O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas destacam que empresa se beneficiará da valorização do minério de ferro, oferecendo bons retornos aos acionistas
A CSN Mineração (CMIN3) chegou à bolsa fazendo bastante barulho. Ainda que as ações tenham saído no piso da faixa indicativa de preços, a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) movimentou um total de R$ 5,2 bilhões, sendo a maior operação do ano até o momento.
A demanda foi forte, com os papéis disparando 15% na máxima do dia de estreia, 18 de fevereiro, fechando com alta de 5,88%. O desempenho não vem bem desde então, com as ações acumulando queda de 6,22%, mas isso não desanima os analistas.
Muito pelo contrário. Para eles, a CSN Mineração é a melhor forma de aproveitar a valorização do minério de ferro no mercado internacional e eles veem a companhia com boas perspectivas de crescimento no longo prazo, o que significa mais retorno aos acionistas.
Ao menos dois bancos iniciaram a cobertura das ações do então braço de mineração da CSN (CSNA3), ambos com recomendação de compra.
Um deles é o Credit Suisse, que estabeleceu um preço-alvo de R$ 11,50, o que representa um potencial de alta de 38% para as ações.
O relatório dos analistas Caio Ribeiro, Gabriel Galvão e Gabriel Spillmann começa afirmando, logo no título, que a CSN Mineração é um “gigante em formação”. Para eles, o fato de se concentrar apenas em minério de ferro coloca a empresa numa boa posição para aproveitar os altos preços que a commodity deve registrar nos próximos dois anos – média de US$ 150,00 a tonelada em 2021 e US$ 120,00 a tonelada em 2022.
Leia Também
“A CSN Mineração se destaca entre seus pares de minério de ferro considerando o potencial significativo de crescimento e porque suas operações são 100% de empilhamento de rejeito a seco (não dependem de barragens)”, diz trecho do relatório, fazendo referência a um dos principais riscos do setor de mineração, como visto no episódio de Brumadinho com a Vale (VALE3).
A avaliação é compartilhada pelo Bank of America (BofA), que fez parte do sindicato de bancos que coordenou o IPO. A analista Timna Tanners estabeleceu um preço-alvo de R$ 10,00, potencial de alta de 19,6%.
Para ela, apesar de a CSN Mineração ter apenas uma mina, a Casa de Pedra, ela já tem toda a infraestrutura e autorizações necessárias para comportar um aumento da produção, que deve alcançar cerca de 63 milhões de toneladas até 2025, mais que o dobro do extraído atualmente. E ela pode atingir 108 milhões de toneladas em meados de 2030.
Para os dois bancos, a soma de preços altos do minério de ferro e boa execução operacional será igual a retornos elevados aos acionistas – o BofA fala em cerca de 14% em termos de dividendos, e o Credit Suisse aponta para 19% em rendimento do fluxo de caixa livre (o FCF yield, que sinaliza o potencial de retorno aos acionistas) em 2021 e uma média de 5% entre 2022 e 2025.
“Nossa recomendação de compra reflete o valor de sua capacidade de curto prazo, mas também o potencial de alta de seus planos de expansão de longo prazo. Além disso, estamos confiantes que o controlador [CSN] vai manter os pagamento de dividendos para se financiar”, diz trecho do relatório do BofA, lembrando que um dos motivos pelo qual a CSN realizou o IPO do seu braço de mineração foi para reduzir seu endividamento.
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas