O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Maior parte dos recursos será aplicada na Divisão Deca (louças e metais), que receberá R$ 1,1 bilhão; empresa quer ampliar capacidade por meio de modernização das fábricas
A fabricante de materiais de construção Duratex, dona de marcas tradicionais como Deca, Hydra, Portinari e Durafloor, anunciou nesta quinta-feira, 15, um plano de investimentos de R$ 2,5 bilhões para o período de 2021 a 2025, visando expandir sua capacidade de produção de painéis de madeira, revestimentos cerâmicos, louças e metais sanitários.
A maior parte dos recursos será aplicada na Divisão Deca (louças e metais), que receberá R$ 1,1 bilhão. Na sequência vêm as divisões de Cerâmicos, com R$ 620 milhões, e Madeira, com R$ 500 milhões.
Outros R$ 100 milhões serão gastos com a aquisição de participação minoritária na varejista de materiais ABC da construção, transação que está sendo revelada hoje ao mercado. O plano prevê também mais R$ 100 milhões para formação de um fundo voltado à aquisição de startups.
"Estamos nos preparando para um novo ciclo de investimentos. O objetivo é crescer sempre", afirma o presidente da Duratex, Antonio Joaquim de Oliveira, em entrevista ao Broadcast.
"Todas as nossas fábricas, em todas as divisões, estão operando full. Esse é o sinal mais evidente que precisamos aumentar a capacidade", explica.
O executivo disse ainda que está otimista com os setores de construção civil, arquitetura e decoração nos próximos dois a três anos pelo menos. "Existe um conjunto de fatores favoráveis a esses negócios".
Leia Também
Oliveira destaca que o ambiente de juros baixos, apesar da escalada da Selic, seguirá favorecendo a tomada de financiamento para compra, construção e reforma de imóveis.
Há também um grande número de canteiros de obras que serão abertos após o boom de lançamentos de prédios residenciais.
Por fim, as pessoas têm valorizado mais as próprias residências desde a chegada da pandemia, mostrando-se mais inclinadas a reformas e redecorações já que passam mais tempo dentro de casa. "A valorização das moradias é um fenômeno global", ressalta o CEO.
A grande maioria dos investimentos será destinada à ampliação da capacidade por meio de modernização das fábricas e superação de gargalos.
O plano inclui a construção de uma única planta nova - para produção de cerâmicos, em Botucatu (SP).
A nova unidade vai custar R$ 600 milhões e representará um Incremento de capacidade de 35%, o equivalente a 42 milhões de m quadrados em pisos e azulejos.
A cidade foi escolhida pela proximidade a São Paulo, maior mercado consumidor de materiais do País, além de acesso fácil a matérias-primas e fontes de gás natural.
O segmento de cerâmicos também receberá R$ 20 milhões para modernização das outros quatro plantas localizadas em Santa Catarina.
Por sua vez, a Divisão Deca vai ampliar sua capacidade de produção de metais em 35% até 2024, com investimento de cerca de R$ 600 milhões, enquanto a linha de louças subirá em 30% no período, mediante aporte de aproximadamente R$ 550 milhões.
Os recursos serão destinados para a compra de equipamento, automação de processos e ampliação de galpões das fábricas de São Paulo e Jundiaí.
Na Divisão Madeira, serão aplicados R$ 90 milhões para aumentar em 10% a capacidade de produção de painéis até 2023; e R$ 180 milhões em três novas linhas de revestimento de painéis, aumentando em 45% a capacidade em produtos revestidos, de maior margem.
Já a maior fatia do bolo da Divisão Madeira, de R$ 240 milhões, será usada na expansão da base florestal da Duratex na Região Nordeste, passando dos atuais 12 mil para 40 mil hectares até 2026.
"Essas florestas plantadas podem servir lá na frente para fazermos uma nova fábrica de painéis, alimentar um projeto de energia, exportar cavaco ou ampliar nossa futura produção celulose solúvel. O investimento em floresta é praticamente uma compra de opção", afirma Oliveira.
Dentro do seu plano de investimentos, a Duratex anunciou também a compra de uma participação minoritária (o porcentual não foi revelado) na varejista ABC da Construção por R$ 100 milhões.
A companhia vende materiais de construção tanto pela internet quanto por lojas físicas - são 93 unidades em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com 15 centros de distribuição e atendimento a 350 cidades, com entregas em até 48 horas.
A Duratex já era parceira da ABC, segundo Oliveira. O investimento servirá para o grupo entender de perto a digitalização do varejo de materiais. A Duratex terá um assento no conselho da ABC, mas não fará parte da gestão no dia a dia.
Por fim, o plano abrange ainda a formação de um fundo de R$ 100 milhões para comprar participações em startups.
A ideia é entrar em negócios inovadores, que possam abrir os olhos do grupo para oportunidades de ganhos de faturamento, produtividade e eventuais disrupções mais profunda das atividades, conforme antecipou o Broadcast em reportagem de 24/6.
A companhia também anunciou uma grande mudança na sua identidade. A partir de agora, passará a se chamar DexCo.
A ideia é criar um nome que faz jus ao conglomerado em que se tornou a companhia, com atuação em diversos segmentos.
Já o nome Duratex vem desde a fundação da empresa, há 70 anos, e se confundia com sua linha de produtos de madeira.
Com o novo nome, o ticker das ações negociadas em Bolsa também vai mudar. A partir de 19 de agosto, será DXCO3 em vez de DTEX3.
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu