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Com a temporada de balanços americana trazendo resultados animadores, o empurrãozinho em direção a um dia de ganhos poderia ter sido maior, mas não tem como negar que a grande pedra no sapato do investidor brasileiro é o novo programa social pretendido pelo governo federal.
O saldo final do pregão de hoje foi positivo, mas a leve alta de 0,10% do Ibovespa, que fechou aos 110.786 pontos, ficou longe de apagar as fortes perdas registradas ontem. O dólar à vista, que teve mais um dia de abundantes intervenções do Banco Central, fechou em queda de 0,59%, aos R$ 5,5608.
A falta de definição sobre o Auxílio Brasil levou mais uma vez grande volatilidade ao Ibovespa e promete mais dias turbulentos pela frente. O ministro da Cidadania, João Roma, fez uma coletiva durante a tarde para decretar o fim do auxílio emergencial a partir de outubro e ajustes para que, pelo menos até o fim de 2022, nenhuma família receba menos de R$ 400 dentro do novo programa.
A forma como esse valor será financiado, no entanto, segue sendo um grande mistério, mas Roma garantiu que as decisões tomadas respeitarão o teto de gastos e as regras fiscais, sem o uso de créditos extraordinários. Mas tudo ainda é incerto e depende de PECs e reformas travadas no Congresso.
Essa foi uma tentativa de colocar panos quentes no problema e até pode ter segurado a bolsa e o dólar, mas não aliviou a curva de juros, que mostra que os investidores já aumentaram a aposta para a próxima reunião de política monetária do Banco Central.
O cabo de guerra entre a equipe econômica e a ala política deve persistir nos próximos dias e já dá para ter uma noção do futuro. No fim da tarde, já com o mercado fechado, o ministro da Economia admitiu que pode ser que o governo peça uma licença para gastar R$ 30 bilhões fora do teto de gastos. O dólar futuro reagiu mal, e os contratos de DI dispararam na etapa estendida de negociações.
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CONTORNANDO O TETO
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