O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em denúncia, apresentada em setembro do ano passado, a Rappi alegou que a iFood estava usando sua posição dominante no mercado de pedidos on-line para restringir a concorrência
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) proibiu nesta quarta-feira que o iFood firme novos contratos de exclusividade com restaurantes.
Em medida preventiva, o Cade determinou ainda que o iFood não poderá alterar contratos já celebrados para incluir cláusulas de exclusividade até a conclusão da investigação, aberta no ano passado após denúncia do Rappi.
Na denúncia, apresentada em setembro do ano passado, a Rappi alegou que a iFood estava usando sua posição dominante no mercado de pedidos on-line para restringir a concorrência, por meio da "celebração massiva" de contratos de exclusividade com restaurantes parceiros.
De acordo com o Cade, a superintendência entendeu que o iFood tem elevada participação de mercado no setor de plataformas digitais de delivery, e que será necessária uma análise aprofundada sobre o setor ao longo da investigação. "A adoção de cláusulas de exclusividade por agentes com essas características tem alto potencial de prejudicar a concorrência entre as empresas."
A superintendência destacou que o iFood estaria firmando contratos principalmente com restaurantes considerados estratégicos, que são chamarizes de clientes para as plataformas. "As exclusividades estariam sendo firmadas, inclusive, mesmo após a abertura do procedimento de apuração no Cade."
Na medida preventiva, a superintendência permitiu que o iFood mantenha os contratos com cláusula de exclusividade já firmados. "Esses contratos poderão ser renovados contendo o dispositivo de exclusividade caso seja interesse de ambas as partes, e desde que a empresa observe o limite de um ano de duração (sem limite de renovações por igual período de tempo), até decisão final sobre a ilicitude ou não da conduta pelo Cade", completa o órgão.
Leia Também
O Cade ressaltou que poderá rever essas condições ao longo da investigação, "podendo determinar a suspensão dos contratos com exclusividade, caso entenda que tal medida seja importante para garantir a rivalidade no mercado".
Na denúncia apresentada pela Rappi, a empresa diz que a estratégia adotada pelo iFood cria "forte incentivo à adesão dos restaurantes ao modelo de negócio restritivo, o que provoca fechamento do mercado para plataformas concorrentes".
"No mundo inteiro há preocupação com plataformas digitais dominando determinados mercados. O mercado de delivery de comida no Brasil é muito concentrado no ifood e o sinal emitido pela Superintendência-Geral do Cade foi muito forte. Isso foi requerido não apenas pelo Rappi, mas por entidades associativas de restaurantes e outros concorrentes", disse o advogado do Rappi, Victor Rufino, do Mudrovitsch Advogados.
Em dezembro, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) também apresentou ao Cade denúncia contra o iFood, em que afirma que os restaurantes se tornaram "dependentes" do iFood por conta da pandemia, quando houve o fechamento de muitos estabelecimentos, que só podem funcionar com entregas. Dessa forma, eles estariam sendo obrigados a firmar os contratos de exclusividade com a plataforma. A Uber Eats também entrou com pedido de intervenção como terceiro interessado no processo.
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação