O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo apurou a reportagem, o relatório foi bem recebido pela equipe econômica, com quem o deputado discutiu previamente a regra da estabilidade
O relator do projeto de lei que permite a venda dos Correios estabeleceu no parecer que será votado pelo plenário da Câmara uma estabilidade de um ano e meio para os funcionários da estatal a partir do momento da privatização.
Relatada pelo deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), a proposta tem previsão de ser votada entre julho e agosto pela Câmara, de acordo com o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL).
Os Correios contam com cerca de 100 mil empregados. No relatório, Cutrim também define normas para um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para esses funcionários, como período de adesão de 180 dias contados da venda, indenização correspondente a doze meses de remuneração, e programa de requalificação.
O parecer ainda não foi divulgado oficialmente e, portanto, ainda pode sofrer mudanças antes de ser protocolado, mas Cutrim já circulou com colegas a versão atual, à qual o Estadão/Broadcast teve acesso.
Segundo apurou a reportagem, o relatório foi bem recebido pela equipe econômica, com quem o deputado discutiu previamente a regra da estabilidade, algo que Cutrim fazia questão que entrasse no projeto.
Entre outros pontos, o relator afirmou que a proposta do governo atende a preceitos constitucionais. Nesta semana, o plano de venda dos Correios foi alvo de uma manifestação do procurador-geral da República, Augusto Aras, que se colocou contra a privatização dos serviços postais e correio aéreo - atividades de monopólio dos Correios. Para Cutrim, no entanto, a desestatização é constitucional e possível.
Leia Também
O governo já decidiu que deverá fazer a venda de 100% dos Correios, assim que o Congresso aprovar o projeto de lei. Junto da privatização, a empresa que arrematar o estatal assinará um contrato de concessão para manter os serviços postais - de correspondência - que serão regulados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
[12:09]
Essa ideia é mantida no relatório de Cutrim, que afirma ser juridicamente viável que a delegação do serviço postal à iniciativa privada seja feita por meio da celebração de contratos de concessão. Ele descarta a possibilidade de uma concessão patrocinada, quando há uma contraprestação financeira de dinheiro público nos serviços - algo que o governo não cogita.
"Se o pressuposto básico da desestatização que ora se discute é não onerar o Tesouro Nacional, seria incoerente manter-se no projeto a possibilidade de uso da concessão patrocinada", afirmou o deputado. Cutrim também retira a menção de que o serviço postal pode ser feito mediante atuação em regime privado - o que não interfere no plano do governo de conceder essas atividades à iniciativa privada.
Outra mudança foi retirar do texto a possibilidade de transformar os Correios em sociedade de economia mista, algo que, novamente, está alinhado com o atual plano do Executivo, de não manter participação no capital da empresa.
No relatório, Cutrim afirma que o setor postal vem passando por transformações significativas no Brasil e no mundo, e que o principal fator de mudança é a digitalização das comunicações e as transações comerciais online.
Por isso, pontua, que o processo de crescente acesso à internet e de ascensão das redes sociais têm gerado queda acelerada no volume postal - de aproximadamente 1 bilhão de objetos por ano no Brasil, segundo dados dos estudos da consultoria contratada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Na mesma linha dos argumentos do governo, o relator afirmou também que o "desafio da empresa estatal é adaptar-se aos tempos modernos". "Atualmente, em várias partes do mundo, há uma tendência de que as comunicações sejam privatizadas", disse.
Cutrim pontua também que a empresa oferece um risco fiscal ao governo, caso não haja modernização do sistema postal. "Torna-se evidente que a União não tem como suprir essa demanda de investimentos na estatal, razão pela qual a desestatização da ECT é urgente e deve ser priorizada", afirmou.
Segundo o governo, hoje há uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal, o que reforça a necessidade da privatização para evitar que os cofres públicos sejam responsáveis por investimentos da ordem de R$ 2 bilhões ao ano.
A estatal acumulou prejuízo entre 2013 e 2016, mas desde 2017 vem registrando resultados positivos nos balanços anuais. Em 2020, com o aumento do e-commerce, a estatal teve lucro de R$ 1,53 bilhão, maior resultado nos últimos dez anos.
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras