🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

VAI TER CALOTE?

Uma catástrofe à vista? Por que o presidente do JP Morgan está preocupado com o teto da dívida dos EUA

Para além do ‘fechamento do governo’, com a suspensão dos serviços públicos, o teto da dívida pode levar a um calote da dívida pública norte-americana

James Dimon, CEO do JP Morgan
James Dimon, CEO do JP Morgan - Imagem: Reprodução/Wikimedia Commons

O multitrilionário teto de endividamento dos Estados Unidos foi durante muito tempo uma abstração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois da crise financeira de 2008, entretanto, volta e meia o teto da dívida dos EUA retorna ao noticiário, com republicanos e democratas se alternando na tentativa de tirar proveito das estreitas margens de maioria no Congresso para constranger o governo do partido rival.

Como o teto da dívida só pode ser suspenso com a autorização do Congresso, a situação transforma o presidente de turno em uma espécie de refém da oposição. Os republicanos usaram o teto da dívida contra Barack Obama. Os democratas deram o troco quando o presidente era Donald Trump. Agora o refém é Joe Biden.

Catástrofe e politicagem

Depois de o Partido Republicano, mesmo em minoria, ter obstruído a suspensão do teto da dívida no Senado, a ausência de acordo sobre o tema a poucos dias do encerramento do ano-fiscal norte-americano levou o presidente do JP Morgan Chase a qualificar os riscos envolvidos como “potencialmente catastróficos”.

Numa entrevista à agência de notícias Reuters, Jamie Dimon admitiu que o JP Morgan já começou a se preparar para a possibilidade de os EUA atingirem o teto da dívida, atualmente estipulado em US$ 28,4 trilhões, e ficarem sem dinheiro para o financiamento de suas operações. “É a terceira vez que temos que fazer isso. Trata-se de um evento potencialmente catastrófico”, disse ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Toda vez que isso acontece acaba aparecendo uma solução na última hora, mas nunca deveríamos chegar tão perto. Eu só acho que tudo isso está errado e um dia deveríamos simplesmente ter uma lei com apoio bipartidário para acabar com o teto da dívida. É tudo politicagem!”

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno; confira os números da nova pesquisa Datafolha

ELEIÇÕES 2026

Ninguém pode ser preso durante as eleições — mas há exceção; entenda a lei para candidatos e eleitores

Jamie Dimon, presidente do JP Morgan Chase

O mais provável é que Dimon tenha razão. Originalmente implementado com a intenção de impor disciplina fiscal aos deputados e senadores norte-americanos, o teto de endividamento já precisou ser elevado 98 vezes desde o fim da Segunda Guerra Mundial até hoje - uma vez a cada pouco mais de dez meses -, na maioria delas sem alarde.

Em anos recentes, a politização do teto de gastos levou à paralisação do governo em 2011, sob Obama, e 2017, sob Trump. Em nenhum dos casos, entretanto, chegou a haver calote na rolagem da dívida norte-americana.

De acordo com Dimon, o JPMorgan Chase, maior credor privado dos EUA, já tenta projetar como um potencial default de crédito dos EUA afetaria os mercados de recompra de títulos, a oferta de dinheiro, os contratos dos clientes, os índices de capital do banco e a reação das agências de classificação de risco de crédito.

O 1º default da história dos EUA?

Ontem, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, disse que os recursos do governo para o cumprimento de suas obrigações provavelmente se esgotarão até 18 de outubro e advertiu para o risco real de um calote.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Sem a elevação do teto, os EUA terão limitação de recursos em 18 de outubro e terão o primeiro default de sua história, o que gerará crise e recessão", comentou Yellen, ontem, em depoimento perante o Senado.

Se isso acontecer, prosseguiu ela, "os juros vão subir e elevar despesas" federais e o pagamento do serviço da dívida pública.

Lembrando ainda que o elevado endividamento norte-americano é uma espécie de construção bipartidária, a secretária reforçou: "É necessário evitar um evento catastrófico. Minha esperança é que vamos trabalhar junto com o Congresso para evitar um desastre."

O líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, pretende tentar uma solução parcial para o tema ainda esta semana, já que amanhã termina o ano-fiscal nos EUA. A ideia de Schumer é segregar as discussões e aprovar um projeto de lei para manter o financiamento às operações do governo a partir de sexta-feira. Com isso, o debate sobre a suspensão do teto de endividamento deve ficar para outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 17 de setembro de 2026 - 19:49
Imagem de A Justiça, a escultura localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília 16 de setembro de 2026 - 19:45
O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF 15 de setembro de 2026 - 19:57

UM DIA (QUASE) HISTÓRICO

Alexandre Moraes e Banco Master: um resumo sobre como acabou o julgamento do STF

15 de setembro de 2026 - 19:57
Mapa do Brasil de cabeça para baixo em ilustração sobre cartografia e orientação geográfica. A imagem mostra o território brasileiro invertido para demonstrar que não existe uma posição cientificamente correta para representar países em mapas, tema relacionado aos mapas-múndi do IBGE com Brasil no centro e hemisfério Sul no topo. 12 de setembro de 2026 - 14:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 12 de setembro de 2026 - 9:00
O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF 11 de setembro de 2026 - 9:04
O presidente do STF, Edson Fachin, veste toga preta e está sentando em uma mesa, segurando papéis 9 de setembro de 2026 - 18:36
Imagem do prédio sede da Polícia Federal 8 de setembro de 2026 - 19:50
Bandeira do Brasil 7 de setembro de 2026 - 17:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 6 de setembro de 2026 - 9:00

Conteúdo Market Makers

Seus investimentos e patrimônio estão preparados para as Eleições 2026?

6 de setembro de 2026 - 9:00
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 3 de setembro de 2026 - 19:03
O ministro Alexandre de Moraes aparece sentado, olhando para o lado, com cara de poucos amigos. 3 de setembro de 2026 - 13:41
banco master pesquisa atlasintel bloomberg 2 de setembro de 2026 - 19:46
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar