O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Medidas vinham sendo estudadas desde final de 2020, com o Paraná sinalizando que pretende se desfazer de parte de sua participação
Os acionistas da Copel aprovaram na quinta-feira (11) a proposta de reforma ao estatuto social apresentada pela administração que prevê mudanças significativas na companhia, desde o desdobramento das ações e a criação de um programa de units, passando por migrar a companhia para o Nível 2 de governança corporativa da B3.
As medidas vinham sendo estudadas desde o final do ano passado, com o governo do Paraná sinalizando que pretende se desfazer de parte de sua participação na Copel, movimento controverso dadas as condições impostas pelo estado, entre elas, a de condicionar a migração para o Nível 2 à futura realização de uma oferta subsequente (follow on) dos papéis de sua titularidade.
As mudanças, de acordo com a companhia, visam gerar valor aos acionistas por meio de melhoras em aspectos da governança corporativa.
Na assembleia, os acionistas aprovaram o desdobramento das ações da Copel – ordinárias (CPLE3), preferenciais classe A (CPLE5) e classe B (CPLE6) – na proporção de uma ação para dez, de modo que, a cada um papel existente, serão creditadas nove novas ações de mesma classe e espécie. O capital social não será afetado, permanecendo em R$ 10,8 bilhões.
As ações resultantes do desdobramento serão creditadas aos acionistas na terça-feira (16) e tiveram direito aos novos papéis aqueles com posição acionária apurada ontem, data da assembleia.
Junto com o desdobramento, os acionistas da Copel aprovaram a criação de units, ativos compostos por mais de uma classe de ações e que são negociados em conjunto na bolsa. Esses papéis são comprados ou vendidos no mercado como uma unidade.
Leia Também
No caso da units da Copel, elas serão compostas por cinco ações, sendo uma ordinária (CPLE3) e quatro preferenciais classe B (CPLE6).
Os acionistas aprovaram ainda mudanças na parte de governança, a principal sendo a adesão ao Nível 2 de governança corporativa da B3. Com regras muito parecidas ao Novo Mercado, o Nível 2 permite que a empresa mantenha suas ações preferenciais, enquanto o Novo Mercado prevê apenas ações ordinárias.
Ainda assim, com a alteração de nível, dará aos minoritários o direito de receberem o mesmo valor que o acionista controlador caso ele venda a empresa, mecanismo chamado de tag along.
Além disso, os acionistas preferencialistas ganham direito a voto em assuntos que tratem de transformação, incorporação, cisão ou fusão da Copel.
Os acionistas também aprovaram mudanças no estatuto social para garantir que o atual dispositivo estatutário que obriga a aplicação integral de reajustes tarifários, homologados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), não possa ser alterado ou excluído sem que haja a aprovação da maioria dos acionistas detentores de ações preferenciais.
Eles também aumentaram de dois para três o número de membros eleitos pelos acionistas não controladores no conselho de administração e incluíram um membro externo independente no comitê de auditoria estatutário, responsável por fiscalizar, revisar, supervisionar, acompanhar e, quando cabível, apresentar recomendações sobre atividades da companhia ao conselho.
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão