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Relatório Focus

Piora nas expectativas: com risco de fim do teto de gastos, mercado prevê inflação em 9,17% neste ano

A inflação projetada pelo mercado para 2021 está bem acima do teto da meta do BC, de 5,25%. As previsões de PIB, dólar e juros também pioraram

Arte mostrando um gráfico de barras com a bandeira do Brasil e uma seta com oscilações para cima e para baixo, fazendo menção às instabilidades na inflação, dólar, PIB, juros e outras variáveis macroeconômicas, competitividade mundial
Imagem: Shutterstock

A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2021 subiu pela 30ª semana consecutiva e passou de 8,96% para 9,17%, conforme o Relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (1). A expectativa, assim, vai ficando cada vez mais distante do teto da meta (5,25%) a ser perseguida neste ano pelo Banco Central (BC).

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Há um mês, a estimativa estava em 8,51%. A previsão para o índice em 2022 também continuou subindo, de 4,40% para 4,55% - o 15º aumento seguido. Quatro semanas atrás, estava em 4,14% — o centro da meta para o ano que vem é de 3,50%, com teto em 5%.

Considerando as 135 respostas nos últimos cinco dias úteis, a expectativa para o IPCA de 2021 passou de 9,05% para 9,40%. Para 2022, foram feitas 134 atualizações nos últimos cinco dias, com a estimativa variando de 4,50% para 4,56%.

Depois das manobras anunciadas pelo governo no teto de gastos para bancar o aumento do Bolsa Família a R$ 400, diversas instituições majoraram as estimativas para a inflação em 2021 e, principalmente, em 2022, prevendo uma deterioração econômica devido à perda de credibilidade da âncora fiscal.

O relatório Focus trouxe ainda a expectativa para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,27%. No caso de 2024, a previsão passou de 3,02% para 3,07%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% e 3,00%, respectivamente. A meta para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%). Já para 2024 o objetivo é de 3,00%, com margem de 1,5 ponto (de 1,5% para 4,5%).

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No comunicado da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC atualizou suas projeções para a inflação com estimativas de 9,5% em 2021, 4,4% em 2022 e 3,1% em 2023. O colegiado elevou a Selic em 1,5 ponto porcentual, para 7,75% ao ano.

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PIB em queda

O Relatório Focus também mostrou nova redução na previsão para a mediana para Produto Interno Bruto (PIB) de 2021, de 4,97% para 4,94% — há quatro semanas, estava em 5,04%. Para 2022, a projeção de expansão do PIB passou de 1,40% para 1,20%.

Para 2023, a projeção de crescimento continuou em 2,00%, de 2,20% há um mês. Já para 2024, a estimativa passou de 2,25% para 2,20%, ante 2,50% de quatro semanas atrás.

Dólar e juros mais altos

Os analistas consultados pelo BC no Focus também esperam uma deterioração adicional no cenário do câmbio. A mediana das expectativas para o dólar no fim deste ano passou de R$ 5,45 para R$ 5,50, ante R$ 5,20 de um mês atrás. Para 2022, a estimativa para o câmbio também subiu de R$ 5,45 para R$ 5,50, de R$ 5,25 há quatro semanas.

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No front dos juros, a estimativa subiu de 8,75% para 9,25%, em linha com as sinalizações do Copom, que já contratou mais uma alta de 1,5 ponto na taxa básica de juros na reunião de dezembro. Há um mês, a mediana era de 8,25%.

Já a estimativa para o fim de 2022 alcançou os dois dígitos, ao passar de 9,50% para 10,25%, ante 8,50% de um mês antes.

*Com Estadão Conteúdo

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