Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Disputa nos céus (e na bolsa)

Análise: a Azul (AZUL4) demorou mais a decolar, mas já voa mais alto que a Gol (GOLL4)

A AZUL (AZUL4) mostra mais resiliência no lado da receita líquida e do controle de custos, colocando-se numa posição melhor que a GOL (GOLL4)

Victor Aguiar
Victor Aguiar
12 de agosto de 2021
15:03 - atualizado às 9:16
Aeronaves da Gol (GOLL4) e da Azul (AZUL4) na pista do aeroporto de Congonhas
Aeronaves da Gol e da Azul na pista do aeroporto de Congonhas, em São Paulo - Imagem: Shutterstock

A Covid-19 afetou fortemente todos os setores da economia, mas o setor aéreo foi atingido em cheio. Pense em empresas como a Gol (GOLL4) ou a Azul (AZUL4): toda a lógica da operação está centrada no transporte dos clientes — e, num cenário em que a livre circulação de pessoas é prejudicada, o obstáculo para a sobrevivência dessas companhias é enorme.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, passado um ano e meio desde o início da pandemia, ambas continuam firmes e operantes: apesar das condições adversas, conseguiram gerenciar sua malha e honrar seus compromissos financeiros. O mesmo não pode ser dito de suas principais concorrentes no país: a Latam está em recuperação judicial e a Avianca Brasil teve a falência decretada.

O setor aéreo, afinal, é conhecido por suas margens enxutas e inúmeros fatores externos de risco: câmbio, preço dos petróleo e impostos diversos sobre o combustível de aviação são apenas alguns dos itens que trazem estresse aos balanços. Tal pano de fundo, somado à forte queda na demanda por voos com a pandemia, gerou um ambiente dificílimo para as empresas.

Sendo assim, como Gol e Azul conseguiram atravessar a zona de turbulência — e, agora, começam a vislumbrar um céu menos cinzento no horizonte?

As duas estavam numa posição financeira mais confortável no começo de 2020; a disciplina de ambas na gestão do caixa e dos custos acabou servindo como uma espécie de 'seguro' para o momento de crise mais aguda, garantindo a sobrevivência e a continuidade das operações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, a análise dos balanços desde o segundo trimestre mostra que a Gol até estava melhor posicionada no início da pandemia, com mais folga em termos de liquidez. No entanto, a Azul mostrou tendências mais saudáveis no segundo trimestre de 2021, ensaiando voos mais altos daqui para frente.

Leia Também

Vale lembrar que, apesar do otimismo com a recuperação do setor, ainda há muitos fatores de risco rondando as companhias aéreas. A variante delta da Covid pode provocar uma nova queda na demanda por voos; além disso, o preço do petróleo segue subindo e a cotação do dólar tende a passar por oscilações fortes daqui em diante, considerando a proximidade das eleições.

Gol x Azul: métricas financeiras

Voltemos a dezembro de 2020: na ocasião, o ritmo de contágio da Covid-19 começava a recuar, apesar da ausência de vacinas — e, nesse contexto, a demanda por voos voltou a subir. Gol e Azul mostravam-se animadas, planejando a reativação de um número cada vez maior de rotas.

Passados poucos meses, esse cenário ruiu: a segunda onda no país veio com ainda mais intensidade que a primeira, provocando uma explosão nas internações e óbitos — e, consequentemente, provocando um novo fechamento da economia. As malhas aéreas precisaram ser novamente ajustadas, de modo a refletir essa realidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas enquanto a Gol reportou uma queda na receita líquida em relação ao quarto trimestre de 2020, a Azul conseguiu manter uma certa estabilidade em suas cifras. A própria natureza de sua operação foi importante nesse front: a Azul atende destinos de menor porte e aeroportos regionais — e, em meio às restrições no transporte de passageiros, viu seu negócio de carga ganhar importância.

No segundo trimestre de 2021, a Azul Cargo teve receita de R$ 284,9 milhões, mais que o dobro do visto há um ano; na mesma base de comparação, a área de transporte de cargas da Gol avançou 23%, a R$ 141 milhões.

O comportamento das divisões de carga não explicam, por si só, os resultados dissonantes das receitas das empresas. A capilaridade da malha da Azul faz com que ela opere mais voos, transporte mais passageiros e mantenha mais aeronaves no ar: no segundo trimestre, a Azul tinha uma frota operacional de 161 aeronaves, versus 53 da Gol.

A dinâmica mais saudável para a receita líquida, naturalmente, veio acompanhada de custos operacionais mais elevados. Afinal, quanto mais aviões estão voando, mais combustível está sendo consumido, mais tripulantes estão trabalhando, mais manutenção é necessária e assim em diante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso em mente, é importante ressaltar um ponto comum às duas aéreas: ambas têm reportado resultados operacionais (Ebit) negativos desde o começo da pandemia. Ou seja, tanto Gol quanto Azul têm custos operacionais maiores que as receitas.

É um cenário esperado, dados os desafios operacionais enfrentados pelo setor aéreo, mas que está longe do ideal do ponto de vista de gestão financeira de uma empresa. Ainda assim, note que, mais uma vez, a Azul teve oscilações muito menores que a Gol.

As características da frota de cada uma das empresas desempenha um papel importante: como atende mais destinos regionais, boa parte das aeronaves da Azul tem um porte menor e consome menos combustível. Veja a composição da frota operacional da empresa no segundo trimestre:

  • Airbus cabine longa (mais de 250 passageiros): 11;
  • Airbus cabine média (de 100 a 200 passageiros): 46;
  • Embraer E1 (de 60 a 125 passageiros): 49;
  • Embraer E2 (até 115 passageiros): 9;
  • ATR turboélice (até 75 passageiros): 33; e
  • Cessna turboélice (10 passageiros): 13.

Vale destacar os nove E-Jets de segunda geração da Embraer, aeronaves da família mais moderna da fabricante brasileira e que consomem menos combustível que os jatos E1.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A frota da Gol, por sua vez, é inteiramente composta por aeronaves Boeing de cabine média — dez deles são do modelo 737-MAX, o mais moderno da fabricante americana, também consumindo menos combustível que os aviões da geração anterior.

Um indicador interessante a respeito dos gastos operacionais é o chamado CASK, o custo por assento. Com o consumo menor de combustível, a Azul conseguiu reduzir seu CASK para níveis inferiores aos da Gol:

Gol x Azul: liquidez e dívida

Apesar das incertezas menores e da recuperação gradual da receita, as empresas aéreas ainda estão longe de um ambiente normal para o transporte de passageiros. Sendo assim, um ponto muito observado em todas as divulgações de balanço é o comportamento da dívida e da posição de liquidez da Gol e da Azul.

Como o resultado operacional de ambas têm ficado negativo trimestre após trimestre, há a preocupação constante de que a posição de caixa e disponíveis de curto prazo seja insuficiente para fazer frente aos vencimentos. E, nesse front, a administração das duas companhias fez um bom trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Renegociação e rolagem de dívidas, obtenção de recursos via ofertas de ações ou de títulos, antecipação de recebíveis, aumentos de capital — tanto Gol quanto Azul usaram as ferramentas que estavam à disposição para gerenciar as métricas de endividamento. E, embora o montante de dívida líquida das duas tenha aumentado bastante nos últimos trimestres, a sustentabilidade das operações não é alvo de dúvidas no momento.

 (R$ mi)Liquidez GolDívida líquida GolLiquidez AzulDívida líquida Azul
 2T20 3.305,5013.480,402.253,7016.605,80
 3T20 2.242,3014.145,402.298,9015.663,70
 4T20 2.576,5012.967,604.032,0013.124,10
 1T21 1.797,7014.801,203.305,0016.092,70
 2T21 1.814,5014.289,705.530,7014.862,50

O salto na posição de liquidez da Azul no segundo trimestre de 2021 se deve à emissão de US$ 600 milhões em títulos de dívida, concluída em junho. Esse conforto, inclusive, dá liberdade à empresa para especular eventuais movimentos de consolidação no setor: em maio, a companhia deu a entender que teria interesse na compra das operações brasileiras da Latam.

GOLL4 x AZUL4: disputa na bolsa

Com a vacinação contra a Covid-19 ganhando força e a perspectiva de retomada gradual na demanda por voos, as ações PN da Gol (GOLL4) e da Azul (AZUL4) têm conseguido ganhar alguma tração na bolsa. Embora ainda estejam distantes do patamar pré-pandemia, os papéis também estão bem acima do nível visto em março de 2020:

O futuro das ações depende, em grande parte, da dinâmica do setor daqui em diante. Se a demanda por voos continuar aumentando e a Covid-19 não provocar mais grandes interrupções no transporte aéreo, os papéis tendem a voar alto, acompanhando a recuperação das empresas; mas, caso a variante delta force um novo fechamento econômico — ou caso o dólar e o petróleo pressionem de maneira relevante os custos —, é possível que GOLL4 e AZUL4 continuem sofrendo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, os analistas de grandes bancos estão mais inclinados às ações da Azul. Segundo dados da Refinitiv, AZUL4 tem quatro recomendações de compra, quatro neutras e duas de venda; GOLL4, por sua vez, conta com duas recomendações de compra, seis neutras e duas de venda.

Veja abaixo os dados de preço-médio projetado pelas casas de análise para GOLL4 e AZUL4, compilados pela Refinitiv:

(R$)GOLL4AZUL4
Cotação atual18,8337,19
Preço-alvo máximo31,0075,00
Preço-alvo mínimo11,5016,00
Preço-alvo médio24,5841,58
Mediana26,0043,40
AZUL4 GOLL4

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia