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A queda de um campeão é sempre dramática. Que o digam os torcedores do Cruzeiro. Dono de quatro títulos brasileiros, o clube mineiro foi rebaixado do torneio nacional em 2019 e tem poucas chances de voltar à elite do futebol neste ano.
No mundo corporativo, também tivemos campeões. Ou pelo menos esse foi o desejo do governo ao estimular o crescimento de grupos privados — inclusive fora do país — com benesses regulatórias ou financeiras.
De todas as campeãs nacionais, nenhuma teve uma queda tão pronunciada quanto a Oi. A operadora de telefonia, que nos melhores dias já foi a ação de maior peso no Ibovespa, sucumbiu com uma dívida de mais de R$ 60 bilhões e entrou com pedido de recuperação judicial em 2016.
Desde então, a Oi luta para sair do vale da morte e recuperar um lugar na “série A” da bolsa. Com a entrada de um novo “técnico” no início de 2020, as esperanças dos acionistas de OIBR3 se renovaram.
Após a chegada de Rodrigo Abreu como CEO, a operadora aprovou um novo plano de recuperação, que inclui a venda de ativos — incluindo o negócio de telefonia móvel, para as rivais Vivo, Claro e TIM — e o foco na área de fibra óptica.
Os investidores chegaram a se animar com o avanço do plano, mas as ações voltaram a cair nos últimos meses. Agora, são negociadas na casa de R$ 1,00, abaixo do nível pré-pandemia.
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O Victor Aguiar entrevistou o CEO da Oi e conta para você como está o longo caminho da companhia para sair da recuperação judicial e, quem sabe, voltar a ser uma das estrelas da B3.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Ata do Copom deve dar o tom dos negócios, com teto de gastos e desemprego no radar; cautela predomina antes da fala de Powell. O exterior segue em baixa antes de maiores detalhes sobre o tapering dos EUA e de olho na desaceleração chinesa
PANDORA PAPERS
Guedes e Campos Neto têm offshore em paraíso fiscal, revela investigação de consórcio de jornais. Ter empresas ou contas no exterior não é ilegal, desde que declaradas à Receita Federal, mas servidores de alto escalão do governo não devem manter aplicações financeiras, conforme Código de Conduta.
GIGANTE EM CRISE
Evergrande tem ações suspensas em Hong Kong em meio a rumores de proposta de concorrente. Hopson Development Holding estaria planejando comprar 51% da unidade de serviços imobiliários da Evergrande por cerca de US$ 5 bilhões.
PÉ NO ACELERADOR
Banco Pan compra Mosaico, dona do Buscapé. Operação será realizada via troca de ações. Acionistas da Mosaico terão direito a uma fração de 0,8 ação do BPAN4 para cada ação MOSI3.
TECH IN BRAZIL
Estreia hoje na B3 o ETF que reúne empresas de tecnologia com foco no Brasil; conheça o TECB11. A oferta de cotas do fundo da gestora Magnetis que segue um índice de “big techs” tupiniquins movimentou R$ 27 milhões.
DIVISÃO DE BENS CONCLUÍDA
Sai o divórcio definitivo entre Itaú (ITUB4) e XP; BDRs da corretora estreiam hoje na B3. O fim do casamento entre as empresas foi motivado por uma decisão do Banco Central que proibiu o banco de comprar o controle da corretora.
VOANDO ALTO
Embraer fecha nova encomenda do ‘carro voador’. Fabricante deve entregar, a partir de 2026, até 100 unidades para a empresa de compartilhamento de aeronaves Avantto.
CIBERSEGURANÇA
CVC sofre ataque hacker; reservas não foram afetadas, diz empresa. Central de atendimento ficou indisponível; não há informações sobre quais informações teriam sido acessadas.
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
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Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
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Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
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