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Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Na ponta do lápis

Superávit do setor público é o melhor dado de abril na série histórica, afirma BC

Confira os destaques do setor público divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (31)

Renan Sousa
Renan Sousa
31 de maio de 2021
13:07
Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil - Imagem: Shutterstock

O setor público consolidado registrou um superávit nominal de R$ 29,966 bilhões em abril, segundo o Banco Central. Em março, o resultado nominal havia sido deficitário em R$ 44,528 bilhões e, em abril de 2020, deficitário em R$ 115,820 bilhões.

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No mês passado, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou superávit nominal de R$ 24,649 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo positivo de R$ 4,599 bilhões, enquanto as empresas estatais registraram superávit nominal de R$ 718 milhões.

O resultado nominal representa a diferença entre receitas e despesas do setor público, já após o pagamento dos juros da dívida pública. Em função da pandemia do novo coronavírus, que reduziu a arrecadação dos governos e elevou as despesas, o déficit nominal tem sido mais elevado nos últimos meses.

No ano até abril, o déficit nominal somou R$ 37,600 bilhões, o que equivale a 1,43% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 12 meses até abril, há déficit nominal de R$ 827,224 bilhões, ou 10,76% do PIB.

Resultado com juros

O setor público consolidado teve um resultado positivo de R$ 5,711 bilhões com juros em abril, após esta rubrica ter encerrado março com saldo negativo de R$ 49,510 bilhões, informou o Banco Central.

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Além de registrar os gastos propriamente ditos do setor público com os juros da dívida pública, esta rubrica contabiliza os resultados do Banco Central com seu estoque de swaps a cada mês. Em função disso, é possível que haja, em alguns meses, resultado positivo na rubrica de juros, como ocorreu em abril.

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Os dados do BC indicam que, no mês retrasado, o BC teve ganho de R$ 30,365 bilhões com swaps pelo critério caixa e de R$ 17,469 bilhões pelo critério de competência.

Conforme o BC, o Governo Central teve no mês passado ganhos na conta de juros de R$ 8,384 bilhões. Os governos regionais registraram gastos de R$ 2,373 bilhões e as empresas estatais, despesas de R$ 300 milhões.

No ano até abril, o gasto com juros somou US$ 113,442 bilhões, o que representa 4,31% do PIB. Em 12 meses até abril, as despesas com juros atingiram R$ 282,698 bilhões (3,68% do PIB).

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Superávit é o melhor dado para abril 

O superávit primário de R$ 24,255 bilhões do setor público consolidado, de acordo com o Banco Central, representa o melhor resultado para meses de abril desde o início da série histórica, em dezembro de 2001. Em março deste ano, havia sido registrado superávit de R$ 4,981 bilhões e, em abril de 2020, déficit de R$ 94,303 bilhões.

De acordo com o BC, as contas do setor público acumularam um superávit primário de R$ 75,841 bilhões no ano até abril, o equivalente a 2,88% do Produto Interno Bruto (PIB).

Este resultado foi consequência do desempenho registrado nos últimos meses, mesmo em meio aos efeitos da segunda onda da pandemia do novo coronavírus na economia.

O superávit fiscal no ano até abril ocorreu na esteira do superávit de R$ 40,852 bilhões do Governo Central (1,55% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um superávit de R$ 33,366 bilhões (1,27% do PIB) no período.

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Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 29,078 bilhões, os municípios tiveram um saldo positivo de R$ 4,289 bilhões. As empresas estatais registraram um resultado positivo de R$ 1,623 bilhão no período.

Em 12 meses

As contas do setor público acumulam um déficit primário de R$ 544,526 bilhões em 12 meses até abril, o equivalente a 7,08% do PIB, informou o Banco Central. O déficit fiscal nos 12 meses encerrados em abril pode ser atribuído ao rombo de R$ 609,446 bilhões do Governo Central (7,92% do PIB). Os governos regionais apresentaram um superávit de R$ 61,346 bilhões (0,80% do PIB) em 12 meses até abril.

Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 56,966 bilhões, os municípios tiveram um saldo positivo de R$ 4,380 bilhões. As empresas estatais registraram um resultado positivo de R$ 3,574 bilhões no período.

Dívida bruta cai a 86,7% do PIB

Apesar do aumento dos gastos dos governos para fazer frente à pandemia do novo coronavírus, a dívida pública brasileira desacelerou em abril. A Dívida Bruta do Governo Geral fechou abril aos R$ 6,665 trilhões, o que representa 86,7% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual, divulgado nesta segunda pelo Banco Central, é menor que os 88,9% de março (dado revisado).

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No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.

Com o aumento de despesas públicas em função da pandemia do novo coronavírus, a expectativa é de que a dívida bruta continue a subir nos próximos meses no Brasil. Este é um dos principais fatores de preocupação dos economistas do mercado financeiro.

A Dívida Bruta do Governo Geral, excluindo o Banco Central e as empresas estatais, é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 61,1% (dado revisado) para 60,5% do PIB em abril. A DLSP atingiu R$ 4,655 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil.

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