O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A instabilidade em Brasília, com novas ameaças ao teto de gastos, limitou o desempenho da bolsa. A Petrobras e a Selic também foram destaque
A semana que termina foi marcada pela crise institucional e novas ameaças ao teto de gastos, que conferiram maior volatilidade aos negócios locais.
Na agenda do mercado, havia ao menos dois eventos importantes: a temporada de balanços e a decisão de política monetária do Banco Central.
Com a bateria de resultados foi a Petrobras quem surpreendeu: lucro acima do esperado, forte geração de caixa e antecipação de dividendos.
O BC, por outro lado, seguiu o roteiro esperado: subiu a Selic de 4,25% para 5,25% ao ano. A autoridade monetária já contratou uma alta da mesma magnitude na próxima decisão, diante do avanço da inflação.
Os possíveis reflexos desses acontecimentos para seus investimentos foram tema de reportagens do Seu Dinheiro.
Com o início do mês, também levantamos as ações preferidas das corretoras para o período. Já a Wine, que planeja IPO, foi tema de outra matéria. Veja os destaques abaixo.
Leia Também
Ontem, o Ibovespa pegou carona nos números positivos da economia norte-americana e fechou o dia em alta de 0,97%, aos 122.810 pontos - o que apagou as perdas da semana e levou o índice a um avanço acumulado de 0,83%.
Mas as sessões anteriores foram marcadas pela cautela, diante do avanço da crise institucional no país e ameaças ao teto de gastos. O dólar e a curva de juros refletiram essa tendência.
Mesmo com decisão do Copom na semana, o câmbio subiu 0,51% no período, chegando a R$ 5,23. Veja na matéria da Jasmine Olga um resumo do desempenho dos mercados nos últimos dias.
O Banco Central elevou a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual na quarta-feira, confirmando as expectativas do mercado.
Agora, a Selic já não perde para a inflação oficial projetada para os próximos 12 meses (de 4,47%, segundo o último Focus), ao contrário do que vinha acontecendo há algum tempo.
Mas as aplicações financeiras cuja remuneração é atrelada à Selic ou à taxa DI podem ainda ter alguma dificuldade de vencer o dragão, em razão de taxas, spread entre preços de compra e venda e/ou imposto de renda, por exemplo.
Quer saber como ficam seus investimentos em renda fixa com a Selic em 5,25% ao ano? Confira nesta matéria da Julia Wiltgen.
A cada 30 dias o Seu Dinheiro reúne em uma lista as ações preferidas de ao menos uma dezena de corretoras, para a série “Ação do mês”.
Em agosto, as corretoras consultadas apostaram em veteranas da bolsa brasileira, após os recentes resultados divulgados pelas companhias.
Duas das mais citadas já são tradicionais no nosso pódio da ação do mês. Confira o ranking nesta matéria da Larissa Vitória.
Os resultados do segundo trimestre da Petrobras, que trouxeram a antecipação de dividendos, impulsionaram as ações da estatal na semana.
Além de gerar bastante caixa, a companhia teve lucro líquido de R$ 42,8 bilhões, ante prejuízo de R$ 2,7 bilhões no mesmo período do ano passado e acima do esperado por analistas.
Será que depois da alta recente dos papéis, as ações da Petrobras continuam com uma relação de custo vs benefício atrativa? O colunista Ruy Hungria conta neste texto.
O e-commerce de vinhos Wine pode retomar o processo de abertura de capital entre o quarto trimestre deste ano e os primeiros meses de 2022. Ao menos foi o que disse Marcelo D'Arienzo, CEO da empresa, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Uma alternativa que a companhia provavelmente vai adotar para agilizar a operação é realizar o IPO por meio de uma oferta restrita, que dispensa o registro prévio na CVM.
Enquanto não chega a hora de estrear na B3, a Wine mira o interior do país. Veja os planos da companhia nesta matéria do Vinícius Pinheiro.
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais