O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Credit Suisse vê produção desacelerar a 0,3% no mês passado, com maior parte das cervejarias enfrentando restrições na capacidade
Essa é uma notícia que não vai agradar nem um pouco aos leitores cervejeiros. O Credit Suisse constatou uma desaceleração na produção do querido suco de cevada em fevereiro, com muitas empresas enfrentando restrições na capacidade diante da alta demanda, com as pessoas bebendo em casa, e escassez de garrafas.
Segundo os analistas Sanjeet Aujla, Marcella Recchia, Matthew Ford e Alex Molloy, responsáveis pelos cálculos, a produção de cerveja cresceu apenas 0,3% em fevereiro, uma desaceleração ante a alta de 3% de janeiro, do avanço de 5% no quarto trimestre e de 19% no terceiro trimestre.
Uma das principais culpadas pela desaceleração, de acordo com os analistas do Credit Suisse, foi a Heineken, que desde o quarto trimestre enfrenta restrições de capacidade.
“Nós projetamos que o volume de cerveja da Heineken Brasil caiu até 4% no primeiro trimestre, após uma queda de 5% a 9% do volume no quarto trimestre, com o período refletindo os dois aumentos de preços implementados no terceiro e no quarto trimestres e a continuidade das restrições de capacidade em janeiro e fevereiro, pontos parcialmente compensados pela redução de estoques vista em março de 2020”, diz trecho do relatório.
Já a dominante do setor, peso-pesado do mercado, a Ambev (ABEV3) fez a parte dela no resultado agregado, apresentando um aumento de 10% no volume entre janeiro e fevereiro. A expectativa é de um crescimento de 12% da produção no primeiro trimestre, com a empresa ganhando ainda mais participação de mercado.
Vale lembrar que a Ambev sofreu nos últimos anos com a intensificação da concorrência no mercado, com a chegada de novos nomes e uma mudança no perfil do consumidor, que refinou seu paladar.
Leia Também
Um dos fatores que tem afetado a capacidade das cervejeiras é a falta de garrafas no mercado. O Credit Suisse conversou com um grande produtor das embalagens de vidro e ele confirmou a falta de produtos para atender o mercado.
O resultado é que muitas empresas não tem conseguido manter um estoque de garrafas, o que é um problema, diante da perspectiva de um aumento do consumo de cerveja, com o início do pagamento do auxílio-emergencial, que libera um pouco mais os chamados gastos discricionários.
A exceção, mais uma vez, é a Ambev, que verticalizou sua produção – cerca de 44% das garrafas que ela utilizou foram fabricadas internamente em 2020 – e tem grandes contratos com fornecedores. A Heineken e a Petrópolis, por outro lado, foram as mais prejudicadas.
O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) disse em nota que que a falta de garrafas no mercado é parte de um desafio momentâneo, reflexo da pandemia.
"O Sindicerv esclarece que a falta de garrafas que o mercado vem enfrentando é um reflexo do impacto que a pandemia gerou no cadeia de insumos e produção de embalagem - e que vem afetando diversos segmentos. Especificamente no setor cervejeiro, estamos enfrentando desafios pontuais com alguns insumos inerentes ao negócio, mas buscando junto aos fornecedores soluções para a normalização e menor impacto possível ao processo."
*Atualizado às 16h40, com inclusão de nota do Sindicerv
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar