Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jojo Wachsmann

Jojo Wachsmann

Coluna do jojo

Mercados hoje: resultado da Petrobras e pós-Copom — qual será o digestivo necessário?

Dando sequência à temporada de resultados, teremos mais nomes no Brasil e lá fora. O destaque, porém, fica para a Petrobras, que brilhou ontem (4) na divulgação de seus resultados, surpreendendo com lucro 68% maior que a mediana das estimativas

Jojo Wachsmann
Jojo Wachsmann
5 de agosto de 2021
8:52
Imagem: Menina de Ouro (2004)

Bom dia, pessoal!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dando sequência à temporada de resultados, teremos mais nomes no Brasil e lá fora. O destaque, porém, fica para a Petrobras, que brilhou ontem (4) na divulgação de seus resultados, surpreendendo com lucro 68% maior que a mediana das estimativas. Lá fora, as ADRs da petroleira já disparavam 14% no after hours de Wall Street, vetor de alta fortalecido depois de quarta-feira ter representado um dia mais difícil para a estatal. Leia a cobertura completa aqui.

Com alta nas principais Bolsas europeias e dos futuros americanos nesta manhã, poderíamos esperar por um movimento de compra forte ao longo do pregão de hoje (5). Contudo, precisamos ponderar o Copom, que elevou a Selic – em tese, renda variável deveria sofrer um pouco, apesar de que parte da decisão de ontem já estava nos preços. Será um cabo de guerra, resta ver qual tom vencerá nesta quinta-feira.

A ver...

De 4,25% para 5,25% e rumo aos 6,25%

Ontem (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) endureceu seu tom ao anunciar o novo patamar para a taxa de juros básica em 5,25%. Foi a quarta elevação em 2021, em um processo de normalização dos juros iniciado em março deste ano, em resposta aos indicadores de inflação elevados – a expectativa é que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), nossa medida oficial de preços, encerre o ano em 6,79%, bem acima do teto da meta, estabelecido em 5,25%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o ciclo de altas da Selic fizemos a análise dos investimentos mais rentáveis da Renda Fixa; confira no vídeo abaixo:

Leia Também

Sobre isso, desde o segundo semestre de 2020, temos convivido com maiores pressões inflacionárias, derivadas, entre outras coisas, da alta nos preços das commodities (encarecem os custos, em especial alimentos e combustíveis), da quebra da cadeia de suprimentos (desbalanceia oferta e demanda) e da desvalorização do real, sem falar da geada, que mais recentemente vem afetando os preços de energia.

A decisão, por sua vez, veio em linha com o esperado, com o Banco Central (BC) adotando um tom “hawkish” (contracionista do ponto de vista monetário, ensejando retirada de liquidez da economia) ao elevar em 100 pontos-base a taxa Selic (sua maior alta desde 2003), para seu patamar mais agudo desde outubro de 2019 – vale ressaltar que, ainda assim, a taxa de 5,25% está abaixo dos padrões brasileiros.

A novidade, contudo, veio no comentário, no qual a autoridade monetária contratou mais 100 pontos-base de ajuste para a próxima reunião, levando a Selic para 6,25% em breve, admitindo que a inflação pede um nível acima da taxa neutra (hoje, o juro neutro roda ao redor de 6,5% ao ano, aproximadamente, a depender do modelo utilizado). Até o final do ano, devemos caminhar para uma Selic de algo como 7% ou 7,5%, endereçando a questão da inflação para o ano que vem (Selic deverá ficar entre 7% e 7,5% em 2022), uma vez que para 2021 o BC já encara essa como uma batalha perdida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o movimento já estava bem precificado, dificilmente veremos uma reação escandalosa dos ativos de risco, principalmente porque temos motivos para estarmos felizes – resultados bons da Petrobras, alta internacional nesta quinta-feira e alívio depois da queda de ontem.

De qualquer forma, juros mais elevados indicam maior atratividade relativa, mesmo que marginal, da renda fixa frente à renda variável. Ainda, um maior diferencial de juros apontaria para uma apreciação adicional do real. Entretanto, como o movimento já estava bem precificado, até lido como positivo estruturalmente para a economia por ancorar melhor as expectativas de inflação, dificilmente teremos alguma surpresa hoje.

Tapas e beijos

Ontem (4), como antecipamos aqui que seria vetor para a formação dos preços, o vice-presidente do Federal Reserve dos EUA, Richard Clarida, em um discurso perante o Peterson Institute for International Economics, em Washington, sinalizou que um anúncio sobre a redução da compra de títulos dos EUA seria razoável este ano, além de indicar possibilidade de alta dos juros antes do início de 2023 – hoje, o mercado futuro de fundos federais nos EUA mostra uma probabilidade de 62,3% de pelo menos um aumento de taxa na reunião do Fed de 1º de fevereiro de 2023.

Pragmaticamente, o que ele disse não é nenhuma surpresa para quem acompanha a economia de perto, uma vez que o crescimento dos EUA é impulsionado pelo consumo, financiado por taxas de poupança reduzidas, o que significa uma demanda mais lenta por liquidez na economia; logo, seria muito razoável desacelerar o fornecimento de liquidez para corresponder.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, como o mercado é geralmente ansioso, foi o suficiente para ensejar um movimento de venda por parte dos investidores – pegam mal esses comunicados truncados dos membros do Fed, uma hora sendo “dovish” (expansionistas) e outra “hawkish” (contracionistas). A semana indicará mais pressão sobre o tema, com a continuidade dos dados de empregos por lá. Hoje, depois de o mercado ter suas expectativas frustradas ontem (ganho de 330 mil empregos em julho, abaixo dos 653 mil esperados), podemos aguardar a atualização dos pedidos iniciais de seguro-desemprego semanais, enquanto o Departamento de Comércio informa sobre a balança comercial dos EUA em junho.

Nova fórmula da Pfizer para reforço adicional

Um estudo de julho conduzido pela Pfizer, já relacionado com uma terceira dose de sua vacina existente, explorou a possibilidade de aplicação de uma dose adicional que desenvolveu para atingir as variante da Covid-19. Espera-se que a Pfizer gere US$ 33,5 bilhões em receita com a vacina em 2021, desenvolvida em conjunto com a BioNTech.

Enquanto isso, a Moderna está testando três estratégias de reforço diferentes: i) uma meia dose da vacina existente, ii) uma dose adicional de uma nova vacina que tem como alvo as variantes e iii) outra dose que combina as duas. Ainda neste segundo semestre, deveremos ter o desfecho dessa saga da terceira dose.

Anote aí!

Na Europa, o Banco da Inglaterra decide sua a política monetária hoje e publica projeções econômicas, mas espera-se uma manutenção dos patamares atuais de estímulo monetário, ao menos por enquanto – o banco está caminhando para um aperto nas compras de títulos, dado que o programa atual parece improvável de ser estendido por muito mais tempo. Ainda lá fora, o déficit comercial dos EUA em junho deve crescer, enquanto investidores esperam os dados de seguro-desemprego da semana até 31 de julho. Por fim, a agenda econômica no Brasil é fraca, devendo ficar com a digestão das novas informações de ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Muda o que na minha vida?

Em meio às Olimpíadas, dados recentes do PIB levaram a um frenesi de comparações internacionais, todas já apresentando sinais da recuperação em V proporcionada pela reabertura de suas respectivas economias. Com os números, os governos querem mesmo é provar que suas políticas expansionistas são superiores às de seus vizinhos. Mas claro, tais estimativas iniciais do PIB são suposições, uma vez que os modelos tradicionais têm encontrado dificuldade em mensurar o comportamento econômico real.

Houve uma mudança estrutural na economia, em especial no mercado de trabalho, importante vetor de renda e consumo da população, que tornou essas suposições embasadas nos dados preliminares dos PIBs menos confiáveis. Logo, os números iniciais do PIB geralmente têm estimado pouco mais da metade dos dados, deixando uma lacuna a ser preenchida posteriormente, em revisões futuras, como já tem acontecido (revisões para cima de dados passados).

De qualquer jeito, a economia global continua a se recuperar, impulsionada pelos gastos dos consumidores dos países desenvolvidos. Os investidores deverão ficar mais bem servidos olhando o panorama geral, buscando o fundamento, sem se preocuparem com quem termina o ano em primeiro lugar na lista de crescimento econômico.

Fique de olho!

Está chegando ao fim a condição de reabertura do FoF Melhores Fundos Retorno Absoluto, por isso estou te enviando este e-mail.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só até as 23h59 de hoje, você pode investir a partir de R$ 5 mil no fundo e ganhar, de graça, um ano da assinatura “Os Melhores Fundos de Investimento”, da Empiricus.

Esse é o momento para você se expor ao FoF que, sozinho, investe no Fundo Verde, Giant Zarathustra, Kapitalo Zeta, Kinea Atlas, Vista Multiestratégia, Canvas Enduro Edge, Vinland Macro Plus, SPX Raptor, Miles Acer, Navi Long Biased, Claritas Total Return e RPS Total Return.

Clique aqui para investir. E não se esqueça que a promoção de relançamento só vai até hoje às 23h59.

Um abraço,

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jojo Wachsmann

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar