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Nem tudo é terra arrasada pela alta dos juros, o mercado pós-Copom e outros destaques do dia

O aperto monetário ressuscitou a renda fixa, com alguns CDBs voltando a pagar taxas de 1% ao mês ou mais.

28 de outubro de 2021
8:44 - atualizado às 13:55
flor saindo do concreto
Nem tudo é terra arrasada no Tesouro Direto, e você pode entender isso aqui - Imagem: Pixabay

A culpa é minha, então a coloco em quem eu quiser.

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A máxima anedótica parece servir como uma luva às queixas do presidente Jair Bolsonaro.

Na maioria das vezes a culpa é da oposição ou da imprensa, mas agora ele tem reclamado também que os agentes do mercado financeiro ficam “nervosinhos” com “qualquer negocinho”.

Mais perceptível na disparada do dólar e das taxas dos contratos de juros futuros, o nervosismo nos mercados ocorre por causa de um “negocinho” acontecido no fim da semana passada: a implosão do teto de gastos.

A deterioração das expectativas derivada da “licença para gastar” provocou uma debandada na equipe econômica e ontem à noite fez o Banco Central elevar a taxa Selic em 1,5 ponto porcentual, para 7,75% ao ano.

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Antes do estouro do teto de gastos, a aposta majoritária dos analistas era de um aumento de 1 ponto porcentual na taxa básica de juro.

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Pelos cálculos do próprio Banco Central, o tal “negocinho” adicionou R$ 47,7 bilhões à dívida bruta nacional, dificultando ainda mais uma recuperação econômica já complicada.

Mas nem tudo é terra arrasada pela alta do juro. O aperto monetário ressuscitou a renda fixa, com alguns CDBs voltando a pagar taxas de 1% ao mês ou mais.

A Julia Wiltgen resolveu então ir atrás das opções mais rentáveis dentro de uma modalidade de investimento que há décadas faz a cabeça do brasileiro.

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Se você, como eu, prefere a segurança da renda fixa, certamente vai gostar dessa notícia.

O que você precisa saber hoje

ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsa deve refletir taxa de juros mais alta em dia de PIB dos EUA. A agenda de balanços conta com Petrobras e Vale, enquanto o exterior deve sentir cautela antes da inflação nos EUA amanhã. 

SER CONSERVADOR COMPENSA
Como ficam os seus investimentos em renda fixa com a Selic em 7,75%. Até a poupança ganha da inflação projetada. Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central elevou a Selic mais uma vez.

COMPARATIVO
Saiba o que mudou no novo comunicado do Copom sobre a Selic. Confira em detalhes a posição atual do Banco Central a respeito da Selic depois de a taxa básica de juros ter sido elevada a 7,75% ao ano.

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NA DÚVIDA, ADIA
No restabelecimento da presença obrigatória em Brasília, governo fica sem quorum e retira PEC dos Precatórios. Nova tentativa de votação é esperada para hoje, mas o temor de que não haja deputados em quantidade suficiente para a aprovação persiste.

REFERÊNCIA EM SP
Na corrida do setor de saúde, Rede D’Or (RDOR3) garante fôlego com a compra do Hospital Santa Isabel. Ativo está avaliado em R$ 280 milhões. Porém, conforme explica a empresa, seu endividamento líquido será deduzido na conta final da transação.

DÉCIMO ANDAR
Meu principal fundo imobiliário para capturar a retomada dos escritórios é um legítimo FII de lajes corporativas triple A. Fundo dispõe de um dos melhores portfólios (se não o melhor) do mercado e seus ativos apresentam bastante qualidade técnica e ótimas localizações, diz o colunista Caio Araujo.

CRYPTO NEWS
Sobrevivendo aos altos e baixos do bitcoin: veja sete ensinamentos para os ciclos de criptomoedas. Manter a saúde mental e financeira é um desafio para os investidores do mundo cripto, especialmente em meio ao bull market atual.

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Um abraço!

Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

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