O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa, que atua no segmento de desenvolvimento e administração de propriedades, optou por formato diferente de IPO
A nota publicada dia 26 de janeiro, às 14h54, continha uma incorreção no nono parágrafo, sobre o histórico da empresa. Ela foi corrigida para constar a informação correta:
As ações da HBR Realty, uma empresa do ramo imobiliário que atua no segmento de desenvolvimento e administração de propriedades, estrearam na B3 em alta, depois de levantar R$ 729,6 milhões no seu IPO.
Na máxima do dia, os papéis, que operam com o símbolo HBRE3, chegaram a subir 4,66%, a R$ 19,99. Mas no fim do dia, viraram para o negativo e fecharam em queda de 1,05%, a R$ 18,90.
“Demos hoje um importantíssimo passo na história da HBR Realty. Nos orgulhamos de concretizar o IPO e de ampliar o nosso propósito buscando soluções imobiliárias urbanas, desenvolvendo nossas plataformas de ativos”, disse o CEO da HBR Realty, André Agostinho, durante o evento que marcou a estreia da companhia na bolsa.
A HBR optou por abrir seu capital através de uma oferta restrita. Neste caso, a operação é destinada apenas a investidores profissionais, aqueles que possuem um patrimônio mínimo investido de R$ 10 milhões. E ela também é restrita a um número limitado de investidores – um total de 75, sendo que apenas 50 podem subscrever os papéis.
Este tipo de operação é um pouco mais flexível que um IPO normal. Não há necessidade de elaborar prospecto, e a oferta não precisa ser registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo é agilizar e diminuir os custos de entrada no mercado acionário.
Leia Também
A abertura do capital da HBR foi coordenada por Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e pela Genial Investimentos.
“A oferta concluída hoje da HBR Realty é o segundo IPO que acontece pela Instrução CVM 476 no Novo Mercado. Já tivemos algumas ofertas via 476 em 2020 e novas devem vir neste ano, revelando que o mercado de capitais brasileiro tem se adaptado para atender aos mais variados objetivos e perfis de companhias em busca de fontes de financiamento”, afirmou o presidente da B3, Gilson Finkelsztain.
Com a realização de seu IPO, a HBR Realty passa a ser a 163ª empresa listada no Novo Mercado, segmento com os mais elevados padrões de governança corporativa.
A HBR Realty foi fundada Henrique Borenstein, o mesmo fundador da Helbor (HBOR3), empresa que homenageia o seu pai, Hélio Borenstein, um imigrante russo vindo da Ucrânia, em 1917. Ele saiu de seu país natal devido à 1ª Guerra Mundial e à Revolução Russa, desembarcando de navio no Brasil e se estabelecendo em Mogi das Cruzes (SP). A Helbor e a HBR são controladas pela holding Hélio Borenstein S.A. – Administração, Participações e Comércio.
Segundo o relatório com os resultados de 2019, a HBR Realty contava com um portfólio de 29 ativos que representam 209,7 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL, medida que mostra as áreas disponíveis para aluguel).
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%