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Se o leitor for um fã de histórias em quadrinhos, mais especificamente do Universo Marvel, já deve estar ouvindo a famosa música de abertura dos filmes e séries que envolvem Vingadores, Guardiões da Galáxia, Homem Aranha, entre outros.
Pois a intenção é exatamente essa. Este que vos escreve está neste grupo de fãs. E isso vem desde a infância/adolescência, quando eu trocava qualquer dinheiro que ganhava por revistas de X-Men, Homem Aranha ou Superaventuras Marvel.
E como estas histórias sempre aguçam a imaginação, às vezes me pegava pensando como esses super heróis se alimentavam, compravam roupas, enfim, viviam o dia a dia.
Até que chegou o filme Guardiões da Galáxia. Como Peter Quill, o protagonista vivido por Chris Pratt, era um mercenário espacial, ele tinha que cobrar pelos seus serviços. E a moeda era chamada simplesmente de Unidade.
Isso me leva imediatamente a pensar em Bitcoin. Afinal, é um tipo de moeda completamente digital, sem uma origem muito definida, e com um processo de “mineração” que exige tecnologia mais avançada. Tem algo mais Marvel que isso?
A própria jornada do BTC e de outras criptomoedas se parece com uma saga digna de filmes. Como Loki, deus da trapaça e que atualmente é protagonista de uma série, as novas moedas causam confusão. Afinal, são heróis ou vilões?
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O ano de 2021 é um capítulo à parte nessa história, e na quinta reportagem da série Onde Investir, o Renan Sousa nos atualiza com tudo o que precisamos saber sobre criptomoedas, ajudando a ver com mais clareza essa alternativa de investimento que surgiu recentemente.
E muito além disso, ele traz diversos agentes desse mercado para nos dar uma ideia do que pode acontecer com o Bitcoin e outras criptomoedas no segundo semestre, e mostra novos projetos (seriam teasers?) que estão no forno. Vale muito a leitura.
Todo começo de mês carrega uma certa expectativa. E julho é especial, pois marca o início do segundo semestre. E se tivermos como base as recomendações de ações das corretoras, deveremos ter continuidade no ciclo positivo das commodities, e novidades no segmento de logística e transportes. A Jasmine Olga traz os papéis preferidos dos analistas, e detalha os motivos. Confira aqui.
O que mexe com os mercados hoje? A bolsa brasileira deve contar com diversos indicadores importantes, tanto aqui quanto no exterior. As vendas do varejo e o IGP-DI devem compor o panorama interno, enquanto a ata do Fed deve movimentar o exterior.
A Mater Dei deu o primeiro passo no seu plano de crescimento inorgânico e anunciou a compra do Grupo Rede Dias, maior rede hospitalar da região Norte do país. A companhia vai pagar R$ 800 milhões em caixa e emitir R$ 27,3 milhões de ações em favor dos seus atuais acionistas. Confira mais detalhes da operação.
Apesar de “bastante promocional” aos olhos do BofA, a Ambev segue como recomendação de venda para analistas do Banco. Entre os fatores listados está a dificuldade para o mercado brasileiro no próximo semestre e aumento no índice de custos, que segue tendência de alta para cervejaria.
Disputa valiosissíma! Eduardo Saverin, cofundador do Facebook que ficou famoso por ter acionado a empresa na justiça, deixou Jorge Paulo Lemann para trás e assumiu o posto de brasileiro mais rico do mundo. Aos 39 anos, a fortuna estimada do empresário é de U$ 19,4 bilhões de dólares.
Aumentando sua presença em solo norte-americano, a Ambipar fechou a compra de 100% Swat Consulting. A operação já é a sétima aquisição da empresa nos EUA, que agora conta com 19 bases localizadas em 10 estados diferentes.
Tomando como referência a cotação dos meses de abril, maio e junho, a Petrobras elevou em 7% o preço do gás natural para distribuidoras. Durante o período, o petróleo subiu 13% e o real valorizou aproximadamente 4% em relação ao dólar. Segundo a estatal, o aumento se deve às fórmulas negociadas no contrato de fornecimento.
O ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, afirmou que a reforma tributária proposta pelo governo não elimina a ideia de que os ricos pagam menos impostos no Brasil. Para ele, o projeto onera ainda mais a classe média.
Bombando! Os lançamentos e vendas de imóveis cresceram no trimestre que engloba os meses de fevereiro, março e abril. O resultado mostra que o setor se manteve resiliente mesmo durante o período mais crítico da pandemia.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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