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No podcast Mesa pra Quatro, a cantora paraense revela ser uma pessoa tradicional no mundo das finanças e tece críticas à indústria musical
Fafá de Belém é, sobretudo, uma pessoa autêntica. E ela faz questão de reforçar isso: “A minha vida é muito clara. Eu não faço o que eu não acredito”. Em novo episódio do podcast Mesa pra Quatro, apresentado por Dan Stulbach, Teco Medina e Caio Mesquita, a cantora fala sobre sua relação com dinheiro, “puxa a orelha” das plataformas de investimentos, comenta sobre o cenário musical e muito mais.
Você pode dar play abaixo ou procurar por “Mesa pra Quatro Empiricus” na sua plataforma de podcasts preferida:
Após receber seu primeiro cachê, com 18 anos, Fafá foi direto abrir uma conta no banco. A emoção de receber seu primeiro talão de cheque foi inesquecível, como ela mesmo relata. Desde então, a cantora já recebeu muitos cachês e se tornou um nome importante da música brasileira. Apesar de sempre ter amado cantar, desde os 9 anos de idade, ela conta que nunca tinha se imaginado como cantora profissional.
“Duas coisas nunca passaram pela minha cabeça: vou ficar rica ou vou me casar”, diz Fafá de Belém ao Mesa pra Quatro.
A paraense afirma que sua relação com dinheiro sempre teve muito a ver com a independência e liberdade financeira, para não ter que pedir emprestado para ninguém. Além disso, ela revela não ter grandes conhecimentos sobre grana e que sempre “gastou tudo”.
Vinda de família portuguesa, Fafá de Belém se define como uma pessoa tradicional no mundo das finanças. Ela afirma que gosta de ter imóveis como investimentos. E esse não é seu único investimento “físico”. Ela também já comprou jóias, mas infelizmente foi roubada. Até antes da pandemia, a cantora ainda usava cheques como forma de pagamento.
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Para ela, “2020 foi um ano de muita aprendizagem”, incluindo em termos de grana. A cantora relata que sofreu algumas “rasteiras” e afirma: “O artista é facilmente lesado porque ele não está tocando a vida dele”.
Durante 2020, Fafá de Belém teve que se dedicar para aprender a mexer em aplicativos e plataformas de investimento, com ajuda de suas netas e filha. Por isso, ela “puxa a orelha” e diz que é preciso olhar para o público mais velho. Tanto no mundo dos investimentos quanto no próprio cenário musical.
A cantora relata que, na diversidade de lives promovidas por cantores de sertanejo e funk, resolveu fazer lives focadas no público 60+, mas teve dificuldade de encontrar patrocinadores no início. Em sua opinião, os departamentos de marketing, compostos por muitos jovens, acabam deixando a audiência mais velha de lado.
Fafá também é bem enfática ao tecer críticas ao seu mercado de trabalho. “O negócio da música não tem nada a ver com a música”, diz ela. Além disso, a paraense também diz reprovar as práticas de algumas plataformas de streaming, que não creditam os nomes de todos os músicos envolvidos nas músicas.
“Eu acho que as gravadoras perderam a ousadia, perderam o criativo”, afirma Fafá de Belém.
A cantora, que está passando um tempo em terras portuguesas, finaliza sua participação no podcast afirmando: “eu acho que o Brasil tem que olhar Portugal com mais respeito em relação às artes, à cultura, à música”.
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