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Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

produção e vendas em foco

Petrobras aumenta ritmo de produção no segundo trimestre, com avanço no pré-sal

Empresa encerrou o segundo trimestre com a produção de petróleo e gás natural em 2,796 milhões de barris de óleo e equivalente por dia; número representa uma alta de 1,1% sobre o trimestre anterior, mas uma queda de 0,2% na base anual

Kaype Abreu
Kaype Abreu
22 de julho de 2021
19:16 - atualizado às 19:29
Petrobras
Imagem: Tania Regô/Agência Brasil

A Petrobras encerrou o segundo trimestre com a produção de petróleo e gás natural em 2,796 milhões de barris de óleo e equivalente por dia (Mboed), disse a empresa nesta quinta-feira (22).

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O número faz parte do relatório de produção e vendas do período. O documento antecede o balanço, que a companhia divulga no próximo dia 4.

O desempenho no segundo trimestre representa um aumento de 1,1% em relação aos três primeiros meses do ano, mas uma queda de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2020.

A Petrobras atribuiu o avanço do desempenho em relação ao início do ano à continuidade do aumento de produção das plataformas P-68 (campos de Berbigão e Sururu) e P-70 (campo de Atapu).

No segundo trimestre, a produção de óleo e LGN nos campos do pré-sal foi 3,4% superior ao trimestre anterior, devido ao aumento da atividade das plataformas P-68 e P-70.

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Houve também estabilização dos níveis de produção das plataformas que realizaram paradas programadas no início do ano, principalmente os FPSOs Cidade de Paraty e P-66 (campo de Tupi).

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A Petrobras informou que registrou melhor performance nas plataformas P-74 e P-76 (campo de Búzios). Entre as influências negativas na produção, está a parada programada da P-58 (campo de Jubarte).

Pós-sal

A produção de óleo e LGN no segundo trimestre do pós-sal foi 2,9% inferior ao trimestre anterior, em função das maiores perdas com paradas de manutenção na Bacia de Campos e do desinvestimento do campo de Frade.

Entre as paradas, houve maior impacto com as plataformas FPSO Campos dos Goytacazes (campo de Tartaruga Verde), P-40 (campo de Marlim Sul), P-25 e P-31 (campo de Albacora), P-48 (campos de Barracuda e Caratinga) e P-50 (campo de Albacora Leste).

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A produção de óleo e LGN em terra e águas rasas no 2T21 foi de 99 Mbpd, 10 Mbpd inferior ao trimestre anterior, principalmente em função de intervenções em poços, manutenções de equipamentos, da parada para manutenção da P-31, além do declínio natural de produção.

A produção no exterior foi de 43 Mboed, referente às produções dos campos da Bolívia, Argentina e Estados Unidos. A queda em relação ao primeiro trimestre se deve, principalmente, ao declínio natural dos campos da Bolívia (San Antônio, San Alberto e Itaú), informou a empresa.

Vendas de derivados

Segundo a Petrobras, as vendas de derivados no segundo trimestre foram 5,5% maiores do que nos três primeiros meses do ano, com destaque para o crescimento da gasolina e do diesel.

No caso da gasolina, houve aumento do seu consumo em relação ao etanol hidratado no ciclo Otto, queda das importações de terceiros e menor colocação de produtos por outros produtores, resultando em aumento de participação de mercado.

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Em relação ao diesel, além da sazonalidade, com maior consumo no segundo trimestre em relação ao primeiro, houve a isenção tributária do PIS/COFINS na comercialização do produto nos meses de março e abril.

A isenção impactou de forma positiva principalmente as vendas de abril, e a redução do teor médio de biodiesel entre os trimestres, de acordo com a companhia.

A produção de derivados diminuiu 4,4% no segundo trimestre devido às paradas programadas nas refinarias REDUC, RPBC, REGAP, RLAM, REPAR e REVAP.

No dia 13 de julho, a RNEST iniciou sua primeira parada programada para manutenção, desde que a unidade começou a operar em 2014. A parada envolve a manutenção de praticamente todos os equipamentos da refinaria em todas as unidades do trem 1 da RNEST e tem duração prevista de cerca de 50 dias.

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Gás e energia

A Petrobras informa que a geração de energia elétrica foi de 3.297 MW médios, um aumento de 15,1% em relação ao primeiro trimestre, "em virtude da piora das condições hidrológicas e do menor nível dos reservatórios das hidrelétricas no país".

O volume de vendas no ACL (Ambiente de Contratação Livre) aumentou 11,0% em função, principalmente, de volumes adicionais de venda de energia de curto prazo nos meses de abril e maio, disse a empresa.

Segundo a petroleira, o volume de venda de gás natural no segundo trimestre se manteve praticamente estável em relação ao primeiro trimestre.

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Houve aumento no volume de entrega de gás nacional em 4,7%, com início do escoamento de gás da P-76 pela Rota 2, maior envio de gás nas plataformas P-53 e P-74 e maior eficiência operacional nas plataformas do pré-sal da Bacia de Santos.

Do lado negativo, houve queda nos volumes de regaseificação de GNL os quais, no entanto, "continuam altos para atendimento à demanda de gás natural, ainda em patamar elevado", de acordo com a companhia.

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