O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ano será mais volátil com eleição presidencial e situação fiscal do Brasil preocupa, mas alguns segmentos podem se destacar nesse cenário
Navegar nas águas brasileiras em 2022 pode ser desafiador, já que estamos falando de um ano de eleição presidencial e também de uma situação fiscal que preocupa. Ainda assim, algumas ações podem ter um bom desempenho no ano que vem.
“Preferimos setores que tendem a ter um desempenho relativamente bom em um cenário de inflação e taxas mais altas, empresas de consumo que atendem a pessoas de alta renda, ações que ganham com o aumento dos preços globais de energia e players positivamente impactados por um dólar mais forte em relação ao real”, diz o BTG Pactual.
Segundo o banco, além da piora das expectativas para a maioria das variáveis macroeconômicas em 2022, é a situação fiscal do Brasil que mais preocupa os mercados.
[captcao]
“A decisão do governo de alterar as leis do teto de gastos, a fim de abrir espaço no orçamento de 2022 para um programa social novo e aprimorado, assustou os mercados”, afirma o BTG.
Já o Goldman Sachs diz que o saldo fiscal primário e a dinâmica da dívida pública melhoraram em 2021, refletindo, em grande medida, o impacto combinado da aceleração da inflação, dos altos preços das commodities e da recuperação econômica após a forte contração relacionada à covid-19.
Leia Também
“Como tal, a melhoria de 2021 mascara a fraqueza subjacente do quadro fiscal, especialmente após a erosão das duas principais âncoras fiscais: teto de gastos e lei de responsabilidade fiscal”, diz.
As eleições presidenciais do Brasil - com o 1º turno marcado para 2 de outubro de 2022 - devem tornar as águas brasileiras mais turbulentas, aumentando a volatilidade do mercado ao longo do próximo ano.
“Durante a campanha, tanto Lula como Bolsonaro têm o incentivo para adaptar seus discursos às bases de apoio leais da extrema direita e da esquerda, o que significa que os discursos de campanha que levam ao 1º turno provavelmente serão mais radicais, uma estratégia que pode adicionar volatilidade aos mercados”, afirma o BTG.
Para o Goldman Sachs, uma provável eleição geral altamente polarizadora no quarto trimestre de 2022 deverá pesar sobre a confiança ao longo da maior parte do ano e o resultado moldará as perspectivas para 2023.
“Nossa macro base não assume nenhum progresso tangível na frente de reformas estruturais atrasadas”, diz.
Um bom marinheiro nunca foi forjado em águas calmas e quem deseja navegar nas águas brasileiras terá ainda que encarar um cenário de inflação alta e desaceleração do crescimento econômico.
“A inflação subiu para dois dígitos e disseminou-se consideravelmente, o crescimento desacelerou rapidamente para um ritmo muito baixo abaixo da tendência, as condições financeiras se estreitaram significativamente - impulsionadas pelo aperto monetário e altos prêmios de risco político - e a incerteza política permanece elevada”, diz o Goldman Sachs.
Para evitar que um tsunami provocado pelos preços mais altos atingisse a economia brasileira em cheio, o Banco Central elevou a Selic - como a taxa de juros é conhecida por aqui - a 9,25% ao ano - o maior patamar em quatro anos.
“O aumento da Selic afeta os resultados da maioria das empresas que cobrimos. Excluindo bancos, seguradoras e empresas de caixa líquido, os lucros de quase todas as outras empresas caem devido às taxas mais altas. O impacto negativo da alta da Selic é maior nas empresas que vendem basicamente no mercado doméstico do que nas exportadoras de commodities”, afirma o BTG.
De acordo com cálculos do banco, para cada aumento de 1 ponto percentual da Selic, o lucro das empresas que vendem no mercado doméstico, excluindo serviços financeiros, cai 1,8%, enquanto a receita dos exportadores cai 0,2%.
Em meio às águas turvas das eleições e das incertezas fiscais, o Goldman Sachs e o BTG fizeram suas apostas para a economia e para as ações.
O Goldman espera um crescimento real de 4,5% para a economia brasileira este ano - o que seria uma recuperação total da contração de 3,9% de 2020 - mas uma desaceleração para modestos 0,8% em 2022, com risco inclinado para o negativo.
“Dadas as impressões de crescimento fracas desde o segundo trimestre de 2021, o transporte para o crescimento em 2022 caiu para perto de zero”, diz o Goldman, acrescentando que as previsões não assumem novos contratempos na frente da covid-19.
Do lado das empresas, o BTG estima que o lucro das companhias nacionais crescerá 9,4% em base anual em 2022, impulsionado principalmente pelos bancos (11%), que devem contribuir com um lucro extra de R$ 9,5 bilhões em 2022.
“Também modelamos para uma boa recuperação em varejo, saúde, educação, bens de capital e software”, diz o BTG.
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia