O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Considerando apenas operações continuadas, lucro teve queda de 19% no ano; resultados do 4º trimestre foram impactados por provisões para contingências e impairment
A Eletrobras registrou um lucro líquido de R$ 1,269 bilhão no quarto trimestre de 2020, 44% a menos que os R$ 2,273 bilhões auferidos no quarto trimestre de 2019.
Pelo lado positivo, os resultados foram impactados principalmente por um avanço nas receitas com transmissão, no valor de R$ 1,427 bilhão, "refletindo, principalmente, a aprovação da revisão tarifária das concessões de transmissão prorrogadas, nos termos da Lei 2.783/2013, concedida pela Aneel em 30 de junho de 2020", que era para ter ocorrido em julho de 2018.
Pelo lado negativo, porém, pesaram a provisão para contingências no valor de R$ 3,128 bilhões, com destaque para R$ 2,251 bilhões relativos às contingências judiciais que discutem a correção monetária de empréstimo compulsório; e o impairment (reavaliação de ativos, levando em conta sua depreciação) realizado na usina de Candiota 3, no valor de R$ 611 milhões.
A receita operacional líquida da companhia passou de R$ 7,706 bilhões no quarto trimestre de 2019 para R$ 9,013 bilhões no quatro trimestre de 2020, um crescimento de 17%, influenciada justamente pelo efeito na receita de transmissão da revisão tarifária já mencionada.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi negativo em R$ 299 milhões no trimestre, revertendo o valor positivo de R$ 3,239 bilhões no quarto trimestre do ano anterior. Segundo a Eletrobras, o Ebitda foi impactado pelas provisões para contingência citadas.
Excluindo-se os fatores não recorrentes, a receita operacional líquida apresentou crescimento de 18% na comparação anual, passando de R$ 7,762 bilhões no quarto tri de 2019 para R$ 9,157 bilhões no quarto tri de 2020. O Ebitda recorrente, por sua vez, cresceu 46% na comparação anual, passando de R$ 3,124 bilhões para R$ 4,575 bilhões.
Leia Também
A Eletrobras destaca, ainda, que terminou o quarto trimestre de 2020 com uma posição de caixa de R$ 14,3 bilhões e uma dívida líquida de R$ 20,3 bilhões, formando um indicador dívida líquida/Ebitda de 1,5, o menor desde 2016, segundo a administração da companhia.
No acumulado de 2020, a Eletrobras registrou um lucro líquido de R$ 6,387 bilhões, queda de 43% em relação ao lucro de R$ 11,133 bilhões registrados em 2019.
Segundo a estatal, se considerados apenas os resultados das operações continuadas, a queda no lucro foi de apenas 19%, explicada principalmente por provisões e paradas de usinas não programadas. O lucro de 2019 considerava ainda os resultados de operações hoje descontinuadas de distribuição, inclusive de Amazonas Energia e Ceal, hoje privatizadas.
A Eletrobras também destacou que o lucro de 2020 foi influenciado pela variação cambial decorrente da pandemia, que gerou, no ano, uma despesa financeira de R$ 544 milhões, ante uma variação positiva de R$ 35 milhões em 2019.
Já a receita operacional líquida caiu 2% no ano, para R$ 29,081 bilhões, e o Ebitda caiu 9%, para R$ 10,487 bilhões. A margem Ebitda foi de 36%, queda de 3 pontos percentuais. O Ebitda recorrente, por sua vez, caiu 2%, para R$ 13,978 bilhões, com margem de 47%, queda de 1 ponto percentual.
Segundo a estatal, embora os resultados positivos em transmissão em decorrência de revisão tarifária tenham beneficiado a receita operacional líquida, esta foi prejudicada pelo resultado negativo em geração de energia, que foi afetado pela redução de receita na usina Candiota 3 e pela extensão das paradas das usinas de Angra 1 e 2. Também houve impacto do término de contratos de venda de energia no mercado regulado, além das provisões para contingências já citadas, que somaram R$ 4,188 bilhões no ano.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas