O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na semana passada, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi escolhido como o mais influente de 2021 em enquete promovida pelo semanário junto aos internautas
Em uma tradição iniciada há quase cem anos, os editores da revista norte-americana Time elegeram a Pessoa do Ano de 2021. A posição foi ocupada pelo bilionário Elon Musk, presidente-executivo da Tesla e da SpaceX e um dos grandes responsáveis pelos picos e quedas do bitcoin e outras criptomoedas por meio de comentários no Twitter.
Em meio a incontáveis críticas e processos relacionados a sua dura gestão de equipe, Musk ultrapassou a marca de US$ 250 bilhões em patrimônio líquido.
Da Terra às fronteiras do espaço sideral, ele é oficialmente o cidadão mais rico de toda a história conhecida.
Já a Tesla, sua montadora, foi avaliada em mais de US$ 1 trilhão, detentora de dois terços do mercado de veículos elétricos.
Com grandes ambições e ávido por glória e dinheiro, Musk pretende levar a população além (inclusive, do planeta).
“O objetivo geral é tornar a vida multiplanetária e permitir que a humanidade se torne uma civilização espacial”, disse o bilionário.
Leia Também
A Tesla teve um início conturbado. Em 2010, a montadora foi beneficiada por um sólido apoio do governo norte-americano, com um empréstimo de US$ 465 milhões para sustentar seus negócios.
Musk já acreditava na quebra dos padrões antigos de indústria.
Enquanto os antigos fabricantes de automóveis lutavam para manter as estruturas, o bilionário defendia a criação dos veículos elétricos - ainda que isso tenha levado quase uma década para se tornar algo rentável para sua empresa.
Depois de um processo da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, que o fez perder o cargo de presidente do conselho da Tesla, hoje o executivo é visto como responsável por levar grandes montadoras como a Nissan a investir bilhões em veículos elétricos.
Antes da decisão oficial, a revista também realiza uma enquete on-line com seus leitores para que estes votem em quem eles consideram a pessoa mais influente do ano.
A votação, porém, não é levada em conta para a votação oficial da Time, realizada pelos editores, sendo somente um retrato da opinião dos leitores.
Na semana passada, foi divulgado o resultado da pesquisa. E o vencedor foi o atual presidente do Brasil e possível candidato à reeleição em 2022, Jair Bolsonaro.
Alvo de críticas sobre suas decisões políticas e posicionamentos, tanto no país quanto no exterior, Bolsonaro recebeu 24% dos 9 milhões de votos computados pela Time.
O presidente ultrapassou até mesmo Donald Trump, que teve 9% dos votos, além dos profissionais de saúde à frente do combate ao coronavírus e cientistas que ajudaram a desenvolver as vacinas para a covid-19.
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável