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Fundo de Luis Stuhlberger começou ano com ganhos em posições tomadas em juros e contribuições do dólar e de ações brasileiras
A notícia de que o fundo Verde abriu para captações gerou uma corrida dos investidores para garantir o seu lugar. No Itaú Unibanco, em menos de dois minutos, ele atingiu o máximo de recursos que pretendia captar.
Não foi só no Itaú. Essa corrida também foi vista nas plataformas da XP e da Vitreo e deve ocorrer também em outras casas, como a Ágora.
A alta demanda tem explicação. O fundo de investimentos do badalado gestor brasileiro Luis Stuhlberger tem entregado resultados consistentes desde que foi criado, em 1997. No ano passado, o fundo teve retorno de 3,94%, superando a variação do CDI (2,77%) no período. Desde que foi lançado, porém, o fundo Verde já entregou 18.601% de retorno, ante 2.224% do CDI.
E neste começo de ano, o desempenho foi positivo, mas um pouco abaixo do visto em outros anos. Em janeiro, o fundo entregou um retorno de 0,68%, acima do 0,15% registrado pelo CDI.
No relatório de gestão relativo ao mês passado, o Verde explica que começou o ano com ganhos em posições tomadas em juros, tanto no Brasil quanto na Europa. O book de renda fixa do fundo apresentou uma rentabilidade de 0,73% no mês passado.
Com moedas, o fundo teve uma rentabilidade de 0,16%, graças aos investimentos em dólar, que tiveram alta de 0,17%. No caso das opções de dólar, houve queda de 0,01%.
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Segundo o Verde, a combinação de pressão pela retomada do auxílio emergencial, incapacidade do governo de endereçar a vacinação contra a covid-19 e a inflação persistente colocou “pressão na curva de juros e na moeda”.
“Os sinais de que o Banco Central vai subir os juros ficaram mais claros, embora a estrutura a termo já carregue um enorme prêmio há vários meses”, diz trecho da carta.
Já o livro de ações teve perda de 0,15%. Os papéis brasileiros tiveram uma contribuição positiva para o fundo, mas foram incapazes de compensar as perdas vindas da posição em bolsa global do fundo.
Na carta, os gestores do fundo afirmam que o mercado acionário brasileiro parece ainda capaz de absorver um ciclo de alta dos juros, mas alerta que “esse conforto não é ilimitado”.
“Uma taxa de juros básica na casa de 5% (ainda bem abaixo do que indica o mercado futuro) será capaz de desacelerar o processo secular de mudança dos portfólios de investidores brasileiros? Acreditamos em grande medida que não, mas essa é uma pergunta que será recorrente ao longo deste ano”, diz trecho do relatório.
Sobre a bolsa americana, o Verde afirma que houve um choque de volatilidade em janeiro, provocado pela combinação, “temporariamente explosiva”, entre investidores de varejo e hedge funds muito alavancados em posições vendidas, apostando na queda das cotações de algumas empresas na bolsa.
Embora não discuta o episódio GameStop e a influência das redes sociais no mercado acionário, o Verde aponta que este foi um episódio, como já visto no passado, “onde durante algum tempo o rabo micro abanou o cachorro macro”.
“O episódio nos lembra de dois pilares fundamentais do trabalho da Verde: (i) necessidade de nos manter humildes e buscar aprender o tempo todo - há sempre algum fenômeno novo e desconhecido no mundo e nos mercados que precisamos entender e incorporar em nossos modelos mentais; (ii) disciplina da gestão de risco, tanto na decisão de investimento quanto no dimensionamento das posições, que nos permite, no meio das tempestades, manter a calma e olhar os mercados sem a pressão de decisões forçadas”, diz trecho do relatório.
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