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Jason DeBolt mantém aplicações em um único ativo: as ações da montadora, contrariando a recomendação de especialistas; ele veio a público comemorar o recente rali da fabricante de veículos elétricos
Um investidor da Tesla fez aquilo que nenhum planejador financeiro recomendaria: aplicou — e ainda aplica — suas reservas em único ativo: as ações da montadora.
A história de Jason DeBolt, que chegou a trabalhar para o Google, é um verdadeiro golpe de sorte. Ele começou comprando as ações da montadora de Elon Musk quando os papéis valiam apenas US$ 7,50 — hoje, são negociados na faixa dos US$ 800.
Agora aos 39 anos, DeBolt tem uma fortuna de US$ 12 milhões — e fala em se aposentar. O investidor veio a público na última semana, em sua conta no Twitter, para celebrar a mais recente alta das ações da Tesla.
Apenas no último ano, os papéis da montadora de carros elétricos subiram mais de 730%.
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"Ser um investidor diversificado significa que nunca colocarei minha família na posição de ser completamente destruída por uma única posição", escreveu no blog da gestora em ele atua.
DeBolt não tem esposa nem filhos — e parece disposto a enfrentar também os baixos da decisão de aplicar somente na Tesla: ele chegou a perder US$ 1,3 milhão em um dia no ano passado.
O blog Ramp Capital perguntou para DeBolt se ele não estava preocupado com a possibilidade de uma bolha da Tesla, tendo em vista o rali do ano passado. O investidor disse que não.
"Os setores de energia e transporte estão sendo disruptivos, e o preço das ações da Tesla reflete isso", disse. "Acho que poderíamos eventualmente ver US$ 20 mil a US$ 30 mil por ação até 2030, presumindo que não haveria mais desdobramentos de ações".
DeBolt tem atualmente 14,8 mil ações da Tesla, com um custo médio de US$ 58 cada. O primeiro investimento foi em 2,5 mil papéis a US$ 7,50 em 2013, segundo o site MarketWatch.
"Acho que não veremos uma empresa como a Tesla nos próximos 50 anos", disse.
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