O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Você já deve ter lido em diversos relatórios com recomendações de investimentos que “rendimentos passados não são garantia de lucros futuros”, ou algo do gênero.
Trata-se de um alerta importante. Quando vemos que um determinado ativo rendeu muito acima do CDI ou do Ibovespa e não temos ele na nossa carteira, nos sentimos mal por não termos embarcado antes e aproveitado a jornada.
Acertar e errar, ter ou não ter um determinado ativo na nossa carteira, faz parte do mundo dos investimentos. Nem sempre vamos acertar o timming. O importante é não nos entregarmos à angústia do FOMO (fear of missing out, o medo de estar perdendo alguma coisa).
Esse sentimento pode nos levar a tomar decisões equivocadas, dar ouvido a mitos e picaretas, que têm aos montes por aí. Assim como na vida, não podemos ficar olhando para o retrovisor. O que importa é ter uma estratégia calcada em fundamentos e que faça sentido dentro do seu perfil de investidor.
Uma das formas de FOMO mais explícitas no mercado financeiro envolve os dividendos. Muitos investidores acabam caindo no conto de que uma boa ação é aquela que repassa altos volumes de seus lucros aos acionistas, ficam angustiados e acabam comprando um papel olhando apenas para este ponto.
Com base no desempenho passado, você pode acabar fazendo escolhas não muito boas para o futuro. Como mostra o Ruy Hungria em sua tradicional coluna de sexta-feira, o dividendo colhido hoje pode representar perda de retornos muito maiores no longo prazo. Não deixe de conferir.
Leia Também
O que você precisa saber hoje
MERCADOS
O Ibovespa fechou ontem com queda de 0,96%, aos 119.198 pontos, afetado pelas incertezas dos investidores quanto ao andamento das reformas, a pandemia de covid-19 e o clima de cautela que tomou conta dos mercados internacionais. O dólar subiu 0,48%, a R$ 5,44.
O que mexe com os mercados hoje? As recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a Petrobras, junto com a sessão do Congresso que decidirá sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) e as consequências para a votação das reformas, devem trazer volatilidade à bolsa hoje.
EMPRESAS
Apesar de insistir que não vai interferir na Petrobras, Bolsonaro disse ontem que "alguma coisa" acontecerá na companhia nos próximos dias e disse que a fala do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, sobre os caminhoneiros “vai ter consequência”.
A agência de classificação de riscos Standard & Poors (S&P) elevou ontem o rating do Banco Inter, citando a diversificação de receitas promovida pela empresa.
A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, encontrou o culpado que estimulou o movimento especulativo envolvendo as ações da Gamestop: a prática de negociar ações sem a cobrança de comissões.
ECONOMIA
Na mesma live em que disse que “alguma coisa” vai acontecer na Petrobras nos próximos dias, o presidente Bolsonaro afirmou que o dólar está alto e mandou mais um recado para o mercado financeiro.
O Brasil ultrapassou a triste marca de 10 milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia. Confira os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores