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Dados do emprego no Brasil devem influenciar a bolsa, enquanto no exterior, os indicadores ficam mais para o final da semana
A semana começa com importantes movimentações no palácio do Planalto, que vão desde a reunião do comitê de combate à covid-19 até o pedido de impeachment do ministro das relações exteriores, Ernesto Araújo. Os congressistas relutam e não querem perder tempo com essa pauta em foco, mas as desavenças do ministério com países como China e Índia foram a causa do atraso para compra de imunizantes, e isso pesa contra Araújo.
E as críticas sobre o Orçamento para 2021 aprovado na semana passada também começam a incomodar. A perspectiva de furar o teto de gastos e a margem para pedaladas fiscais, motivo do impeachment da presidente Dilma Rouseff em 2016, gerou temores nos deputados aliados ao presidente da República. O projeto foi aprovado com R$ 43 bilhões acima do previsto pelo Ministério da Economia.
Além disso, a semana conta com diversos indicadores importantes para a economia brasileira e da América Latina. Hoje, o economista chefe do Banco Mundial, Matin Rama, deve apresentar dados sobre a pandemia na região. É esperado que o Brasil esteja nos destaques negativos, tendo em vista que a covid-19 avança sem freios no país.
Enquanto outros países da América Latina avançam com vacinação e precaução contra a covid-19, como é o caso do Chile, que já vacinou 30% da população, e do Uruguai, com pouco mais de 13% dos habitantes imunizados, o Brasil pena para atingir os 10%, tendo aplicado a primeira dose da vacina em apenas 7% da população.
Como se não bastasse, o “mega feriado” adotado por diversas cidades para conter o avanço da pandemia teve aglomerações e festas clandestinas logo nos primeiros dias. Ou seja, o comitê contra a covid-19 terá um longo trabalho pela frente ainda.
Na terça-feira (30) devem sair os dados do Índice Geral de Preços mensal (IGP-M) de março, juntamente com o relatório de empregos do Caged. Juntamente com os dados da PNAD Contínua, divulgados na quarta-feira (31), os indicadores devem dar o tom da retomada econômica brasileira.
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Vale lembrar: esta sexta é feriado da Sexta-Feira Santa, e não haverá bolsa no Brasil.
Com o Canal de Suez ainda interditado, os contratos futuros do petróleo operavam em forte baixa na madrugada desta segunda-feira (29), após ganhos de mais de 4% na sessão anterior. A operação para retirada do navio deve durar até quarta-feira (31) e os investidores devem ficar atentos à reunião da Opep+ no mesmo dia.
Entretanto, isso não impediu a ásia de fechar majoritariamente em alta, seguindo o tom positivo do último pregão em Nova York. Os dados da economia dos EUA têm apontado para uma retomada em linha com o esperado e o avanço da campanha de vacinação também tem feito os investidores projetar uma volta à normalidade mais rápida.
Já as bolsas na Europa operam de maneira mista, com os temores de uma terceira onda rondando o país. Além disso, os indicadores internos, em especial dos grandes bancos, devem apontar para uma queda mais íngreme do que o esperado.
A cautela também reina em Nova York, queteve ganhos importantes na semana passada e no último pregão, mas as boas notícias da economia americana, bem como uma redução nos juros futuros dos títulos do Tesouro, os Treasuries, deve reduzir as perdas no dia de hoje.
Confira os principais eventos desta semana:
Segunda-feira (29)
Terça-feira (30)
Quarta-feira (31)
Quinta-feira (01)
Sexta-feira (02)
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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