O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Avaliação é de que o momento macroeconômico, em que grupos educacionais pequenos passam por dificuldades, seria uma janela para a companhia continuar o plano de avançar sobre o segmento de educação presencial
A Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3), que estreou na bolsa em fevereiro passado, deve aproveitar a crise desencadeada pela covid-19 para crescer via aquisições, segundo analistas do BTG Pactual e do Bank of America (BofA).
A avaliação é de que o momento macroeconômico, em que grupos educacionais pequenos passam por dificuldades, seria uma janela para a companhia continuar o plano de avançar sobre o segmento de educação presencial.
A Cruzeiro do Sul levantou R$ 1,2 bilhão na oferta inicial de ações (IPO), coordenada por BTG, Bradesco BBI, BofA, Morgan Stanley e Santander. O grupo comprou 11 empresas nos últimos 10 anos — mantendo, na avaliação do mercado, a qualidade de ensino das faculdades adquiridas.
Para o BTG, "décadas de tomada de decisão consistente" por parte do grupo, "priorizando qualidade e tradição", resultaram em uma taxa composta de crescimento anual do Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 25% entre 2014 e 2019.
O desempenho da Cruzeiro do Sul no ensino a distância também é bem avaliado por Samuel Alves e Yan Cesquim, que assinam o primeiro relatório do banco sobre o grupo.
O segmento pode levar a companhia a ter uma taxa média de avanço do Ebitda de 15% até 2025, podendo chegar a um valuation de 8,5 vezes a relação entre valor da firma (enterprise value - EV) e Ebitda ajustado projetado para 2021.
Leia Também
Para o banco, os papéis da empresa (CSED3), teriam potencial de alta de 53% em 12 meses, chegando a R$ 18, ante R$ 11,71 do preço de fechamento de sexta passada.
O BofA é até mais otimista, falando em preço-alvo de R$ 21 em relatório. O banco, que também está inaugurando a cobertura das ações do grupo, segue a linha de raciocínio do BTG.
Para os analistas Roberto Otero e Pedro Mariani, a companhia tem sido impactada na bolsa por conta do desempenho geral do setor de educação — os papéis da Cruzeiro do Sul caíram 15% desde o IPO.
No entanto, contaria a favor da companhia o fato de ser pouco dependente do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), cujo encolhimento afetou profundamente o setor.
"A Cruzeiro do Sul teve a capacidade de ajustar preços bem acima de seus pares, devido ao seu posicionamento, e de manter níveis de conversão de fluxo de caixa mais saudáveis, uma vez que os recebíveis foram mantidos sob controle ao longo do tempo", dizem os analistas do BofA.
Fundada em 1965 em São Miguel Paulista, a Cruzeiro do Sul diz ser o quarto maior grupo de ensino do país. O grupo é dono da Unicid, UDF Centro Universitário, Universidade Positivo, entre outras empresas de educação.
A companhia tem uma média anual de 330 mil alunos, 25 campi e 1,1 mil polos de educação a distância. No período de nove meses encerrado em setembro, teve receita líquida de R$ 1,331 bilhão, em uma alta anual de 20,0%, mas com prejuízo líquido de R$ 78,372 milhões.
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição