O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa de mídia levanta R$ 871,6 milhões em IPO e companhia de tratamento de resíduos arrecada R$ 554 milhões
O Carnaval mal acabou (sem nem ter começado), mas o festival de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) na B3 permanece forte, com mais duas empresas estreando na passarela da bolsa: a Eletromidia e a Orizon.
Conheça um pouco mais sobre as duas companhias que debutam no mercado hoje:
A Eletromidia é uma empresa de painéis de publicidade e conteúdo. Com o símbolo “ELMD3”, as ações fecharam o dia em queda de 1,74%, a R$ 17,50.
O IPO da companhia movimentou R$ 871,6 milhões, após as ações terem sido precificadas em R$ 17,81 a unidade, no piso da faixa indicativa de preços, que ia até R$ 23.
Com a oferta primária (quando os recursos vão para o caixa da empresa), ela levantou R$ 700 milhões e informou que pretende utilizar os recursos para “projetos de expansão orgânica em andamento, aquisições oportunísticas e novas concessões e tecnologia”.
No prospecto do IPO, a Eletromidia informou que aproximadamente 22 milhões de pessoas por dia em 18 estados são alcançados por seus painéis publicitários. No acumulado de 2020 até 30 de setembro, ela registrou um prejuízo de R$ 59,3 milhões, alta de 17 vezes em relação ao mesmo período de 2019, com uma receita de R$ 162 milhões, queda de 15% na comparação anual, sentindo os efeitos da pandemia em seus negócios.
Leia Também
A oferta foi coordenada por Morgan Stanley, Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander e UBS BB.
A Orizon atua na parte de tratamento de resíduos e na prestação de serviços ambientais de alto valor agregado. As ações, com o símbolo “ORVR3”, fecharam estáveis a R$ 22.
A empresa levantou um total de R$ 554 milhões com o IPO ao precificar o valor por ação exatamente em R$ 22, dentro da faixa indicativa de preços, que ia de R$ 20 a R$ 27.
A oferta primária resultou na arrecadação de R$ 381,4 milhões, que serão utilizados para investimentos e potenciais aquisições.
Entre os clientes já atendidos pela companhia estão nomes como Braskem (BRKM5), Ultrapar (UGPA3) e Cyrela (CYRE3).
Segundo o prospecto da oferta, a Orizon fechou 2019 com um prejuízo líquido de R$ 16,6 milhões, revertendo o lucro apurado em 2018, enquanto a receita cresceu 17,6%, para R$ 348,1 milhões.
Os coordenadores do IPO foram Credit Suisse, BTG Pactual e XP Investimentos.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos