O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa anuncia venda de campos terrestres em Sergipe, visando reduzir endividamento e concentrar recursos em ativos mais rentáveis
Enquanto enfrenta riscos de novas intervenções políticas, a Petrobras (PETR4) segue no processo de desinvestimento de ativos que não fazem parte de sua estratégia operacional para os próximos anos.
A estatal anunciou nesta sexta-feira (19) o início da fase vinculante referente à venda de suas participações em um conjunto de 11 concessões de campos de produção terrestres, com instalações integradas, localizadas em Sergipe, denominados conjuntamente de Polo Carmópolis.
Fazem parte do Polo Carmópolis, o Polo Atalaia, que contém, dentre outros ativos, o Terminal Aquaviário de Aracaju (Tecarmo) e o Oleoduto Bonsucesso-Atalaia, que escoa a produção de óleo das concessões até o Tecarmo.
Em 2020, a produção média do Polo Carmópolis foi de cerca de 10 mil barris de óleo por dia e de 67 mil metros cúbicos diários de gás. A Petrobras é a operadora nesses campos, com 100% de participação.
No comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa informa que os potenciais compradores habilitados para essa fase receberão carta-convite com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento, incluindo as orientações para a realização de 'due diligence' (processo de auditoria de dados financeiros e operacionais) e para o envio das propostas vinculantes.
A Petrobras tem dois objetivos por trás da venda de ativos. A primeira é concentrar sua atuação em projetos que geram mais valor, especialmente os campos do pré-sal.
Leia Também
“Ao vender algumas unidades, podemos usar o recurso obtido para investir em outros projetos que geram mais valor. Algumas já não trazem o retorno esperado e, em alguns casos, ainda exigem mais recursos para sua manutenção. Outras são rentáveis, mas, ao comparar com outros projetos e unidades com maior potencial de geração de valor, acaba valendo mais a pena investir em outros ativos”, diz a companhia em site em que explica o processo de desinvestimento.
O segundo objetivo é reduzir o endividamento. A Petrobras encerrou o terceiro trimestre com uma dívida líquida de US$ 66,2 bilhões, um recuo de 7% em relação ao montante apurado no segundo trimestre. A alavancagem financeira – medida pela relação entre a dívida líquida e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado – recuou de 2,34 vezes para 2,33 vezes.
A Petrobras afirma que paga juros muito elevados em sua dívida, que consomem cerca de 35% do caixa gerado pelas operações.
“Só para se ter uma ideia, o que pagamos de juros por ano equivale a um sistema de produção de petróleo completo, que envolve plataformas, sistemas submarinos e poços, capazes de produzir 150 mil barris de petróleo por dia e que gera uma receita anual de cerca de US$ 3 bilhões”, diz a empresa.
Os dados mais recentes, divulgados no resultado financeiro do terceiro trimestre, mostram que a venda de participações em 12 ativos resultou em uma entrada de caixa de US$ 1,036 bilhão para a Petrobras em 2020.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo