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2022-08-19T19:47:04-03:00
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CENTRAL DAS ELEIÇÕES

Eleições 2022: empresários doam R$ 5,8 milhões para candidaturas de direita; ex-secretário de Bolsonaro e dono da Localiza é o doador mais generoso até agora

Acompanhe a cobertura ao vivo das eleições 2022 com as principais notícias sobre os principais candidatos à Presidência e nos Estados

19 de agosto de 2022
8:35 - atualizado às 19:47
Urna Eletrônica Central das Eleições SD
Central das Eleições - Seu Dinheiro - Imagem: Shutterstock / Montagem Brenda Silva

RESUMO DO DIA: O presidente Jair Bolsonaro anunciou a redução do imposto sobre a whey protein, suplemento popular entre os frequentadores de academias. Em transmissão ao vivo, ele falou em zerar a alíquota, mas um assessor atrás das câmeras disse que a alíquota cairia a 4%, e não a zero. Enquanto isso, o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) lidera a corrida ao governo paulista. Confira os principais lances das eleições de 2022.

PDT pede ao TSE inelegibilidade de Bolsonaro por ataque ao sistema eleitoral

O PDT ingressou nesta sexta-feira (19) com pedido de investigação e inelegibilidade da candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição e de seu vice Braga Neto.

No pedido, o partido que tem Ciro Gomes como candidato sustenta que Bolsonaro atacou o sistema eleitoral em reunião com embaixadores estrangeiros, em 18 de julho, e cometeu abuso de poder pelo fato de a reunião ter sido veiculada em meio de comunicações oficiais.

Os advogados do partido também alegam que a tônica do encontro de Bolsonaro com os embaixadores foi a de “reerguer protótipos profanadores” da integridade do processo eleitoral e das instituições da República, especificamente o TSE e ministros.

“Bolsonaro criou uma ambiência propícia para a propagação de toda sorte de desordem informacional ao asseverar que o sistema eletrônico de votação é receptivo a fraudes e invasões que, sob a ótica do delírio presidencial, podem comprometer a fidedignidade do resultado dos pleitos”, diz a peça.

Além da inelegibilidade dos investigados citados na ação, o PDT pede a cassação do registro ou do diploma pela prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

O partido solicita ainda que seja determinado às redes sociais que “promovam a imediata retirada da postagem objeto” da ação.

Fonte: Estadão Conteúdo

Menos um na disputa do Rio de Janeiro

A Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro impugnou o registro de candidatura de Wilson Witzel ao governo do Estado.

Os procuradores pedem ainda que o Tribunal Regional Eleitoral dê uma medida liminar – decisão provisória, proferida em casos urgentes – no sentido de impedir o ex-mandatário de usar o horário eleitoral gratuito e gastar recursos do Fundo Partidário e ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

A PRE ressalta a ‘patente inelegibilidade’ de Witzel, argumentando que é necessário ‘diferenciar as demais impugnações’ do caso do ex-governador.

O ex-mandatário foi condenado por crime de responsabilidade em abril de 2021. O Tribunal Especial Misto determinou a perda do cargo do então governador fluminense, além de sua inabilitação para o exercício de qualquer função pública pelo prazo de cinco anos.

Na ação de impugnação assinada na tarde desta quinta-feira, 18, a PRE-RJ diz que o pedido para impedir Witzel de usar o horário eleitoral e gastar recursos do Fundo Partidário busca ‘evitar prejuízos exorbitantes’. O limite legal total de gastos do candidato é de R$ 26.683.209,20.

A Procuradoria aponta ‘irreparável normalidade e legitimidade do pleito’ e ressaltando que, caso a Justiça Eleitoral demore em obstar o registro de candidatura de Witzel ‘também não será possível repetir os recursos públicos desperdiçados’.

Fonte: Estadão Conteúdo

Enchendo os cofres: empresários doam R$ 5,8 milhões para candidaturas de direita

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta sexta-feira (19) a primeira parcial de doadores de campanhas.

Já no início da disputa, grandes empresários aparecem destinando R$ 5,8 milhões principalmente para candidaturas de direita e centro-direita.

De onde veio a bolada?

A maior doação, até agora, é do ex-secretário de desestatização do governo Jair Bolsonaro (PL) e dono da empresa locação de carros Localiza, Salim Mattar.

Ele destinou R$ 2,75 milhões para doações, dos quais a maior parte foi direcionada aos candidatos do partido Novo.

Mattar deixou sua Secretaria vinculada ao Ministério da Economia, chefiado por seu aliado Paulo Guedes, sob acusações de que o governo abandonou a agenda de privatização em busca da reeleição de Bolsonaro.

Agora distante do Executivo, o empresário doou para apenas um candidato do PL, partido pelo qual o presidente disputa a reeleição.

O beneficiário foi o candidato a deputado estadual por Minas Gerais Bernardo Bartolomeo Moreira.

Para onde foi o dinheiro?

O restante do montante milionário doado por outros empresários foi destinado a 14 candidatos do Novo, um do Podemos e um do União Brasil.

Sete candidatos estão entre os principais beneficiários, todos do Novo, com o recebimento de R$ 250 mil cada.

Figuram na lista nomes já conhecidos do campo liberal como o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) e o vereador paulistano Fernando Holiday (Novo-SP).

Mas também despontam nomes como Marina Helena Cunha Pereira Santos, que chegou a ser registrada como candidata à vice-prefeita de São Paulo na chapa de Felipe Sabará pelo Novo.

Doações altas para intenções de voto modestas

O segundo maior doador, segundo a primeira parcial do TSE, é o empresário Heitor Linden, que destinou R$ 2 milhões a uma única candidatura: a de Roberto Argenta (PSC), que concorre ao governo do Rio Grande do Sul.

Argenta recebeu outros R$ 1,1 milhão do empresário Alexandre Grendene Bartelle, que assim como Linden atua no ramo de calçados.

Apesar dos recursos milionários, Argenta figura com apenas 2% das intenções de votos na pesquisa Ipec mais recente realizada no Estado.

Completa a lista dos maiores doadores o também empresário e agropecuarista Emival Ramos Caiado Filho, que destinou R$ 600 mil para três candidatos do União Brasil.

Apesar de ter raízes em Goiás – e ser primo do governador do Estado, Ronaldo Caido (UB) – Emival optou por investir em campanhas de candidatos pernambucanos.

Foram agraciados os candidatos a deputado estadual Antonio de Souza Leão Coelho, a deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho – filho do ex-líder do governo Bolsonaro no Senado, que tem o mesmo nome -, e o candidato a governador Miguel de Souza Leão Coelho, que levou R$ 250 mil para abastecer a campanha.

O conto do liberal e do esquerdista

No top cinco de maiores doadores aparece ainda o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que destinou R$ 760 mil a doze candidaturas.

O economista repassou R$ 200 mil ao candidato a governador do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB).

Fraga é historicamente ligado a setores mais liberais, tendo sido indicado BC durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso.

Já Freixo é um candidato mais associado à esquerda. Além de Freixo, foram beneficiados pelas doações de Fraga cinco deputados do PSD, dois do União Brasil, outros dois do PSB, um do Novo e um do Cidadania.

Novas regras

Na campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), o principal doador até o momento foi o agropecuarista Ronaldo Venceslau Rodrigues da Cunha.

A reforma eleitoral de 2015 proibiu o financiamento de campanhas por empresas privadas. Agora, somente pessoas físicas podem doar para os candidatos de sua preferência.

Desde então, o principal meio de financiar as candidaturas se tornou o Fundo Eleitoral, que superou os R$ 4 bilhões nas eleições deste ano.

Fonte: Estadão Conteúdo

Justiça Eleitoral é que deve responder aos questionamentos sobre as urnas, diz presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), disse nesta sexta-feira (19) que a Justiça Eleitoral é que deve responder aos questionamentos ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas.

Pacheco concedeu rápida entrevista aos jornalistas após ter participado do painel “O Equilíbrio dos Poderes”, organizado pelo grupo empresarial Esfera Brasil.

Ao ser questionado sobre se não via uma saia justa no fato de os questionamentos estarem vindos de, ninguém mais, ninguém menos, que o presidente da República, Pacheco disse não enxergar essa situação porque não é só o presidente, mas, sim, uma parcela da sociedade.

“Não sei se é uma saia justa porque a contestação não é só da parte do presidente, mas também de uma parcela do povo. Mas cabe à Justiça Eleitoral responder a isso”, reafirmou.

Fonte: Estadão Conteúdo

Datafolha: Haddad minimiza rejeição nas pesquisas para o governo de SP

Líder no índice de rejeição aos candidatos ao governo paulista, o candidato do PT, Fernando Haddad, minimizou a taxa nesta sexta-feira (19).

“Não existe a possibilidade de um partido forte como o PT não ter algum tipo de rejeição, afirmou durante sabatina promovida por Estadão e Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

Na última rodada da pesquisa Datafolha, publicada nesta quinta-feira (18), 30% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum no petista.

Apesar disso, o ex-ministro da Educação lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes com 38% das intenções de voto.

Ranking ingrato

De volta ao ranking de antipatia dos eleitores, Haddad é seguido por Tarcísio de Freitas (Republicanos), rejeitado por 22% do eleitorado paulista, e Rodrigo Garcia (PSDB), com 21% de rejeição.

Haddad justificou sua presença no primeiro lugar pelo fato de ser o nome mais conhecido do público.

O candidato reconheceu que Tarcísio e Garcia, quando associados a seus padrinhos políticos – Jair Bolsonaro (PL) e João Doria (PSDB), respectivamente – poderão crescer nas pesquisas, “mas também na rejeição”.

A pesquisa Datafolha foi contratada pela Folha e TV Globo. Foram entrevistados 1.812 eleitores em 72 municípios paulistas entre terça (16) e esta quinta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Autoaceitação ou tentativa de fraude? Deputados candidatos à reeleição 'mudam de cor' em registro no TSE

A cor da pele humana é determinada pela combinação de genes dos pais biológicos e outras interações no DNA. Apesar disso, pode ser temporariamente alterada pela exposição ao sol ou a produtos químicos, como ocorre no bronzeamento artifical.

E, aparentemente, também pode mudar de acordo com as regras da corrida eleitoral. Isso porque 33 deputados candidatos à reeleição “mudaram de cor” ao disputar a eleição deste ano.

Em 2018, o grupo se declarava como branco; já em 2022 os candidatos se apresentaram à Justiça Eleitoral como pardos.

A mudança vai impactar o financiamento da campanha e a entrega de recursos públicos para os partidos no próximo ano.

As legendas dividem o fundo eleitoral e o tempo de TV para propaganda de forma proporcional entre negros (pardos e pretos) e brancos. Se uma legenda tem 50% dos postulantes que se identificam dessa forma, por exemplo, metade dos recursos deve ser direcionada a essas candidaturas.

Outra regra, aprovada pelo Congresso em 2021, vai aumentar a quantidade de verba para partidos com candidatos negros mais votados. A votação neste grupo vai contar em dobro na distribuição do Fundo Partidário e do fundo eleitoral até 2030.

Autoaceitação ou estratégia?

Os deputados Professor Israel (PSB-DF), Heitor Freire (União Brasil-CE), José Rocha (União Brasil-BA) e Luís Miranda (Republicanos-DF), por exemplo, declararam-se em 2018 como brancos. Agora, registraram ser pardos.

O advogado Cristiano Vilela, integrante da Comissão de Direito Eleitoral da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em São Paulo, afirmou que a mudança na declaração pode significar uma autoaceitação do candidato ou mesmo uma estratégia que busca a obtenção de mais recursos.

“Evidentemente, casos grotescos podem ser punidos com rigor”, afirmou.

Freire atribuiu a declaração de branco em 2018 ao PSL, partido no qual concorreu naquela eleição. “Não é uma questão de cota, mas de descendência, e me orgulho disso”, afirmou o parlamentar.

Rocha também afirmou que a declaração da campanha atual diz respeito à sua característica. “Sou pardo mesmo, meu avô materno é descendente de escravo.”

O Professor Israel seguiu uma linha de argumentação semelhante e declarou, por meio de assessoria de imprensa, que “é filho de mãe preta e pai branco, e por isso se classifica e se autodeclara como pardo”.

Já Luís Miranda mudou de “cor”, de partido e até de Estado. Eleito pelo DEM do DF, agora concorre pelo Republicanos de São Paulo. “Me considero moreno. Moreno claro, mas moreno.”

*Com informações do Estadão Conteúdo

Uma ajudinha pra quem malha

O presidente Jair Bolsonaro resolveu dar uma mãozinha para o “pessoal que malha aí”.

Em sua tradicional live de quinta-feira, o agora candidato à reeleição anunciou a redução do imposto sobre a whey protein, suplemento à base de soro de leite popular entre os frequentadores de academia.

“Passou de 11% para 0% e ajuda aí o pessoal que malha”, disse Bolsonaro.

Atrás das câmeras, algum assessor contestou sob o argumento de que a alíquota cairia a 4%, e não a zero.

“Não vem dar peruada. Fica na tua aí. Tô olhando na minha frente”, disse Bolsonaro.

“Os complementos alimentares de nutrição esportiva [foram] de 12% para 0%, o que passou de 11% para 4% é lactal. Eu perguntei alguma coisa para vocês?”

O anúncio ocorre em meio a uma série de desonerações promovidas pelo governo às vésperas das eleições presidenciais.

Datafolha: Em São Paulo, Haddad lidera com 38%

O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes com 38% das intenções de voto, afirma pesquisa do instituto Datafolha divulgada ontem à noite pelo jornal Folha de S. Paulo.

O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) vem atrás, com 16%, seguido pelo atual governador, Rodrigo Garcia (PSDB), com 11%.

No levantamento anterior, de 30 de junho, Haddad tinha 34% e Tarcísio e Garcia estavam empatados, com 13%.

As pesquisas, no entanto, não são diretamente comparáveis, segundo o Datafolha porque havia outros pré-candidatos.

Os votos em branco e nulos na pesquisa divulgada hoje somam 17% e os eleitores que responderam não saber em quem votar sãos 11%.

Os candidatos Carol Vigliar (UP) e Gabriel Colombo (PCB) aparecem com 2% das intenções de voto cada um.

Elvis Cezar (PDT), Vinícius Poit (Novo), Altino (PSTU) e Edson Dorta (PCO), figuram com 1% das intenções cada.

Segundo o instituto, o candidato Antônio Jorge (DC) não aparece no levantamento porque sua candidatura foi registrada após a inscrição da sondagem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo turno – Na disputa pelo segundo turno, Haddad lidera com 53% enquanto Tarcísio tem 31%. Votos em branco e nulos somam 12% e não sabem 4%.

Num cenário com Garcia, o petista fica com 51% contra 32% do tucano. Votos em branco e nulos somam 14% e não sabem 4%.

Rejeição – Haddad também é o candidato mais rejeitado, com 30%. Tarcísio tem 22% e Garcia, 20%.

A pesquisa foi contratada pela Folha e TV Globo. Foram entrevistados 1.812 eleitores em 72 municípios paulistas entre terça (16) e esta quinta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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