Podemos esperar fusões e aquisições no setor aéreo?
Em momentos de forte crise, alguns segmentos econômicos podem passar por um movimento de consolidação. Enquanto algumas empresas acabam trilhando o doloroso caminho da recuperação judicial, outras se unem para enfrentar a tempestade, e aquelas em melhor condição adquirem as mais machucadas, mas que ainda têm um negócio viável. Quem acompanha esta newsletter já sabe […]

Em momentos de forte crise, alguns segmentos econômicos podem passar por um movimento de consolidação. Enquanto algumas empresas acabam trilhando o doloroso caminho da recuperação judicial, outras se unem para enfrentar a tempestade, e aquelas em melhor condição adquirem as mais machucadas, mas que ainda têm um negócio viável.
Quem acompanha esta newsletter já sabe bem como a coisa funciona, pois tem lido bastante, ultimamente, sobre empresas em RJ e também sobre as fusões e aquisições no varejo de moda, um dos segmentos mais abalados pela pandemia do coronavírus.
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Agora, pode ser que estejamos prestes a assistir a alguma movimentação desse tipo em outro segmento que também tem sofrido bastante com esta crise sanitária: o das companhias aéreas.
Desde março do ano passado, as empresas do setor têm apresentado números vermelhos, mas uma delas tem sobrevivido com uma saúde melhor que as suas concorrentes: a Azul. Enquanto Latam e Gol queimam recursos, a companhia focada em voos domésticos ampliou sua posição em caixa e vem melhorando seus números operacionais.
Agora, a Azul se posicionou oficialmente como uma consolidadora de mercado. Em outras palavras, mostrou estar disposta a fazer aquisições e tem bala na agulha para isso. Será que vamos ver um negócio fechado em breve?
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Nesta matéria, o Victor Aguiar e o Renato Carvalho analisam os números das aéreas, explicam por que a Azul pode assumir esta posição e dizem o que pensam os analistas sobre possíveis fusões e aquisições envolvendo a empresa.
MERCADOS
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• Um benefício concedido a milionários do Tesouro Direto está prestes a acabar. Aplicações superiores a R$ 5 milhões em títulos públicos, antes isentas de taxa de custódia, estarão sujeitas à cobrança de 0,25% ao ano feita pela B3 a partir do mês que vem. Veja quem segue isento.
• Depois de inovar com um produto voltado ao mercado de carbono, a Vitreo também vai permitir que interessados se exponham ao cobre, commodity que valorizou 121% na pandemia. Saiba mais sobre o primeiro fundo de investimentos no metal do Brasil.
EMPRESAS
• Nós já informamos ontem que o Inter quer trocar a bolsa brasileira pela norte-americana Nasdaq e fechou um acordo de até R$ 2,5 bilhões com a Stone. Hoje, o Victor Aguiar foi conferir o que os bancos e casas de análise estão achando dessa história e te conta as reações à parceria nesta matéria.
• A queda recente nas ações da XP levou o Credit Suisse a alterar sua recomendação para a empresa. Além disso, o banco também se mostrou preocupado com os rumos da batalha por agentes autônomos entre a corretora e o BTG Pactual. Veja a nova indicação para os papéis.
ECONOMIA
• Mostrando que cão que ladra também morde, a Mongólia Interior, uma região autônoma da China, divulgou hoje oito regras para controlar a mineração de bitcoins. Veja quais são as medidas, que devem afetar principalmente locais que ainda usam combustíveis fósseis no processo.
• Parece que nem todos os membros do Federal Reserve compartilham a visão do presidente da instituição, Jerome Powell, a respeito dos estímulos à economia dos EUA. O vice-presidente do Fed, Richard Clarida, admitiu hoje que o banco central americano pode começar a debater em breve a redução da compra de ativos.
DEPOIS DA BONANÇA, A TEMPESTADE
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