Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista exclusiva

A Ser Educacional já enxerga o futuro do ensino — e tem um plano para chegar lá

Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional, diz que o grupo estuda mais aquisições e aposta num ecossistema de ensino digital

Victor Aguiar
Victor Aguiar
28 de junho de 2021
5:09 - atualizado às 11:10
Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional
Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional - Imagem: Ser Educacional

Pouco antes de Jânyo Diniz aparecer na sala de conferência, eu enfrentava problemas típicos dos tempos de home office. A internet estava instável no escritório e eu fui para sala; uma vez lá, meus cães insistiam em pular no meu colo — eles queriam porque queriam participar da entrevista com o presidente da Ser Educacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ossos do ofício, por assim dizer. O "novo normal" embaralhou tudo — casa, trabalho e escola estão no mesmo lugar; pais, filhos e pets dividem o mesmo espaço; e a vida, mais do que nunca, é intermediada por telas.

Só que, com a vacinação ganhando escala no país, uma dúvida começa a surgir no horizonte: o "velho normal" voltará a existir, ou um "novíssimo normal" emergirá, incorporando elementos da rotina da pandemia?

"O ensino vai ser híbrido e à distância", crava Diniz, em entrevista ao Seu Dinheiro — e sem cães aparecendo no vídeo. "Quando olhamos para o futuro, vemos um uso intensivo de tecnologia [na educação], um ecossistema com trilhas de aprendizado".

Ou seja: para o executivo, cursos 100% presenciais serão coisa do passado. Flexibilidade será a palavra de ordem no ensino superior, com os alunos livres para escolher como e quando estudar — e com incentivos para ir além de uma simples graduação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Ser Educacional, naturalmente, se prepara para a visão de futuro do seu presidente: os investimentos em digitalização são prioridade no grupo, de modo a aperfeiçoar as plataformas de ensino. E, para concluir essa tarefa, a companhia está de olho em novas oportunidades no mercado.

Leia Também

"Temos espaço para cerca de R$ 500 milhões em aquisições", diz Rodrigo Alves, diretor de relação com investidores da Ser Educacional, também presente à conferência. Na mira, estão as chamadas edtechs — startups que aliam tecnologia e educação —, além de instituições de ensino no campo da saúde e grupos focados em EAD.

Mudança cultural

Jânyo Diniz avalia que a pandemia acelerou alguns processos que já estavam em andamento: a adoção do EAD em massa não fazia parte dos planos da Ser Educacional já em 2020, embora o ensino a distância já estivesse ganhando importância no grupo.

Em 2017, por exemplo, os cursos in loco representavam mais de 90% da base de alunos da Ser; em 2020, a proporção já era mais equilibrada: 72% na modalidade híbrida/presencial e 28% no digital. No primeiro trimestre deste ano, a diferença caiu ainda mais: 62% a 38%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior presença do ensino totalmente digital no mix, por outro lado, traz uma consequência: o tíquete médio fica menor. Cursos de EAD costumam ser mais baratos que os presenciais ou híbridos — o tíquete da Ser caiu de R$ 716 em 2017 para R$ 570 em 2020.

Ainda assim, a Ser conseguiu mostrar uma estabilidade na linha de receita líquida, com o crescimento da base de alunos compensando as mensalidades mais baratas.

Ser Educacional resultados

Diniz pondera, no entanto, que a mudança mais significativa no setor de educação ocorreu nos aspectos culturais.

Depois de quase um ano e meio de pandemia, o executivo afirma que boa parte do preconceito em relação ao ensino a distância caiu por terra. A modalidade, hoje, é mais bem aceita por pais e alunos; o mercado de trabalho é mais receptivo aos profissionais com formação digital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A mudança de cultura faz com que as pessoas tenham uma tendência maior a aceitar o ensino digital. O presencial puro deixa de existir, qualquer instituição ou curso vai ter um componente a distância", diz Diniz.

Essa migração não consiste na simples troca da lousa pelo monitor. O executivo ressalta que o uso da tecnologia serve para ampliar o leque dos alunos: conteúdos extra, professores de outras localidades e aulas gravadas são algumas das possibilidades.

Graduações que exigem aulas práticas continuarão com elementos presenciais, enquanto outras poderão ser 100% digitais — nesses casos, o aluno tem a opção de assistir as aulas in loco, se preferir. A continuidade dos estudos, com cursos livres e de atualização, também é facilitada e incentivada.

O ecossistema da Ser Educacional

Sendo assim, a companhia aposta todas as fichas no aperfeiçoamento de seu ecossistema de ensino. Nesse contexto, foi lançada no começo deste ano a Ubíqua, a nova matriz curricular híbrida que disponibiliza conteúdos digitais e tecnologias que complementam o aprendizado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro braço importante é o GoKursos, uma espécie de marketplace de ensino com cursos diversos, todos estruturados pela companhia — e com assinaturas mensais que vão de R$ 29,90 a R$ 89,90. "Temos a expectativa de desenvolver conteúdo e fazer aquisições estratégicas para fortalecer o ecossistema, diz Diniz.

Dito tudo isso, há uma barreira importante para os planos: a limitação tecnológica no lado dos alunos.

Os problemas que eu enfrentei antes da conversa com Jânyo Diniz foram pequenos e facilmente solucionados: fui para outro cômodo da casa, contei com a boa vontade dos cães e pronto — fiz uma hora de entrevista sem maiores dificuldades.

Infelizmente, nem todos possuem as mesmas condições: internet instável, computadores antigos, empregos incompatíveis com o ensino digital — há uma gama de empecilhos que podem afastar os alunos, apesar das mensalidades mais baratas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Ser Educacional reconhece que, de fato, a barreira tecnológica e a desigualdade nas condições de acesso entre os alunos é uma questão importante a ser discutida. E, tendo esse contexto em mente, a empresa tem como meta ampliar a opção de cursos, com cada vez mais flexibilidade e variedade de duração.

A ampliação desse leque é fundamental para os planos da Ser: para o executivo, a volatilidade do mercado de trabalho tornará inviável que uma pessoa faça apenas um curso de graduação durante a vida.

E, considerando que muitas funções novas não exigem um diploma específico, os cursos livres e de atualização profissional — justamente os oferecidos no GoKursos — terão uma demanda elevada.

É o que chamamos de massificação customizada da educação, feita para atender às necessidades de forma cirúrgica. É um grande Lego.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional

As aquisições para o fortalecimento do ecossistema já começaram: em dezembro, a Ser Educacional comprou a Beduka, uma edtech que auxilia os usuários a escolherem carreiras e cursos — uma espécie de teste vocacional mais sofisticado.

E, para Diniz, falta ainda construir a última perna do tripé: a de encaminhamento profissional. "Queremos colocar uma plataforma de empregabilidade dentro do ecossistema".

GoKursos Jânyo Diniz

Ser Educacional, pandemia e aquisições

O plano da Ser foi acelerado com a pandemia, uma vez que a criação de plataformas massivas de ensino a distância foi imperativa. Ao mesmo tempo, os grupos de educação precisaram se adaptar à pressão econômica e ao aumento na evasão de alunos.

Mas, ainda no ano passado, um filão começou a se mostrar promissor: o dos cursos cuja percepção de valor é maior. Boas avaliações pelo MEC, instalações modernas para aulas práticas, ferramentas de ensino avançadas — tudo isso eleva o tíquete médio, mas também cria um vínculo mais forte com os alunos, que não interrompem os estudos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, a Ser Educacional pisou no acelerador e fez diversas aquisições ao longo de 2020, quase todas com esse racional em mente. Cursos bem conceituados e com tíquetes mais altos, como os de medicina e saúde, eram o alvo a ser atingido.

E a empresa de Jânyo Diniz buscou as oportunidades existentes no mercado. Veja abaixo a lista de aquisições feitas pela Ser Educacional desde o ano passado:

AtivoLocalDataPreço (R$ mi)
Faculdade Educacional da LapaParaná31/mai/21280
Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e Centro Universitário dos Guararapes (UniFG)*Paraíba e Pernambuco28/dez/20180
Centro Universitário São Francisco de Barreiras (Unifasb)Bahia20/dez/20210
Portal Beduka (edutech)-18/dez/20-
Sociedade Educacional de RondôniaRondônia14/dez/20120
Faculdade de Juazeiro do NorteCeará18/set/2024
Faculdade de Ciências Biomédicas de CacoalRondônia06/ago/20150

*Opções de compra fechadas; a operação ainda não foi concluída

Todas as aquisições de 2020, com exceção da Beduka, têm algumas características em comum: concentram-se nas regiões Norte e Nordeste, áreas em que a Ser tem grande presença; e oferecem cursos de medicina ou saúde, com tíquetes mais elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A Laureate era atrativa pelo portfólio de medicina muito forte, quase 800 vagas", diz Diniz — a Ser chegou a fechar acordo para comprar o grupo de americano, mas foi superada pela Ânima.

Ainda assim, a Ser Educacional recebeu pagamentos referentes à quebra do contrato e assinou acordos judiciais com a Ânima, passando a deter opções de compra de algumas faculdades da Laureate — a Ser exerceu o direito de aquisição da FPB e da UniFG, mas a operação ainda não foi concluída.

A compra da Fael, em maio deste ano, já teve outro racional: o grupo paranaense tem 90 mil alunos, possui expertise avançada em ensino digital e conta com mais de 600 polos parceiros ativos. Trata-se de uma instituição complementar ao portfólio da Ser, tanto pela exposição às regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, quanto pelo modelo de atuação via polos.

Com o negócio com a Fael, a Ser chega a aproximadamente 175 mil alunos em cursos digitais e mais de 300 mil no total. Mas, e agora? Quais os próximos passos?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem, a companhia deu um passo importante para continuar com as compras: obteve um financiamento de R$ 200 milhões junto à International Finance Corporation (IFC) — o prazo de pagamento, de sete anos, é mais alongado que a média.

Segundo Jânyo Diniz, muitas opções de compra estão sendo analisadas pela Ser Educacional. "Estamos de olho em coisas maiores, transformacionais. Analisamos especialmente as oportunidades em saúde, edtechs e EAD". E a empresa tem poder de fogo, com os R$ 500 milhões citados pelo diretor de RI.

Futuro digital

Pouco a pouco, o clima de excepcionalidade gerado pela pandemia vai ficando para trás no setor de educação superior, com os grandes grupos já pensando num retorno à normalidade e planejando o futuro — que, para Diniz, terá cursos híbridos e 100% digitais coexistindo.

"Somos sociáveis por natureza, sentimos necessidade de interação humana. Uma parte dos alunos vai querer fazer disciplinas presenciais, outros vão preferir tudo a distância", avalia o presidente da Ser Educacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cursos híbridos, por sua natureza, têm tíquetes médios maiores: a possibilidade de frequentar as salas de aula ou a necessidade de uso de instalações físicas, como laboratórios, exigem uma estrutura maior por parte das instituições.

Outros, cuja estrutura de ensino é essencialmente teórica, poderão ser feitos 100% pelas plataformas digitais, o que barateia as mensalidades e facilita o acesso ao ensino.

Por fim, a oferta de cursos livres, que dão continuidade ao processo de formação e preparação profissional, são a aposta da Ser Educacional — um processo de educação contínua e perene.

Ou, nas palavras do presidente da companhia:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O lifelong learning passa a existir, as pessoas passam a estudar. Não dá mais para fazer um curso para a vida toda. Mudou tudo.

Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A VISÃO DA LIDERANÇA

Sanepar (SAPR11): CEO abre o jogo sobre precatório bilionário, dividendos e privatização

14 de abril de 2026 - 13:15

Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia

NEGÓCIO DE LUXO

Aquisição de peso: JHSF (JHSF3) compra o Enjoy Punta del Este, ícone entre os maiores cassinos da América Latina

14 de abril de 2026 - 12:18

O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia

EM RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

Credores da Raízen (RAIZ4) querem 90% da empresa em troca de dívida, diz agência; o que está na mesa?

14 de abril de 2026 - 11:46

A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia

'INVESTIMENTO PESADELO'

Petrobras (PETR4) destrava ‘legado de Dilma’ com R$ 5 bilhões e coloca outros R$ 60 bilhões em nova fronteira do petróleo

14 de abril de 2026 - 10:38

Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais

E AGORA?

Porto Seguro (PSSA3) e Fleury (FLRY3) desistem de nova empresa com a Oncoclínicas (ONCO3), que pediu proteção; o que acontece agora?

14 de abril de 2026 - 9:23

O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia

CORRIDA POR LIQUIDEZ

O plano do Pão de Açúcar (PCAR3) para ganhar fôlego: de imóveis como garantia a recebíveis para destravar crédito

13 de abril de 2026 - 19:48

Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa

DÍVIDAS EXTRACONCURSAIS

Oi (OIBR3) ganha mais 60 dias de imunidade para dívida de R$ 1,7 bilhão que garante operação básica da empresa

13 de abril de 2026 - 19:41

A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação

ENTENDA OS MOTIVOS

Duplo upgrade: por que o BofA enxerga potencial claro de valorização para Isa Energia (ISAE4)

13 de abril de 2026 - 14:25

Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos

BANCOS

André Esteves fala sobre interesse do BTG no BRB: “Estamos olhando outros ativos, mas não vamos olhar os do Master”

13 de abril de 2026 - 14:05

Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil

MEDIDA CAUTELAR

Oncoclínicas (ONCO3) entra na Justiça para segurar crise de caixa e ganhar tempo com credores

13 de abril de 2026 - 10:31

A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado

BALANÇO APERTADO

Candidata a IPO, Aegea teve lucro líquido 31% menor em 2025 e ajusta números de 2024 para baixo

13 de abril de 2026 - 10:15

Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%

PEDIDO NEGADO

Casino livre para sair à francesa? Pão de Açúcar (PCAR3) falha em travar ações do ex-controlador em disputa bilionária

13 de abril de 2026 - 9:50

O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária

UM MÊS DE NEGOCIAÇÕES

JBS chega a acordo provisório com trabalhadores para fim de greve em fábrica nos EUA

13 de abril de 2026 - 8:53

A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina

UM PASSO NO ESPAÇO

Como o foguete que pousa de ré da SpaceX mudou a corrida espacial e se tornou um trunfo de Elon Musk

12 de abril de 2026 - 9:17

Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira

CRESCIMENTO SELETIVO

Quem ‘ganha’ e quem ‘perde’ no 1T26? BTG revela suas principais apostas no varejo

11 de abril de 2026 - 15:23

RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual

BOLSO CHEIO

Santander (SANB11) abre o cofre e anuncia R$ 2 bilhões em JCP; confira o que muda nos dividendos

10 de abril de 2026 - 19:35

Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026

SEMANA NEGATIVA

O que derrubou a Suzano (SUZB3)? Ação fica abaixo dos R$ 50 mesmo com Ibovespa em alta recorde

10 de abril de 2026 - 19:28

Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose

VEJA OS PLANOS

Estádio do Palmeiras vai virar roxo? Nubank revela o que pretende fazer após comprar os direitos de nome

10 de abril de 2026 - 15:13

Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair

DEPOIS DA CHUVA, O ARCO-ÍRIS

Depois de superar problemas com a Justiça, ‘Veio da Havan’ marca inauguração de megaloja polêmica no Centro Histórico de Blumenau

10 de abril de 2026 - 13:31

Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio

É HORA DE COMPRAR?

Dividendos extras no horizonte? BB BI eleva preço-alvo da Vale (VALE3) e reforça tese de geração de caixa

10 de abril de 2026 - 13:15

Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia