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2022-09-07T17:52:08-03:00
Flavia Alemi
Flavia Alemi
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.
Ana Carolina Neira
Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero com especialização em Macroeconomia e Finanças (FGV) e pós-graduação em Mercado Financeiro e de Capitais (PUC-Minas). Com passagens pelo portal R7, revista IstoÉ e os jornais DCI, Agora SP (Grupo Folha), Estadão e Valor Econômico, também trabalhou na comunicação estratégica de gestoras do mercado financeiro.
MERCADOS AO VIVO

Ao vivo: Bolsas de NY fecham em alta, sustentadas por sinais de desaceleração da inflação

7 de setembro de 2022
10:37 - atualizado às 17:52

RESUMO DO DIA: O feriado que marca os 200 anos da Independência do Brasil deixa os mercados fechados por aqui, mas o resto do mundo segue operando normalmente. Na Europa, a bolsa de Londres fechou em queda, mas outros índices acionários europeus tiveram leve alta. Em Nova York, as bolsas operam no campo positivo, com a queda do petróleo sinalizando que a inflação deve ter menos ímpeto.

No pregão de hoje, o S&P encerrou o dia em alta de 1,84%, aos 3.979,99 pontos, já o Nasdaq avançou 2,14% e fechou aos 11.791,90 pontos, enquanto o Dow Jones subiu 1,40%, aos 31.381,65 pontos.

O dólar, por sua vez, se enfraqueceu nesta quarta-feira. O índice DXY, que mede a força do dólar perante uma cesta de outras seis moedas, caiu 0,34%, para 109.840 pontos.

Índices em alta

Logo após a divulgação do Livro Bege do Federeal Reserve (Fed), as bolsas de Nova York renovaram as máximas do dia. Segundo o documento, os níveis de preços seguem elevados no país, mas pelo menos nove dos 12 distritos tiveram um ritmo mais moderado.

Às 15h03, as bolsas americanas indicavam:
Dow Jones – +1,46%
S&P 500 – +1,73%
Nasdaq – +1,86%

Juros devem continuar subindo

Há pouco, a vice-presidente do Federal Reserv (Fed), Lael Brainard, afirmou que os juros “terão de subir mais”, durante um discurso feito numa conferência em Nova York.

Sem especificar até onde os juros americanos subirão, ela reforçou que o cenário econômico é “altamente incerto”, o que justificaria novos aumentos enquanto aguarda novos indicadores.

NY avança

Em Nova York, as bolsas se mantêm no positivo, com a queda do petróleo sinalizando que a inflação pode ter menos ímpeto nas próximas semanas. Os investidores aguardam, ainda, a publicação do Livro Bege, documento que traz um resumo das condições econômicas dos EUA.

Às 13h15, as bolsas de NY operavam com as seguintes direções:

  •  Dow Jones: +0,67%
  • S&P 500: +0,83%
  • Nasdaq: +1,01%

 

 

Europa sem direção única

As bolsas da Europa encerraram o pregão desta quarta-feira sem direção única, de olho no agravamento da crise energética e perspectivas de recessão no continente.

Confira:

  • Londres (FTSE100): -0,86%
  • Paris (CAC40): +0,02%
  • Frankfurt (DAX): +0,35%
  • Milão (FTSE Mib): +0,04%
  • Madri (IBEX35): +0,35%
  • Lisboa (PSI20): -0,48%
Petróleo em queda

O preço dos barris de petróleo atinge a mínima desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro deste ano.

O motivo para a queda está ligado ao medo de recessão no mundo ocidental, que deve afetar a demanda pela commodity.

Às 11h05, o barril do tipo Brent para novembro caía 3,27%, a US$ 89,57, enquanto o WTI para outubro recuava 3,33%, a US$ 83,53.

Expectativa com o Fed

O CME Group precifica uma chance de 82% de que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) eleve os juros em 0,75 ponto percentual na reunião de setembro.

Esses 82% marcam uma alta em relação a ontem, quando as chances estavam calculadas em 73%.

NY abre em alta

As bolsas de Nova York iniciaram o pregão em alta, com destaque para o setor de tecnologia, que tem maior representação na Nasdaq:

  • Dow Jones: +0,22%
  • S&P 500: +0,27%
  • Nasdaq: +0,57%

 

 

Europa no vermelho

O índice pan-europeu Stoxx 600 caía 1,10%, a 409,82 pontos, em meio a receios renovados de recessão no continente. Amanhã o Banco Central Europeu (BCE) fará reunião de política monetária decisiva para o futuro da economia do bloco.

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