🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Renato Carvalho

Novos tempos

Itaú aposta em plataforma iti e atendimento ‘figital’ para aumentar base de clientes e melhorar rentabilidade

Plataforma iti é uma das grandes apostas da instituição para aumentar sua base de clientes, enquanto maior rentabilidade deve vir dos ganhos de eficiência

Renato Carvalho
2 de junho de 2021
15:22 - atualizado às 18:01
tela de celular com logotipo do itaú sob uma caneta
Imagem: Shutterstock

É possível dizer que o cenário ideal para qualquer empresa é aumentar a base de clientes sem deixar de ser rentável. Parece simples, mas para uma gigante tradicional do setor financeiro, no contexto atual, é um desafio que exige estratégias bem definidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esta é a situação do Itaú Unibanco. Hoje, durante o Itaú Day, evento voltado para acionistas e analistas, os executivos deixaram bem claro que o cumprimento deste objetivo passa por investimentos em plataformas digitais e atendimento.

A necessidade de mudanças na cultura da empresa foi levantada não só pelo CEO Milton Maluhy Filho, no cargo há exatamente quatro meses, mas também pelos dois presidentes do conselho do Itaú, Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles.

Até mesmo o famoso colete acolchoado, muito popular entre empreendedores de fintechs, apareceu vestindo um dos executivos que participaram da apresentação.

Deixando de lado o discurso, alguns números e metas dão uma ideia mais objetiva de como o Itaú pretende crescer e melhorar a rentabilidade no médio prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando o ponto é a base de clientes, a plataforma digital iti terá um papel importante. Segundo André Sapoznik, diretor de Pagamentos, Operações e Marketing, a meta é passar dos atuais 7 milhões de usuários para 15 milhões até o fim do ano.

Leia Também

“Vamos aumentar a exposição da marca iti a partir do segundo semestre. Não só pelos meios tradicionais, mas também pelos canais mais digitais, que atingem o público que queremos”, revelou Sapoznik.

Em entrevista coletiva, Maluhy acrescentou que 84% dos atuais usuários do iti não são clientes do Itaú Unibanco.

O CEO disse inclusive que o “chassi” da plataforma será utilizado para oferecer conta de pagamentos para clientes de outros produtos. “Quem tem um cartão Credicard, por exemplo, terá uma conta para realizar transações com a mesma marca, mas a plataforma será a mesma do iti”, explica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a plataforma digital, o banco tenta também fazer frente à crescente concorrência imposta pelas fintechs. E uma das expressões mais repetidas durante o Itaú Day foi “isonomia regulatória”.

Isso porque as regras impostas pelo Banco Central à atuação dos grandes bancos são mais rígidas do que para as fintechs, com o objetivo de aumentar a competição no setor.

“Não queremos ter vantagem, queremos que todos os concorrentes tenham as mesmas condições”, disse Pedro Moreira Salles. Roberto Setubal acredita que, no médio prazo, o Banco Central vai adequar a regulação na direção desta igualdade.

Busca por rentabilidade

Aumentar a base de clientes vai exigir do Itaú revisão na política de tarifas. E aí entra o desafio de aumentar a rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o que disseram os executivos, atingir esse objetivo passa também pela tecnologia, que já tem diminuído as despesas operacionais.

Importante lembrar que o Itaú Unibanco está atrás de seus principais concorrentes quando o assunto é Retorno sobre Patrimônio Líquido, ou ROE.

No primeiro trimestre deste ano, o Itaú registrou ROE anualizado de 18,1%, contra 18,7% do Bradesco e 20,9% do Santander, que nos últimos anos tem liderado a corrida da rentabilidade entre os grandes bancos privados.

E a estratégia do Itaú para tentar virar o jogo passa pelo termo “phygital”, ou “figital”. Muito em voga no varejo, o conceito passa pelo casamento entre atendimento digital e presencial. No caso do Itaú, envolve as agências.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com certeza o “figital” do Itaú não passa pela abertura de mais agências. O banco fechou 115 em 12 meses até março deste ano.

O que os executivos querem é dançar a música que o cliente escolher. “Queremos oferecer um bom atendimento remoto, digital. Mas especialmente em produtos que precisam de mais especialização, precisamos ter o profissional disponível nas agências”, explica Maluhy.

Isso vale para produtos como seguros, crédito imobiliário e consórcio, por exemplo.

Por outro lado, o ganho de eficiência com a maior digitalização do banco gerou R$ 500 milhões somente no primeiro trimestre, segundo Alexsandro Broedel, Diretor de Finanças do Itaú. “Isso pode se transformar em uma estrutura de preços mais competitiva”, complementa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre janeiro e março, as despesas operacionais, ou não decorrentes de juros, caíram 6,6% na comparação anual. Segundo Broedel, muito acima do esperado pela própria instituição.

Casamento duradouro

O Itaú aposta também em produtos que alongam a relação entre cliente e banco, principalmente financiamento de veículos e de imóveis.

Alexandre Zancani, responsável pelas operações de varejo do banco, ressalta que o desempenho nestas duas linhas de crédito vêm melhorando.

“Quando falamos em novas operações, a participação do Itaú no mercado de veículos passou de 11% para 15% em 12 meses, e em financiamento imobiliário, de 19% para 30%”, conta Zancani.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, o CEO do Itaú conta com a recuperação da economia para que o banco tenha um obstáculo a menos para atingir essa combinação de base de clientes e lucratividade. 

“Não temos como afirmar que haverá uma terceira onda da pandemia de covid-19 no Brasil. Mas acreditamos que a única solução econômica e social é a vacinação”, diz Maluhy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

'IMPÉRIO' DISCRETO

Transire: a empresa brasileira que ninguém vê, mas todo mundo usa — e que agora quer IPO na Nasdaq para bancar expansão global

25 de fevereiro de 2026 - 6:01

Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar