à espera da divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) em maio nos Estados Unidos, que indicará os próximos passos do banco central norte-americano (Fed) em relação aos juros. Por aqui, Ibovespa acompanha celebração da privatização da Eletrobras e dados de serviços.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Nada é tão ruim que não possa piorar, como mostra o Ibovespa na tarde desta terça-feira (14).
O índice, que já recuava com a tensão às vésperas da decisão sobre os juros no Brasil e nos EUA, aprofundou a queda após a piora da situação nas bolsas de Nova York.
Por volta das 16h, o Ibovespa recuava 1,02%, a 101.551 pontos.
Já o dólar seguia em sua trajetória de alta e, no mesmo horário, registrava ganhos de 0,53%, a R$ 5,142.
Mar calmo não faz bom marinheiro. E, nas águas revoltas do cenário macroeconômico, o Banco do Brasil (BBAS3) e o Itaú Unibanco (ITUB4) conseguiram furar as ondas e estar bem posicionados para navegar pelo ambiente atual, segundo a XP.
A corretora manteve a recomendação de compra para as ações BBAS3 — a preferida do setor — com preço-alvo de R$ 34,60, o que representa um potencial de valorização de 70% com relação ao fechamento de segunda-feira (13).
O Ibovespa tenta segurar os 102 mil pontos, mas, com a piora do apetite ao risco em Nova York a pressão dos juros sobre o varejo e outros setores da bolsa, o índice chegou a descer mais um patamar na linha de pontuações.
Por volta das 13h55, o Ibovespa operava em queda de 0,51%, a 102.071 pontos.
Já o dólar avança 0,54%, a R$ 5,142.
Mais um unicórnio é derrubado pela alta de juros. A startup mexicana Kavak tem realizado demissões desde o começo do ano nos escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro.
Ao todo, mais de 300 desligamentos aconteceram desde janeiro deste ano.
Segundo o Estadão, houve um corte de 150 pessoas no quadro de funcionários da empresa na capital paulista. Já na “Kavak City”, que fica na cidade carioca, cerca de 60 colaboradores foram desligados na última terça-feira (7).
Sem discurso do presidente Jair Bolsonaro, terminou há pouco a cerimônia da privatização da Eletrobras (ELET3) na B3.
O toque da campainha é acompanhado pelo avanço dos papéis da ex-estatal, que seguem entre as maiores altas do Ibovespa hoje.
Por volta das 13h, ELET3 sobe 2,77%, a R$ 41,21, enquanto as ações ELET6 avançam 2,01%, a R$ 40,17.
Apesar de ter começado o pregão desta terça-feira (14) em alta, o humor azedou para o Ibovespa. Nem mesmo as petroleiras e a Eletrobras estão conseguindo segurar a bolsa brasileira de amargar perdas nesta sessão.
Por volta das 12h10, o principal índice da B3 recuava 0,64%, a 101.941 pontos.
O otimismo dos investidores visto pela manhã deu lugar ao maior receio com a economia global, com o temor de que o Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) anunciará amanhã uma alta agressiva dos juros.
As varejistas e empresas ligadas ao minério de ferro pesam no Ibovespa e lideram as quedas do índice, influenciadas pela pressão do fiscal, com a discussão do teto do ICMS no Congresso, e pelo recuo do minério de ferro.
A Via (VIIA3) protagoniza as baixas hoje, com recuo de 7,06%, seguida por CSN Mineração (CMIN3), com queda de 4,93%, e Magazine Luiza (MGLU3), que recuava 4,12%.
Depois de fechar no vermelho ontem, a a Eletrobras (ELET3) lidera os ganhos do dia no Ibovespa.
Por volta das 12h, ELET3 tinha ganhos de 2,84%, a R$ 41,24, enquanto ELET6 subia 2,26%, a R$ 40,27.
Acontece agora a celebração oficial da privatização da Eletrobras e, a depender do desempenho das ações da elétrica nos primeiros momentos do pregão, a companhia deve fazer bonito na festa.
As ações de petroleiras são destaque no pregão desta terça-feira e ocupam as maiores altas do Ibovespa pela manhã.
A escalada do setor é puxada pela disparada das cotações do petróleo, em especial do Brent, referência internacional para preços e negociado acima dos US$ 123 o barril hoje.
Por volta de 10h25, os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) avançavam 2,29%, a R$ 29,94, seguidos pelas ações ordinárias PETR3, com alta de 2,16%, a R$ 33,11, e PRIO (PRIO3), que subia 1,72%, a R$ 26,48.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em valorização de 0,47%, aos 103.081 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista é negociado em queda de 0,18%, cotado a R$ 5,1056.
Apesar do esforço do governo para segurar a alta no preço da gasolina e diesel, com o petróleo em disparada hoje, expectativa de um novo reajuste nos combustíveis no Brasil aumenta.
Por volta das 10h, o Brent (referência internacional) para agosto operava em alta de 1,19%, cotado a US$ 123,73 o barril.
Após a divulgação dos novos dados de inflação nos Estados Unidos, o dólar à vista aprofundou as quedas, com baixa de 0,40% por volta de 09h40, negociado a R$ 5,0939.
O Ibovespa futuro desacelerou os ganhos, com avanço de 0,17% no mesmo horário, aos 104.840 pontos.
O departamento de trabalho norte-americano acaba de divulgar os dados mais recentes de inflação nos Estados Unidos.
O índice de preços ao produtor (PPI) aumentou 0,8% em maio no comparativo mensal, em linha com o esperado. Nos 12 meses encerrados em maio, o indicador subiu 10,8%.
Já o núcleo do PPI, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, avançou 0,5% em maio ante abril, contra uma projeção de 0,6%.
Com a Super Quarta à espreita, investidores ficam atentos à possibilidade de o Federal Reserve (Fed, BC dos EUA) decidir elevar agressivamente os juros.
Hoje é apenas o primeiro dia da reunião de política monetária do Fed, com a decisão reservada para amanhã (15).
O nosso colunista Nilson Marcelo identificou uma oportunidade de swing trade na B3 hoje para lucrar mais de 8%: a compra dos papéis da Gol (GOLL4).
O IBGE divulgou a pesquisa mensal de serviços em abril. O volume de serviços avançou 0,2% na comparação com maio deste ano e 9,4% na base anual.
O Ibovespa futuro abriu a sessão desta terça-feira em alta de 0,49%, aos 105.175 pontos.
O dólar à vista começou o dia em queda, negociado em leve desvalorização de 0,23% no mesmo horário, cotado a R$ 5,1027.
A grande batalha entre ursos e touros em Wall Street pressiona intensamente os mercados hoje. Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão desta terça-feira sem rumo definido.
As bolsas na Europa até tentaram se recuperar das quedas da última sessão, mas o otimismo não foi suficiente para afastar a volatilidade dos mercados acionários, que passaram a amargar perdas.
Em Wall Street, a situação é oposta. Após um verdadeiro banho de sangue nos índices norte-americanos ontem, os futuros das bolsas de Nova York começaram o dia com bom humor, à espera da inflação ao produtor (PPI) em maio.
Confira aqui:
Sei que não é o que você gostaria de ouvir nesta gelada terça-feira (14) de manhã, mas a luta contra o pavoroso dragão da inflação ainda não chegou ao fim — e isso continua mexendo com as bolsas internacionais e com os seus investimentos.
O monstro que vem sobrevoando a economia global e atacando com bolas de fogo os mercados financeiros globais agora reuniu em seu ‘exército’ ursos para ajudá-lo no ataque, e Wall Street foi quem recebeu os piores golpes ontem.
Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão em Nova York em um verdadeiro bear market pela segunda vez no ano, novamente coberto por chamas.
Nem mesmo o Ibovespa escapou dos arranhões dos grandes ursos ontem. O principal índice da B3 fechou em queda de 2,73%, aos 102.598 pontos — o oitavo pregão negativo da bolsa brasileira.
Hoje serão divulgados os dados mais recentes de inflação nos Estados Unidos, com o índice de preços ao produtor (PPI) em maio saindo agora pela manhã.
Os números podem fazer com que o Federal Reserve mude a estratégia de combate ao monstro alado e escolha por uma elevação de juros mais agressiva.
Hoje é apenas o primeiro dia da reunião de política monetária do Fed, mas a decisão do BC está reservada para esta quarta-feira (15).
Prepare-se para o dia e saiba o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa hoje.
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