Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

plano para até 2025

Duratex muda nome para DexCo e anuncia R$ 2,5 bilhões em investimentos

Maior parte dos recursos será aplicada na Divisão Deca (louças e metais), que receberá R$ 1,1 bilhão; empresa quer ampliar capacidade por meio de modernização das fábricas

Estadão Conteúdo
15 de julho de 2021
20:13
Corredor de loja com exposição de louças sanitárias
Imagem: Shutterstock

A fabricante de materiais de construção Duratex, dona de marcas tradicionais como Deca, Hydra, Portinari e Durafloor, anunciou nesta quinta-feira, 15, um plano de investimentos de R$ 2,5 bilhões para o período de 2021 a 2025, visando expandir sua capacidade de produção de painéis de madeira, revestimentos cerâmicos, louças e metais sanitários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior parte dos recursos será aplicada na Divisão Deca (louças e metais), que receberá R$ 1,1 bilhão. Na sequência vêm as divisões de Cerâmicos, com R$ 620 milhões, e Madeira, com R$ 500 milhões.

Outros R$ 100 milhões serão gastos com a aquisição de participação minoritária na varejista de materiais ABC da construção, transação que está sendo revelada hoje ao mercado. O plano prevê também mais R$ 100 milhões para formação de um fundo voltado à aquisição de startups.

"Estamos nos preparando para um novo ciclo de investimentos. O objetivo é crescer sempre", afirma o presidente da Duratex, Antonio Joaquim de Oliveira, em entrevista ao Broadcast.

"Todas as nossas fábricas, em todas as divisões, estão operando full. Esse é o sinal mais evidente que precisamos aumentar a capacidade", explica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O executivo disse ainda que está otimista com os setores de construção civil, arquitetura e decoração nos próximos dois a três anos pelo menos. "Existe um conjunto de fatores favoráveis a esses negócios".

Leia Também

Oliveira destaca que o ambiente de juros baixos, apesar da escalada da Selic, seguirá favorecendo a tomada de financiamento para compra, construção e reforma de imóveis.

Há também um grande número de canteiros de obras que serão abertos após o boom de lançamentos de prédios residenciais.

Por fim, as pessoas têm valorizado mais as próprias residências desde a chegada da pandemia, mostrando-se mais inclinadas a reformas e redecorações já que passam mais tempo dentro de casa. "A valorização das moradias é um fenômeno global", ressalta o CEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Divisão do dinheiro

A grande maioria dos investimentos será destinada à ampliação da capacidade por meio de modernização das fábricas e superação de gargalos.

O plano inclui a construção de uma única planta nova - para produção de cerâmicos, em Botucatu (SP).

A nova unidade vai custar R$ 600 milhões e representará um Incremento de capacidade de 35%, o equivalente a 42 milhões de m quadrados em pisos e azulejos.

A cidade foi escolhida pela proximidade a São Paulo, maior mercado consumidor de materiais do País, além de acesso fácil a matérias-primas e fontes de gás natural.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segmento de cerâmicos também receberá R$ 20 milhões para modernização das outros quatro plantas localizadas em Santa Catarina.

Por sua vez, a Divisão Deca vai ampliar sua capacidade de produção de metais em 35% até 2024, com investimento de cerca de R$ 600 milhões, enquanto a linha de louças subirá em 30% no período, mediante aporte de aproximadamente R$ 550 milhões.

Os recursos serão destinados para a compra de equipamento, automação de processos e ampliação de galpões das fábricas de São Paulo e Jundiaí.

Na Divisão Madeira, serão aplicados R$ 90 milhões para aumentar em 10% a capacidade de produção de painéis até 2023; e R$ 180 milhões em três novas linhas de revestimento de painéis, aumentando em 45% a capacidade em produtos revestidos, de maior margem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a maior fatia do bolo da Divisão Madeira, de R$ 240 milhões, será usada na expansão da base florestal da Duratex na Região Nordeste, passando dos atuais 12 mil para 40 mil hectares até 2026.

"Essas florestas plantadas podem servir lá na frente para fazermos uma nova fábrica de painéis, alimentar um projeto de energia, exportar cavaco ou ampliar nossa futura produção celulose solúvel. O investimento em floresta é praticamente uma compra de opção", afirma Oliveira.

Dentro do seu plano de investimentos, a Duratex anunciou também a compra de uma participação minoritária (o porcentual não foi revelado) na varejista ABC da Construção por R$ 100 milhões.

A companhia vende materiais de construção tanto pela internet quanto por lojas físicas - são 93 unidades em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com 15 centros de distribuição e atendimento a 350 cidades, com entregas em até 48 horas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Duratex já era parceira da ABC, segundo Oliveira. O investimento servirá para o grupo entender de perto a digitalização do varejo de materiais. A Duratex terá um assento no conselho da ABC, mas não fará parte da gestão no dia a dia.

Por fim, o plano abrange ainda a formação de um fundo de R$ 100 milhões para comprar participações em startups.

A ideia é entrar em negócios inovadores, que possam abrir os olhos do grupo para oportunidades de ganhos de faturamento, produtividade e eventuais disrupções mais profunda das atividades, conforme antecipou o Broadcast em reportagem de 24/6.

Nova cara

A companhia também anunciou uma grande mudança na sua identidade. A partir de agora, passará a se chamar DexCo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia é criar um nome que faz jus ao conglomerado em que se tornou a companhia, com atuação em diversos segmentos.

Já o nome Duratex vem desde a fundação da empresa, há 70 anos, e se confundia com sua linha de produtos de madeira.

Com o novo nome, o ticker das ações negociadas em Bolsa também vai mudar. A partir de 19 de agosto, será DXCO3 em vez de DTEX3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DEPOIS DA CHUVA, O ARCO-ÍRIS

Depois de superar problemas com a Justiça, ‘Veio da Havan’ marca inauguração de megaloja polêmica no Centro Histórico de Blumenau

10 de abril de 2026 - 13:31

Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio

É HORA DE COMPRAR?

Dividendos extras no horizonte? BB BI eleva preço-alvo da Vale (VALE3) e reforça tese de geração de caixa

10 de abril de 2026 - 13:15

Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel

VEJA OPÇÕES

Adeus, Allianz Parque: Nubank arremata naming rights da arena do Palmeiras e deixa torcida decidir novo nome do estádio

10 de abril de 2026 - 11:29

Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio

OFERTA DE AÇÕES

Por que a Vitru (VTRU3) quer levantar até R$ 300 milhões em oferta de ações, e qual é o ‘custo’ para o acionista?

10 de abril de 2026 - 10:41

Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa

UNIÃO DE GIGANTES

Allos (ALOS3) se une à Kinea para criar fundo imobiliário de shopping centers; confira os detalhes da parceria e da oferta primária do novo FII

10 de abril de 2026 - 10:11

A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos

COLAPSO?

Oncoclínicas (ONCO3) dobra prejuízo para R$ 1,5 bilhão no 4T25, e auditoria cita “incerteza” sobre continuidade da operação

10 de abril de 2026 - 9:13

A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business

NOVAS MUDANÇAS

Depois de trocar o CEO, Hapvida (HAPV3) indicará Lucas Garrido para comandar as finanças

9 de abril de 2026 - 20:01

Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança

NO SHAPE

Panobianco: por que o Itaú BBA enxerga a rede de academias como uma ameaça para a Smart Fit (SMFT3) e defende que o grupo ‘veio para ficar’

9 de abril de 2026 - 18:53

A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub

RECUO ESTRATÉGICO

Petrobras (PETR4) dá marcha à ré no leilão de gás de cozinha e devolve valores após críticas de Lula

9 de abril de 2026 - 18:05

Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio

MANDATO ATÉ 2029

Sai executivo do Bradesco (BBDC4), entra CEO do Itaú (ITUB4): Milton Maluhy é eleito presidente do Conselho da Febraban

9 de abril de 2026 - 15:25

Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029

PLANOS MAIORES

Sabesp (SBSP3) acelera investimentos e pode expandir para além de SP, diz CEO; ações sobem na bolsa

9 de abril de 2026 - 13:36

Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex

MAIS UM NO BOLSO

BTG Pactual (BPAC11) fecha acordo para comprar banco Digimais, do bispo Edir Macedo

9 de abril de 2026 - 9:30

Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis

DERRETEU

R$ 27,9 bilhões vão pelo ralo: Petrobras (PETR4) tem a maior queda intradia em valor de mercado em 4 anos

8 de abril de 2026 - 19:51

O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia

COMPRAR OU VENDER?

O brilho da Vivara (VIVA3) apagou? Por que 3 bancos reduziram o preço-alvo para a ação da varejista

8 de abril de 2026 - 16:01

Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo

SOCORRO

Oncoclínicas (ONCO3) confirma que busca proteção para credores, e ações caem

8 de abril de 2026 - 12:11

No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas

MAIS UMA RECUPERAÇÃO

De novo? Lupatech (LUPA3) entrega plano de recuperação extrajudicial à CVM; entenda a crise

8 de abril de 2026 - 10:09

Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato

REPORTAGEM ESPECIAL

Enquanto o Nubank cresce, a Claro fatura: a estratégia por trás da NuCel — e quem perde com isso

8 de abril de 2026 - 6:14

Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar 

ARRUMANDO A CASA

Após desconforto com parceria, Moura Dubeux (MDNE3) simplifica estrutura e assume 100% da Ún1ca

7 de abril de 2026 - 20:08

Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida

O REI DA PROTEÍNA

Brasil dá as cartas: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) dizem que país é imbatível no mercado global de carne

7 de abril de 2026 - 20:06

Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor

PAPEL SOB PRESSÃO

A Suzano (SUZB3) não vale mais a pena? Ação entra em leilão e fecha em queda de 6,4% após BofA cortar R$ 25 do preço-alvo

7 de abril de 2026 - 18:45

Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia