🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

A próxima gigante

Metaverso, games e criptomoedas: as apostas da NVIDIA para se tornar a próxima empresa de US$ 1 trilhão

A NVIDIA (NVDA) teve uma ascensão meteórica na bolsa e já vale quase US$ 700 bi; suas GPUs são úteis para games, criptomoedas e o metaverso

Victor Aguiar
Victor Aguiar
18 de dezembro de 2021
5:40 - atualizado às 10:24
Sede de prédio da NVIDIA (NVDA e NVDC34)
Imagem: NVIDIA

Há um grupo muito seleto no mercado financeiro global: o de empresas avaliadas em mais de US$ 1 trilhão. Estamos falando de pesos-pesados como Apple, Microsoft e Amazon; ao todo, apenas sete companhias já romperam essa barreira. Pois o clube dos trilionários pode ganhar um novo membro em breve, com a NVIDIA (NVDA) subindo no ranking com velocidade espantosa — e tudo graças a uma estratégia muito particular, que une games, criptomoedas e metaverso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho das ações da NVIDIA na bolsa americana (NVDA) ilustra bem a revolução pela qual a empresa passou num período relativamente curto de tempo. Ontem, os papéis fecharam o pregão cotados a US$ 278,01, acumulando ganhos de 113% desde o começo do ano. De 2020 para cá, o salto chega a incríveis 373%.

Com toda essa valorização, a NVIDIA hoje é avaliada em US$ 692,8 bilhões, ocupando o oitavo lugar na lista das empresas com os maiores valores de mercado do mundo. À frente dela, apenas as VIPs do clube dos trilionários, sendo que Tesla e Facebook atualmente estão um pouco abaixo da linha de corte — mas, uma vez membro, sempre membro. Veja abaixo o top 10:

EmpresaPaísSetorValor de mercado (US$ bi)
AppleEUATecnologia2.807
MicrosoftEUATecnologia2.431
Alphabet (Google)EUATecnologia1.893
Saudi AramcoArábia SauditaÓleo e Gás1.877
AmazonEUATecnologia1.724
TeslaEUAAutomotivo936,5
Meta (Facebook)EUATecnologia928,5
NVIDIAEUATecnologia692,8
Berkshire HathawayEUAFinanceiro/Investimentos656,4
TSMCTaiwanTecnologia603,2
TencentChinaTecnologia551,6

Essa lista deixa uma coisa bem clara: o setor de tecnologia domina as atenções dos investidores e desponta como o grande ramo da economia global para os próximos anos. Apple, Microsoft, Google, Amazon — todas elas atuam na interface entre a prestação de serviços e a administração de dados e informações.

Mas... e a NVIDIA? O que faz de tão importante para estar lado a lado com as big techs americanas e asiáticas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se de um raro caso de companhia que já é altamente rentável no presente, com linhas de negócio com demanda firme, e que possui projetos relativamente avançados nos temas de investimento no futuro. Ou seja: estamos falando de uma companhia que tem tudo para fincar o pé entre as gigantes.

Leia Também

NVIDIA, GPUs e games

Sendo bastante generalista, a NVIDIA (NVDA) fabrica componentes para computadores — e mesmo quem não é lá muito ligado em configurações de PCs e notebooks já deve ter visto esse nome por aí. Mas, ora essas, a Intel, a Qualcomm, a IBM e muitas outras empresas também fabricam peças do tipo e não valem quase US$ 700 bilhões.

Portanto, sejamos mais específicos: a NVIDIA é especialista em um tipo específico de componente, as graphic processing units (GPUs) — as boas e velhas placas de vídeo. Se você pensa em usar o computador para editar vídeos, renderizar gráficos em 3D ou instalar games de última geração, saiba que uma GPU potente é um pré-requisito.

E é aqui que a NVIDIA começa a dar o pulo do gato: a empresa é conhecida por fabricar as mais potentes GPUs do mercado — e que são objeto de desejo de gamers, streamers, editores gráficos e todo tipo de pessoa que, de alguma maneira, depende de uma capacidade de processamento de vídeo muito elevada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que todo esse avanço tecnológico tem um custo, e ele é elevado. Uma placa de vídeo GeForce RTX 3080 TI — a mais moderna da NVIDIA — é vendida por quase R$ 15 mil; o modelo anterior, da linha RTX 2080, sai mais em conta: R$ 10 mil. Games exigem investimento, não é mesmo?

Nvidia GeForce RTX 30 bitcoin criptomoedasPlaca GeForce RTX 30, o carro-chefe da NVIDIA e objeto de desejo de 9 a cada 10 pessoas que pretendem rodar os games mais modernos no computador

Você já deve ter entendido onde eu quero chegar: estamos falando de uma empresa que fabrica os melhores produtos de sua categoria — e que conta com um mercado consumidor amplo e disposto a pagar preços altos. É o cenário dos sonhos para qualquer companhia.

Mas, além das GPUs em si, a NVIDIA também tem todo um ecossistema de hardware com base no processamento de vídeo: notebooks voltados para games, monitores, sistemas em nuvem para análise de dados, tecnologia para conectividade em alta velocidade e muitos outros produtos correlatos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É, portanto, uma empresa de tecnologia voltada ao fornecimento de hardware com foco em games e processamento gráfico. Mas não só isso — o mundo das criptomoedas também está de olho na companhia.

A demanda inesperada do mercado de criptomoedas

Ok, ficou claro que a NVIDIA (NVDA) está bem posicionada no que diz respeito à demanda por placas de vídeo e outros componentes gráficos para computadores e games — a receita no presente, assim, parece garantida. Mas e o futuro?

É claro que é razoável partir do pressuposto que, conforme os games ficam mais refinados e a necessidade de capacidade de processamento aumenta, a NVIDIA vai continuar desenvolvendo GPUs cada vez mais poderosas. Só que a empresa — talvez, num golpe de sorte — viu um novo público-alvo surgir para seus produtos: os mineradores de criptomoedas.

Sem entrar em detalhes excessivamente técnicos e, de maneira bastante simplificada: a mineração de criptomoedas depende de computadores altamente potentes. Mas, mais importante que a velocidade dos processadores em si, é a capacidade gráfica das GPUs — assim, placas de vídeo de última geração são mais eficazes no processo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: os mesmos produtos que eram cobiçados por gamers e editores de vídeo também passaram a ser disputados pela comunidade das criptomoedas — e, com a demanda em alta, o preço das placas de vídeo foi às alturas, provocando até mesmo uma escassez de GPUs de última geração no mercado.

A NVIDIA, é claro, não deixou o cavalo selado passar pela porta de sua sede: ao ver um novo nicho de mercado surgindo, ela agiu rápido e criou uma linha de produtos voltados à mineração de criptomoedas. Quase que do dia para a noite, toda uma nova divisão de negócios foi desenvolvida — e com uma demanda que promete durar por anos.

O metaverso vem aí

Por fim, há o terceiro pé dessa mesa: as possibilidades do futuro . Ao ocupar o cargo de produtora das GPUs mais avançadas do mercado, a NVIDIA (NVDA) se coloca como natural postulante ao desenvolvimento da tecnologia necessária para dar escala ao metaverso.

Pense, por exemplo, nos óculos de realidade virtual necessários para a navegação do metaverso. Será preciso ter uma capacidade brutal de processamento gráfico, de modo a viabilizar a criação de universos tridimensionais em tempo real. E não há outra empresa no mercado além da NVIDIA capaz de cumprir essa tarefa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Meta/Facebook, com seu investimento bilionário no desenvolvimento da Oculus — o hardware para navegação no metaverso — precisará de algum tipo de parceria com a NVIDIA para que GPUs muito mais potentes que as existentes hoje sejam acopladas aos óculos de realidade virtual, uma tecnologia que, até lá, continuará sendo usada por gamers e mineradores de criptomoedas.

Assim, a demanda aquecida que vemos hoje tem plenas condições de se sustentar por muitos anos, em paralelo ao desenvolvimento do metaverso — e, uma vez que ele esteja funcionando, a NVIDIA aparece bem posicionada para ser a grande fornecedora de GPUs necessários para a exploração desse universo.

"A Nvidia deve se tornar o grande player do chamado metaverso", diz João Piccioni, analista da Empiricus e especialista em ações estrangeiras. "Por meio do Omniverse, a companhia deve conseguir integrar praticamente todas plataformas de modelagem e simulação de projetos e praticamente integrar diferentes fases de um projeto em um único local".

NVIDIA: disparada financeira

Esse contexto de presente forte e futuro promissor, seja pelo metaverso ou pelas criptomoedas, deu ânimo aos resultados financeiros da NVIDIA (NVDA) ao longo do passado recente. Repare que, desde o terceiro trimestre de 2020, a receita líquida, o lucro operacional e o lucro líquido da companhia sobem de maneira sequencial — o que, inclusive, fez a empresa revisar para cima as suas projeções para 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O terceiro trimestre foi espetacular, com recorde nas receitas", disse Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA, em mensagem aos acionistas durante a divulgação do último balanço da empresa. "A linha RTX de GPUs reinventou a computação gráfica com o ray tracing e a inteligência artificial, e é a atualização ideal para o mercado cada vez maior de gamers e criadores, além de designers e profissionais construindo estações de trabalho em casa".

Em relatório, o analista Matt Bryson, da Wedbush, mostrou animação com os mais recentes resultados trimestrais da NVIDIA, ressaltando que os números superaram as expectativas do mercado. O especialista ponderou que as projeções da companhia para o futuro não foram tão fortes quanto se supunha, mas diz que, dado o histórico consistente da NVIDIA em entrega de resultados, é difícil reclamar.

Do lado do hardware, a companhia continua anos à frente das concorrentes

João Piccioni, analista da Empricus

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

NVIDIA (NVDA e NVDC34): sucesso na bolsa

Conforme discutimos no começo desse texto, as ações da NVIDIA tiveram uma alta vertiginosa na bolsa americana, quase quintuplicando seu valor em dois anos. Muitos, no entanto, questionam o atual patamar de preço dos papéis, já próximo dos US$ 300.

Segundo dados do Yahoo Finance, as ações da NVIDIA (NVDA) são negociadas com um múltiplo de P/L futuro próximo de 60 vezes, um nível bastante elevado até mesmo para empresas de tecnologia que estão em fase de crescimento expressivo. O múltiplo EV/Vendas está acima de 30 vezes, uma marca igualmente esticada.

Matt Bryson, da Wedbush, é um dos que se mostra incomodado com o valuation de NVDA, por mais que o desempenho financeiro da companhia seja bastante sólido. "Mais uma vez, a NVIDIA entregou resultados fortes e superou as projeções. Mas os múltiplos elevados nos deixam receosos".

Ainda assim, as perspectivas futuras animadoras, com a expectativa de demanda aquecida por anos para as placas de vídeo e de aplicações diretas dos produtos da companhia no desenvolvimento do metaverso a colocam numa posição rara: a de empresa que possui múltiplos de uma companhia de tecnologia promissora, mas que já entrega resultados sólidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na bolsa brasileira, os BDRs da NVIDIA (NVDC34) mostram comportamento semelhante ao das ações nos EUA: cotadas a R$ 32,90 no fechamento de sexta-feira (17), elas acumulam ganhos de mais de 130% desde o começo do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar