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Das quase 90 empresas que hoje fazem parte do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira, apenas uma tem sede em Brasília: o Banco do Brasil.
Mesmo assim, as atenções (e tensões) do mercado financeiro nos últimos tempos estão quase sempre voltadas para a capital federal.
Quando os investidores ameaçam relaxar, aparece uma surpresa — e ela não costuma ser positiva. Foi o caso da aprovação da reforma do imposto de renda pela Câmara ontem à noite.
O texto foi bastante descaracterizado em relação à proposta original do governo. Mas manteve a proposta de tributação dos dividendos, que hoje são isentos de IR.
A ideia original era que a taxação dos pagamentos aos acionistas fosse compensada pela redução da alíquota de IR das empresas. Isso até aconteceu, mas em uma proporção menor do que o esperado.
Nem mesmo a redução da alíquota de 20% para 15% dos dividendos com a aprovação de um destaque na tarde de hoje trouxe alívio para a bolsa.
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Enquanto os deputados aprovavam a reforma do imposto de renda, do outro lado do Congresso os senadores derrubavam outra reforma: a de flexibilização nas regras trabalhistas propostas pelo governo.
A combinação indigesta não poderia ter outro resultado: o Ibovespa fechou em forte queda de 2,28%, aos 116.677 pontos. A boa notícia é que o dólar ficou mais comportado e encerrou o dia em leve baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,1832.
Confira os principais destaques do noticiário corporativo:
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do pregão e as ações com o melhor e o pior desempenho.
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