O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Magazine Luiza mostrou crescimento nas linhas de receita, Ebitda e lucro; a participação do e-commerce nas vendas totais segue aumentando
O Magazine Luiza continua se expandindo. Há pouco, a varejista divulgou seus resultados no primeiro trimestre de 2021 e mostrou crescimento nas vendas, ganho de importância do e-commerce e aumento no lucro — números que, mais uma vez, superaram as expectativas do mercado.
As vendas totais do Magalu — incluindo as vendas nas lojas físicas, no e-commerce tradicional e no marketplace — chegaram a R$ 12,5 bilhões, alta de 62,8% em relação aos primeiros três meses do ano passado. A receita líquida da companhia saltou 57,7%, para R$ 8,3 bilhões.
É importante lembrar que o primeiro trimestre de 2020 foi parcialmente impactado pelo início das medidas de restrição por causa da Covid-19 — na época, o varejo ainda não estava tão focado no digital quanto hoje.
Vale destacar, também, que apesar de as lojas físicas terem ficado fechadas durante parte de fevereiro e março deste ano, o bom desempenho do e-commerce foi mais que suficiente para compensar esse efeito.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado mais que dobrou, para R$ 695,6 milhões; o lucro líquido ajustado do trimestre ficou acima das projeções e foi a R$ 81,5 milhões — entre janeiro e março do ano passado, o Magazine Luiza teve prejuízo de R$ 8 milhões.
Mesmo na comparação com o quarto trimestre de 2020 — período sazonalmente mais forte por causa das festas de fim de ano —, o Magalu não se saiu mal. Na ocasião, o Ebitda ajustado foi de R$ 523,8 milhões e o lucro líquido, de R$ 219,5 milhões.
Leia Também
As margens do Magazine Luiza mostram uma pequena evolução na comparação anual, apesar do ganho de importância do e-commerce na empresa — um segmento que, historicamente, possui índices mais apertados.
Veja abaixo um resumo das margens do Magalu no trimestre:
Olhando para o desempenho operacional, as vendas nas lojas físicas cresceram 3,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2020, apesar de o indicador vendas mesmas lojas ter recuado 0,5%.
Mas a estrela do trimestre foi, sem dúvida, o e-commerce. As vendas na plataforma tradicional (1P) saltaram 121,5% em um ano, enquanto as vendas totais — incluindo o marketplace — subiram 114,4%. Com isso, a participação do e-commerce nas vendas totais do Magalu chegou a 70,3%.
"Nossa inspiração vem da China, onde plataformas progressivamente digitalizam a economia do empreendedorismo e integram uma miríade de produtos de serviços em superapps presentes nos smartphones de muitos milhões de consumidores", disse a companhia, no release de resultados.

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina